BABILÔNIA, MITOLOGIAS, ZEUS, AS OLIMPÍADAS, O DILÚVIO NA VERSÃO DOS ÍNDIOS E O FUTEBOL À LUZ DA BÍBLIA
SAGRADA.
Nota de esclarecimento e das revelações.
Nota das revelações de Deus.
Assim sendo, estando em oração, Deus me revelou que conforme Hebreus 12.10, tudo o que nos acontece nesse mundo, o único objetivo é nos tornar participantes da sua santidade.
Portanto, a segunda revelação foi a de Isaías 40.15,18, onde está escrito que as nações são consideradas por Deus como a gota dum balde e como o pó miúdo das balanças.
Todas as nações são como nada perante Ele; Ele considera menos do que nada. É como uma coisa vã.
Em seguida, me deu uma revelação e explicação da parábola do servo fiel descrita em Lucas 17.7-11, que descreve o servo que, ao voltar do campo onde ele se encontrava a apascentar o gado, lhe diz: chega-te, assenta-te à mesa e não lhe diga, antes, prepara-me a ceia, e cinge-te, e serve-me, até que tenha comido e bebido, e depois comerás e beberás tú.
Porventura, dá graças ao servo, porque fez o que lhe foi mandado? Creio que não, (até batendo palmas, dando glórias a Ele por ter feito algo no reino de Deus -Grifo)
Assim também vós, quando fizerdes “tudo” o que vos mando (pois servos não tem vontade própria-Grifo) dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos, somente o que devíamos fazer.
Sendo assim, nenhum de nós aqui, consegue alcançar nem a posição de um servo inútil no reino de Deus, na obra de Jesus Cristo aqui na terra, pois ninguém consegue fazer tudo o que ele mandou fazer, pois o servo inútil, que consegue fazer tudo o que ele mandou fazer, consegue perdoar cem por cento, aquele que lhe difama, calunia, maltrata, maldiz e o persegue, etc...
Consegue evangelizar os perdidos cem por cento no seu dia-a-dia ou 24 horas do dia, contribuir cem por cento, orar cem por cento e fazer a obra de Deus cem por cento no seu dia-a-dia, esse será considerado o cristão de primeira classe, ou mais do que os inúteis (que ninguém consegue ser), o de segunda classe produz sessenta o de terceira classe, trinta por cento, o de quarta, dez por cento e o de quinta, é o que não tem classificação, sendo a classe dos inúteis, já os de cinco por cento, são os que produzem menos do que nada do que menos, pois nem existem. Visto que as nações são consideradas por Deus menos do que nada, o que dizer de nós como indivíduos? somos o menos do que o nada do menos, e assim, só nos resta pedir misericórdia e não nos gloriamos por nada que fazemos no reino de Deus, há não ser na cruz de nosso Senhor e salvador Jesus Cristo, e assim, isso significa ser um verdadeiro cristão e não apenas um religioso, pois é aquele em que seu coração é uma boa terra, conforme Mateus 13.8, que produz no reino de Deus cem, sessenta e trinta por um conforme Mateus 13.8.
Nota de esclarecimento.
Conforme, se encontra escrito na Bíblia, as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja de Jesus Cristo (Mateus.16.18), como o mundo jaz no maligno, de acordo 1 João 5.19, e Satanás é deus deste século, conforme 2 Coríntios 4.4, nós, os cristãos, os filhos de Deus, andamos neste mundo na arena do diabo, controlada por ele e os seus demônios que estão à seu serviço, pois neste mundo Jesus Cristo não tem outra porta aberta nesta arena de Satanás, senão apenas a sua igreja.
Assim sendo, essa mensagem escrita neste opúsculo tem apenas o objetivo de trazer informações acerca da história universal do que acontece no mundo, sendo explicado pela Bíblia Sagrada e não tem o objetivo de nos tirar do mundo, mas sim participar das coisas que o mundo oferece e que ao mesmo tempo Deus não se agrada, visto que assim está escrito:
Aqui está o texto de 1 Coríntios 5:7-11, na versão Almeida Corrigida Fiel (ACF), que é amplamente utilizada:
7 Purificai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.
8 Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade.
9 Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem;
10 Isto não quer dizer com os prostitutos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo.
11 Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for fornicador, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais.
— (1 Coríntios 5:7-11)
Resumo do Contexto (1 Coríntios 5:7-11)
Purificação (v. 7-8): Paulo utiliza a metáfora da Páscoa judaica (fermento = pecado/malícia) para exortar a igreja a viver em santidade, pois Cristo já foi sacrificado.
Discernimento (v. 9-11): Paulo esclarece que os cristãos não devem evitar pessoas não convertidas que vivem no pecado (caso contrário, teriam que "sair do mundo"), mas sim não se associar com aqueles que se dizem cristãos (irmãos), mas vivem na prática deliberada de pecados como: imoralidade, avareza, idolatria, calúnia, embriaguez ou roubo.
Portanto, meu único objetivo é te alertar em que arena você está pisando e te adianto que você vai ter que orar para ler e divulgar essas revelações de Deus, pois satanás vai fazer de tudo para te distrair com as ilusões deste mundo e te desviar para outras coisas, a fim de você não ter tempo para conhecer todas essas realidades que se encontram escritas neste livro, por fim, você vai simplesmente engavetar este livro, deixando o diabo contente em saber que você não divulgou as verdades da palavra de Deus e das mentiras das portas abertas que conduzem ao inferno.
PROLEGÔMENO: Portanto, iniciaremos nossa mensagem dentro da história de Babilônia após o dilúvio, muito depois do primeiro momento quando estava voltada para a sua consolidação entre os anos 1984 -538 a.C.
Assim sendo, esse período abrange a história Babilônica em dois momentos distintos; sendo o primeiro voltado para a sua consolidação sob o rei “Hamurabi” que criou um dos primeiros códigos de leis escritas, “o Código de Hamurabi”, que regulava o comércio, a propriedade e a família, e assim o Código de Hamurabi é um dos conjuntos de leis mais antigos e bem preservados da Mesopotâmia (c. 1772 a.C.), criado pelo rei Hamurabi da Babilônia, Baseado na Lei do Talião "olho por olho, dente por dente", onde continha 282/281 leis para unificar o império, cobrindo direito familiar, comercial, propriedade e trabalho, com punições severas, quando no seu auge, veio a queda do império com um longo intervalo de dominação estrangeira, quando surge o primeiro império entre 1984 a. C, a 1595 a. C., com sua fundação e consolidação iniciado pelos amonitas, que destacou–se pela unificação da Mesopotâmia ou a terra entre os rios Tigres e Eufrates.
Sendo assim, um pequeno Estado governado pelos amorreus surgiu em 1894 a.C, que continha a pequena cidade administrativa da Babilônia, que foi apenas uma pequena cidade provinciana durante o Império Acadiano (2335–2154 a.C.) relatado apenas na história que expandiu-se bastante durante o reinado de Hamurabi na primeira metade do século XVIII a.C., e tornou-se uma grande capital, período no qual foi chamada de "o país de Acádia" (Māt Akkadī em acadiano), um arcaísmo deliberado em referência à glória anterior do Império Acadiano.
Conforme a história, a Babilônia permaneceu como uma cidade menor em um pequeno Estado até o reinado de seu sexto governante, “Hamurabi” (1792–1750 a.C.).
Sendo assim, ele conduziu grandes obras na Babilônia, expandindo-a de uma cidade pequena para uma grande cidade, digna do reinado, como um governante muito eficiente, ele estabeleceu uma burocracia, com tributação e governo centralizado.
Dessa maneira, Hamurabi libertou a Babilônia do domínio elamita; Elão, antiga Pérsia, atual Irã que já existia no tempo de Abraão e dominava as nações de Canaã, que lhe pagavam tributos conforme Gênesis 14.1-11, e expulsou inteiramente os Elamitas do sul da Mesopotâmia, ou os atuais Iranianos.
Portanto, o rei Quedorlaomer, mencionado em Gênesis 14.1-11, também não é o mesmo que o rei Hamurabi de acordo com as evidências históricas, pois o rei Quedorlaomer é identificado em Gênesis 14:1 como rei de Elam, antigos Persas, atuais Iranianos (uma região a leste da Babilônia), enquanto Hamurabi foi o famoso rei da Babilônia, quando Quedorlaomer liderava uma coalizão de reis orientais contra cidades no vale do Jordão, em contrapartida Hamurabi é conhecido historicamente apenas por unificar a Mesopotâmia e criar um famoso código de leis, governando aproximadamente de 1792 a 1750 a.C., que não é mencionado em parte nenhuma da Bíblia.
Assim sendo, conforme a história (e não de acordo o relato Bíblico), Hamurabi teria posicionado seus exércitos disciplinados para o leste e invadiu a região, que mil anos depois, se tornou o Irã, conquistando elamitas, gútios, lulubis e cassitas que residiam no oeste, e assim ele conquistou os Estados amorreus do Levante (moderna Síria e Jordânia), incluindo os poderosos reinos de “Mari” e “Iamade”.
Dessa maneira, Hamurabi então entrou em uma guerra prolongada com o Império Assírio Antigo pelo controle da Mesopotâmia e o domínio do Oriente Próximo.
Desse jeito, a Assíria ampliara o controle sobre grande parte das regiões dos hurritas e hititas, no sudeste da Anatólia, a partir do século XXI a.C ... no final do século XX a.C. afirmava-se sobre o nordeste do Levante e o centro da Mesopotâmia.
Portanto, depois de uma luta prolongada ao longo de décadas com os poderosos reis assírios “Samsiadade I” e “Isme Dagã I”, Hamurabi forçou seu sucessor “Mutassur” a prestar tributo à Babilônia (c. 1 751 a.C.), dando à Babilônia o controle sobre as colônias seculares da Assíria, Hurritas e Hatitas, na Anatólia.
Portanto no código de lei de Hamurabi continha o seguinte:
Lei do Talião: A punição era proporcional ao crime ("olho por olho").
Objetivo: Estabelecer a justiça, prevenir a opressão e garantir a ordem na Mesopotâmia.
Conteúdo: Abrangia relações de trabalho, herança, propriedade, escravidão e divórcio.
Estrutura: Inscrito em uma estela de diorito com escrita cuneiforme (hoje no Museu do Louvre).
Aplicações: A morte era comum (fogueira, afogamento), e a penalidade dependia da classe social (homens livres ou escravos).
Exemplos de Leis (Contexto):
Direito Familiar: A mulher tinha direitos como o recebimento do dote em caso de divórcio.
Responsabilidade Profissional: Se um construtor fizesse uma casa e esta caísse, matando o dono, o construtor seria morto, e foi à partir dessa lei que as construções passaram a ser as mais aperfeiçoadas na história da Humanidade em todas as nações.
O código demonstrou uma forte ligação entre a justiça, a ordem social e o divino na conceção da crença dos pagãos e não da Bíblia sagrada, com Hamurabi posicionando-se como um mediador dos deuses (anjos caídos ou demônios conforme nos ensina a Bíblia Sagrada), como ilustrado no primeiro Império Babilônico, acabou resultando na melhora dos códigos anteriores da Suméria, Acádia e Assíria, e isso foi feito por ordem de Hamurabi depois da expulsão dos elamitas e o estabelecimento de seu reino.
Portanto, em 1901, uma cópia do Código de Hamurabi foi descoberta em uma estela por “Jacques de Morgan” e “Jean-Vincent Scheil” em Susa, Elam, que mais tarde foi tomada como pilhagem, e agora essa cópia se encontra no Museu do Louvre em Paris na França.
Dessa maneira, após a morte de Hamurabi, seu império começou a se desintegrar rapidamente sob seu filho, o seu sucessor “Samsiluna”, sendo o sétimo rei da dinastia amorita, fundador da Babilônia que governou de 1.759 a.C. 1.712. a.C., ou de 1.686 a.C. a 1.648, a.C. Sendo filho e sucessor de “Hamurábi” com uma mãe desconhecida, seu reinado foi marcado por violentos levantes de áreas conquistadas por seu pai e o abandono de várias cidades importantes, principalmente na Suméria, sendo a mais antiga civilização conhecida da região do sul da Mesopotâmia (atual sul do Iraque), na região do delta dos rios Tigre e Eufrates, durante as idades do Cobre e do Bronze: Idade do Cobre, ou Calcolítico (é um dos períodos da proto-história, situado cronologicamente entre o Neolítico e a Idade do Bronze aproximadamente 3300 a 1200 a.C.). onde o termo também pode ser utilizado para denominar algumas sociedades que apresentaram manifestações culturais diferenciadas durante este período sendo uma das primeiras civilizações do mundo após o dilúvio junto com o Egito Antigo e o Vale do Indo, nações pagãs distanciadas de Deus, onde os agricultores sumérios cultivaram uma abundância de cereais e outras culturas, cujo excedente permitiu que se instalassem em um só lugar.
Assim sendo, os primeiros textos (pré-históricos) do tipo proto escrita remontam (a c. 3 300 a.C). das cidades de Uruque - iraque, que foi uma cidade antiga da “Suméria – posterior a Babilônia” – situada a leste do Eufrates, na linha do antigo canal Nil, numa região pantanosa, a cerca de 225 quilômetros sul-sudeste de “Bagdá” quando o próprio nome moderno “Iraque” é derivado de “Uruque”.
Portanto, o sítio é agora chamado de “Uarca”, na “República do Iraque” um termo derivado do seu antigo nome, de origem “acadiana”, ele próprio derivado do nome “sumério ou pré-sumério Unug”, e que também deu origem ao “hebraico Ereque na Bíblia”., que de acordo Gênesis 10.9, foi o princípio do reino de Ninrode depois de Babel e veio depois o reino de Acade de onde surgiu os Acadianos, mostrando-nos que pode haver muitas contradições entre o verdadeiro relato bíblico com o relato histórico.
Sendo assim, “Uruque ou o atual Iraque” foi uma das mais antigas e importantes cidades da Babilônia, que era rodeada por uma muralha de aproximadamente 9 km de extensão, onde dizia-se que suas muralhas haviam sido construídas por ordem de Gilgamés,
1º) - O DILÚVIO DE ACORDO A EPOPEIA DE GILGAMÉSH.
Portanto, Gilgamesh foi um rei histórico-não Bíblico de Uruk, atual Iraque, localizado na antiga Suméria (nome antigo do atual Iraque), por volta de 2650 a.C,, após o dilúvio, onde se tornou o protagonista da “Epopeia de Gilgamesh, uma cópia do dilúvio descrito na Bíblia Sagrada conforme GÊNESIS 6,7,8, (mudando apenas o nome dos personagens e algumas outras coisas que vocês verão mais adiante), que ficou considerada a obra mais antiga da humanidade após o dilúvio, até porque ninguém podia escrever e até mesmo inventar alguma coisa a respeito do dilúvio sem primeiro ter acontecido este evento, e assim, “a epopeia do dilúvio de Gilgamesh não passa de uma cópia mitológica do relato do dilúvio universal descrito na Bíblia Sagrada”.
Assim sendo, esse rei histórico, mas mitológico, de nome Gilgamesh e sua epopéia acerca do dilúvio Bíblico, é mais uma cópia do verdadeiro relato do dilúvio (como já foi dito), ou seja, da Bíblia, e Gilgamesh teria sido uma figura mítica, um suposto semi deus, imitando Noé, que somente existe na mitologia dos povos da Babilônia, que também surgiu após o dilúvio, negando tudo o que a Bíblia já dizia, criando uma nova versão de fatos ocorridos na história da humanidade antes do dilúvio, como mais à frente iremos ver que povos de outras nações, culturas religiosas, inclusive povos indígenas também criaram suas histórias sobre o dilúvio.
Sendo assim, esses supostos semi deuses das mitologias, na verdade são anjos caídos ou demônios, conforme nos ensina a Bíblia Sagrada em EFÉSIOS 2.13; 6.12; APOCALIPSE 12.7-9, À SERVIÇO DE SATANÁS, OUTRO ANJO CAÍDO DO CÉU COMO UM RAIO, CONFORME LUCAS 10.18, QUE FOI VISTO POR JESUS CRISTO ANTES DE SUA ENCARNAÇÃO, QUE NÃO PODE MENTIR.
Portanto, na mitologia Babilônica, é retratado como um líder inicialmente tirano, totalmente diferente do Noé Bíblico, que busca a imortalidade após a morte de seu amigo Enkidu, relato que somente existe na mitologia.
Dessa maneira, Segundo a Lista de reis da Suméria, um antigo texto sumério datado da Idade do Bronze; “Gilgamesh”, teria sido o quinto rei da primeira dinastia de “Uruk, atual Iraque”, datada aproximadamente entre 2.800 - 2.500 a.C., ainda segundo a lista, era filho de um "demônio" ou "fantasma" (o significado da palavra no texto é incerto) e seu reinado teria durado 126 anos.
Assim sendo, diante do exposto, todas essas histórias de epopeias, não passam de lendas das mitologias das nações que surgiram como uma cópia falsificada dos verdadeiros relatos Bíblicos após o dilúvio, sendo rejeitados e vistos como fábulas pela maioria da humanidade, os quais foram inventados e comandados por Satanás (agindo espiritualmente na mente dos pagãos), o deus deste século, conforme 2 Coríntios 4.4, o pai da mentira, conforme João 8.44, que engana todas as nações da terra, de acordo Apocalipse 12.9, pois os seres humanos somente podem ser inspirados pelo Espírito Santo através da palavra de Deus, considerada de acordo a Bíblia Sagrada: A Espada do Espírito, conforme Efésios 6.17, ou pelas mentiras de Satanás através das mitologias conforme João 8.44, pois não é citada nenhuma verdade que se chama Jesus Cristo (conforme João 14.6) nas fábulas mitológicas das mentiras de Satanás.
Dessa maneira, “Enkidu” foi uma figura lendária na “antiga mitologia mesopotâmica”, camarada de guerra e amigo de “Gilgamesh”, rei de “Uruk ou o atual Iraque”, onde suas façanhas foram compostas em poemas sumérios e na Epopeia de Gilgamesh, escrita durante o segundo milênio a.C.
Portanto, visto nesse aspecto sobre a identidade entre “Gilgamesh” e “Ninrode”, é de fato uma teoria popular, devido similaridade de guerreiros da antiguidade pós-diluviana mas não existe registro histórico, muito menos menção Bíblica além da menção de Ninrode, pois se trata de uma mitologia da Babilônia que os apontam como a mesma pessoa, sendo: uma verdadeira Ninrode e outra mitológica Gilgamesh.
Dado isso, embora Ninrode (rebelde) tenha existido como um personagem bíblico, ele é mais parecido com o anticristo, pois ambos personagens (o mitológico Gilgamesh e o real Ninrode) foram retratados como reis poderosos, construtores de cidades na Mesopotâmia (Uruk/ Iraque/Babel) como figuras de grande força, quando a maioria dos estudiosos consideram Ninrode um protótipo bíblico ou figura, que realmente existiu conforme a Bíblia, enquanto Gilgamesh foi um rei histórico de Uruk, Iraque, Babilônia (c. 2700 a.C.) onde a Bíblia Sagrada nada relata sobre ele, existindo porém uma incoerência Bíblica.
Continuando o assunto sobre a mitologia, ao meditar sobre a sua identidade agora entre “Gilgamesh” e “Ninrode”, esta é apenas uma teoria popular, mas não há consenso histórico e Bíblico que os confirma como sendo a mesma pessoa, sendo Ninrode: um personagem Bíblico conforme Gênesis 10.7-12, enquanto Gilgamesh é apenas um personagem mitológico criado pela mente dos Gregos.
Dado isso, embora ambos sejam retratados como reis poderosos, construtores de cidades na Mesopotâmia (Uruk/Iraque/Babel) e figuras de grande força, a maioria dos estudiosos afirmam de acordo a Bíblia Sagrada que Ninrode foi um pessoa real, enquanto Gilgamesh foi um rei histórico de “Uruk/Iraque” (c. 2700 a.C.).
Portanto, Ninrode fundou Babel (Babilônia) e outras cidades na terra de Sinar no início do terceiro milênio (aproximadamente 3000–2000 a.C.), após o Dilúvio.
Dessa maneira, ele foi descrito como o primeiro "poderoso na terra" e um "caçador valente", ele centralizou o poder em Babel, Ereque, Acade e Calné.
Diante do exposto, ele foi considerado, tanto na Bíblia, quanto na história, o primeiro tirano e, segundo tradições, o mentor da “Torre de Babel”.
Conforme Gênesis 10:8-12, ali está escrito que "o princípio do seu reino foi Babel", posicionando-o como um líder guerreiro e fundador de impérios.
Portanto, em relação a "Torre de Babel", embora a Bíblia não cite explicitamente Ninrode no relato da Torre, conforme Gênesis 11.1-9, a tradição judaica (incluindo Flávio Josefo) atribui a ele a liderança da construção, interpretada como uma rebelião contra Deus.
Dessa maneira, Ninrode atuou após o Dilúvio, estabelecendo um sistema monárquico e imperialista na região sul da Mesopotâmia, expandindo depois para a Assíria (Nínive).
Assim sendo, como símbolo de Rebeldia, ele é amplamente retratado como um líder que desviou o povo da adoração a Deus, estabelecendo uma nova ordem social e religiosa, assim como da mesma maneira, fará o anticristo na grande tribulação.
Em vista disso, em sua obra “Antiguidades Judaicas” - (c. 94 d.C.), o historiador Flávio Josefo relata que a Torre de Babel foi construída sob a instigação de Ninrode, um tirano que persuadiu o povo a se rebelar contra Deus, descrevendo a torre como uma construção monumental de tijolos e betume, criada por soberba e medo de um novo dilúvio, pois Ninrode, conforme o relato de Flávio Josefo, é descrito como um homem ousado que desprezava a Deus e queria governar de forma autocrática, e motivado por essa ideia maligna passou a construir a Torre e a cidade conforme Gênesis 11.5, onde a construção não era apenas por orgulho, mas também uma tentativa de segurança e vingança, pois Ninrode prometeu que, se Deus decidisse submergir a terra novamente, eles estariam seguros em uma torre alta o suficiente para resistir, e ali teve início os projetos humanos para alcançar livramento e segurança excluindo Deus, e Josefo ainda relata que a torre cresceu tão rapidamente devido ao grande número de trabalhadores que, segundo relatos, levava-se um ano para transportar materiais ao topo.
Dessa maneira, em vez de Deus destruir a humanidade, Ele confundiu suas línguas, gerando desentendimento e forçando a dispersão, como consequência, os filhos dos homens pararam de edificar, pois se Deus não tivesse intervido, Ele mesmo (Deus) disse que não haveria mais restrição para tudo o que eles intentassem fazer (v.6), e a única solução, foi Deus confundir suas línguas, para que não viessem entender a língua um do outro, e assim, O Senhor os espalhou sobre a face de toda a terra; onde por fim, cessaram a edificação da cidade, nos levando a entender que a torre já estava pronta (vv.7,8).
Assim sendo, a construção foi interrompida e o local ficou conhecido como Babel (do hebraico balal, confundir ou confusão).
Portanto, a Bíblia descreve a existência do rei Ninrode em Gênesis 10.8-12. Por outro lado, segundo alguns autores, os Hebreus o descrevem como o tirano rei Gilgamesh, (mesmo não tendo nenhuma base histórica, muito menos Bíblica), e assim, a tradição judaica (como Flávio Josefo), associa Ninrode à Torre de Babel sendo um ato de rebelião condizente com a soberba de Gilgamesh, pois Ninrode é neto de Cuxe (descendente de Noé) na Bíblia, enquanto Gilgamesh é filho de Lugalbanda e da deusa Ninsun na Epopeia, apenas um personagem de uma lenda, ou mitologia Babilônia.
À vista disso, é provável que a figura de Ninrode tenha sido influenciada pelas lendas de Gilgamesh, ou que ambos representam o mesmo tipo de governante mesopotâmico antigo, mas não são a mesma pessoa histórica comprovada, conforme a Bíblia Sagrada.
Portanto, voltando a falar sobre “Enkidu”, ele é a representação literária mais antiga do homem selvagem, um motivo recorrente nas representações artísticas na Mesopotâmia e na literatura do Antigo Oriente Próximo, quando a Bíblia Sagrada retrata esse personagem, de acordo Gênesis 10.8-12, como o poderoso caçador Ninrode, nos fazendo entender que as histórias vão criando outros personagens com outros nomes para relatar e distorcer os fatos Bíblicos.
Portanto, a aparição de Enkidu como um homem primitivo parece ser uma inovação da versão da mitologia “Antiga Babilônia” - (1300–1000 a.C.), visto que ele era originalmente um servo-guerreiro nos poemas sumérios, indicando camufladamente a pessoa de Ninrode.
Diante do exposto, todas essas histórias de epopeias e contos sobre o dilúvio totalmente distorcido do verdadeiro dilúvio relatado na Bíblia Sagrada, são histórias mitológicas, negando o verdadeiro relato Bíblico, pois as nações que se formaram após o dilúvio, começando por Babilônia, Egito, Assíria, etc… Tiveram apenas um propósito, ou seja, serem esses relatos inspirados por satanás de forma distorcida, negando tudo o que a Bíblia ensina e criando uma nova versão de tudo o que existe antes e depois do dilúvio segundo a palavra de Deus, como por exemplo na época em que os Gregos criaram uma outra versão do nome “Noé” denominando-o de “Deucalião”, e de “Sansão” denominando-o de “Hércules”.
Portanto, essas comparações feitas pelos Gregos, distorcem a história Bíblica através dos nomes dos personagens, como no caso de Sansão, onde sua real história é descrita em Juízes 13 a 16, mas os Gregos o retratam como o personagem de Hércules ou Héracles, partindo de um verdadeiro SANSÃO (da Bíblia Sagrada) à um mito da mitologia Grega chamado HÉRCULES, sendo apenas personagens de herois folclóricos do oriente próximo, nos mostrando mais uma vez que toda filosofia e mitologia grega tem como objetivo negar a existência de um Deus, criador da criação, relatado com veracidade na Bíblia Sagrada, ainda substituindo o criador por um suposto deus “Zeus”, nos levando por fim, a acreditar que toda essa cultura grega, desde a realidade da criação, substituíram o termo “teologia” pelo termo “teogonia” que é na verdade, uma cultura inspirada pelo próprio satanás, independente de você acreditar ou não, pois são fatos realizados na história e na Bíblia Sagrada.
Dessa maneira, embora “Sansão” seja um personagem verdadeiro “histórico/teológico/hebraico/Bíblico” e “Hércules” um suposto semideus grego que nunca existiu, os paralelos narrativos são próprios para associar mitologias Gregas com realidades Bíblicas Hebraicas, como atualmente os falsos teólogos querem misturar teologia e filosofia Grega, e ainda com a Psicanálise do ateu “Sigmund Freud” e a Epistemologia Genética de “Jean Piaget” com a psicologia de “Carl Jung”, Fundador da psicologia analítica, focando no inconsciente coletivo e arquétipos do ser humano.
Dessa maneira, a Bíblia adverte contra criar imagens físicas (ídolos) baseadas na "imaginação dos homens" para representar a divindade, enfatizando que Deus não é semelhante a ouro, prata ou pedra, ou as imaginações na mitologia.
Assim sendo, a mitologia Grega sempre procurou substituir o relato Bíblico por mitos imaginários como no caso de Sansão, que foi substituído pelo suposto heroi mitológico Hércules fazendo um paralelo entre os mesmos de forma distorcida do relato Bíblico, como a força sobre-humana de ambos, capaz de realizar feitos extraordinários, como a luta com leões onde ambos os matam com as próprias mãos, tragédias com relações com várias mulheres, enquanto Sansão teve a sua força revelada através da traição de Dalila, enquanto Hércules tem seu fim trágico provocado por uma camisa envenenada dada por sua esposa, Dejanira, após esta ser enganada, tendo ambos um fim trágico, enquanto Sansão morreu derrubando o templo de Dagon, Hércules morre em uma pira funerária em agonia, com relações iguais quando Sansão arranca os portões de Gaza, e Hércules é descrito em versões míticas derrubando os portões de Micenas, ainda com as semelhança dos pilares e a morte, quando Sansão morreu derrubando os pilares do templo de Dagon, Hércules também é associado a pilares (os "Pilares de Hércules" no Mediterrâneo) e sua morte envolveu uma túnica envenenada que o levou a uma pira funerária.
Conforme acima já foi dito, as relações de Sansão e de Hércules com as mulheres, levaram ambos a terríveis tragédias, pois ambos tiveram vidas amorosas complicadas, que levaram a finais trágicos, Hércules teve várias esposas, sendo a morte de sua família por loucura um ponto central (conforme Eurípides), enquanto Sansão teve sua força revelada através da traição de Dalila.
Assim sendo, alguns teóricos sugerem que o nome hebraico de Sansão, Shimshon (derivado de shemesh, "sol"), indica que ele poderia ser uma versão localizada de um deus solar, similar a Hércules, que também tem associações míticas com o sol, mas com diferenças fundamentais pois o mito Hércules é um suposto semideus, filho de “Zeus” (um deus, que de acordo a Bíblia, é o próprio Satanás que exercia a autoridade sobre os supostos deuses olímpicos, que de acordo a palavra de Deus são demônios, anjos caídos conforme Efésios 6.12, e assim, esse suposto heroi Hércules, seria filho de Satanás, sendo na verdade um anjo caído - conforme lucas 10.18).
Dessa maneira, a mitologia acerca da existência desse suposto deus imaginário “Zeus” é tão demoníaca que na antiga religião Grega ele é cultuado e adorado como o deus dos céus, como o deus dos raios, como o deus dos relâmpagos, que mantêm a ordem no suposto universo e a justiça na mitologia ou na imaginação dos Gregos, assumindo o lugar do Deus da Bíblia Sagrada na criação.
Portanto, de acordo com a Bíblia, Sansão não foi um Herói, ou um semideus, mas foi juiz da nação de Israel, o qual foi cheio do Espírito Santo, de onde vinha a sua força, sendo descrito como um ser humano mortal, filho de Manoá e uma mulher hebreia, dedicado a Deus (YHWH) como nazireu desde o nascimento.
Diante disso, conforme já foi dito, sua história está registrada no Velho Testamento, descrita no Livro dos Juízes (atribuído a Samuel, por volta de 550 a.C.), enquanto as principais obras sobre Hércules foram escritas por autores gregos como “Teócrito e Ovídio, que vieram séculos depois”, não passando de mitologias e contos imaginários, copiados da Bíblia Sagrada com outros nomes e outros fatos, para iludir com ilusões mitológicas os que não conhecem a palavra de Deus de Gênesis a Apocalipse.
Por conseguinte, inventaram uma teoria que a história de Hércules não é uma cópia da Bíblia que os Gregos copiaram, e assim pergunto: De quem então eles copiaram se somente a Bíblia relata esse acontecimento?
Diante disso, os historiadores mantém um argumento que o relato Bíblico de Sansão e a história mitológica de Hércules apenas se compartilham raízes em contos populares mais antigos da Mesopotâmia e do Levante, refletindo trocas culturais intensas no Mediterrâneo antigo e assim temos uma mistura de um relato mitológico, acerca de um verdadeiro acontecimento Bíblico com o objetivo final das pessoas acreditarem na mitologia dos mitos Gregos e não nas verdades do verdadeiro relato Bíblico, crendo que tudo o que se encontra escrito na palavra de Deus não passa de raízes em contos populares mais antigos da Mesopotâmia e do levante, refletindo trocas culturais.
Assim sendo, você vai descobrindo à luz da Bíblia, a origem e a inspiração das mitologias confirmando ser do próprio Satanás para enganar os povos conforme Apocalipse 12.9, que trabalha há muitos séculos com os demônios nas nações para desacreditar Deus, Jesus Cristo, os Cristãos e a Bíblia Sagrada.
Portanto, retornando o comentário sobre a mitologia de “Deucalião”, segundo a “mitologia Grega, sem nenhuma realidade Bíblica e histórica foi um filho de Prometeu e Clímene (ou de Prometeu e Pronoia). Era casado com Pirra.
Portanto, em Deucalião, o suposto Noé dos Gregos segundo a mitologia grega, quando a fúria do suposto deus “Zeus” decidiu pôr um fim à idade do bronze com o dilúvio, que de acordo a Bíblia Sagrada, a idade do bronze e de ferro teve início antes do dilúvio com um descendente de Caim de nome Tubalcaim conforme Genesis 4.22, e sendo assim avisado por Prometeu na mitologia, o casal construiu um barco de madeira que equipou com provisões para se salvar do dilúvio.
Dirigindo-se à assembleia reunida, Zeus expôs as terríveis condições que reinavam na terra e anunciou que iria destruir todos os homens e criar uma nova raça que fosse mais digna de viver e que soubesse melhor cultuar os deuses. Tomou o seu raio, e já ia despedi-lo contra o mundo, destruindo-o pelo fogo, quando percebeu o perigo que um incêndio teria para os próprios deuses. Decidiu então inundar a Terra.
O titã Prometeu, o qual tinha dom de profecia, previu os planos dos deuses e orientou seu filho, Deucalião, que construísse uma arca para sobreviver ao grande desastre.
O vento norte, que espalha as nuvens, foi encadeado; o vento sul foi solto e em breve cobriu todo o céu com uma escuridão profunda. As nuvens, empurradas em bloco, romperam-se; torrentes de chuva caíram; as plantações inundaram-se. Não satisfeito, Zeus pediu ajuda a seu irmão Poseidon, este soltou os rios e lançou-os sobre a Terra, sacudia com um terremoto e lançou o refluxo dos oceanos sobre as praias, onde rebanhos, animais, homens, casas e templos foram tragados pelas águas.
De todas as montanhas, apenas a do Parnaso ultrapassa as águas, e nele a arca de Deucalião (o mais justo dos homens se referindo a Noé) e Pirra (a mais virtuosa das mulheres que a Bíblia não menciona o seu nome, apenas na mitologia) encontrou refúgio e “Zeus” viu que apenas eles haviam sobrevivido e cessou a tempestade. Poseidon retirou as suas águas, e em segurança, Deucalião dirigiu-se a Pirra e disse-lhe:
— Ó esposa, única mulher sobrevivente, unida a mim primeiramente pelos laços do parentesco e do casamento, e agora por um perigo comum, pudéssemos nós possuir o poder de nosso antepassado Prometeu e renovar a raça, como ele fez, pela primeira vez! Como não podemos, porém, dirigimo-nos àquele templo e indagamos dos deuses o que nos resta fazer, quando a Bíblia sagrada relata que oito pessoas foram salvas em uma arca: Noé e sua família, e não o relato Grego do suposto deus (Zeus) e seus supostos deuses que a palavra de Deus afirma ser Satanás e seus demônios, mas em seguida mostraremos os principais pontos de conexão que existe entre “Zeus” o mito da mitologia grega e Noé no relato Bíblico.
1. A Causa do Dilúvio (A Ira Divina)
Versão Grega: Zeus (Satanás), o rei dos deuses (demônios), decidiu destruir a humanidade (especificamente a "Idade do Bronze") devido à sua húbris (arrogância/pecado) e impiedade.
Versão Bíblica: Deus decide trazer o dilúvio devido à corrupção, violência e perversão generalizada da humanidade, conforme Gênesis 6.6-13.
2. O Sobrevivente Justo
Deucalião: Filho do titã Prometeu (que protegeu a humanidade), Deucalião era conhecido como o homem mais justo e piedoso de seu tempo. Ele era casado com Pirra.
Noé: Descrito como um homem justo e íntegro que "encontrou graça aos olhos do Senhor" conforme Gênesis 6.8.
3. A Arca/Barco de Salvação
Deucalião: Aconselhado por seu pai, Prometeu, Deucalião construiu uma arca ou baú (uma arca de madeira) para sobreviver à catástrofe
Noé: Instruído por Deus a construir uma arca de madeira para salvar sua família e os animais, conforme Gênesis 6.14-22, texto Bíblico que você deve ler a respeito da realidade do dilúvio conforme a verdade Bíblia e não conforme a mitologia dos Gregos.
4. O Cataclismo
Deucalião: Zeus enviou chuvas torrenciais, inundando a terra por nove dias e noites. Apenas o Monte Parnaso permaneceu acima das águas.
Noé: Chuvas caíram por 40 dias e 40 noites, cobrindo toda a terra. A arca repousou sobre as montanhas de Ararat de acordo Gênesis 7.a 8.4, que você também deve ler, e assim, as mitologias distorcem o relato dos acontecimentos Bíblicos pois o objetivo é contar uma nova versão dos fatos Bíblicos.
5. O Renascimento da Humanidade
Deucalião: Após as águas baixarem, Deucalião e Pirra, sua mulher solitária, receberam um oráculo para "jogar os ossos de sua mãe" para trás, e assim eles interpretaram isso como jogar pedras (ossos da Mãe Terra) sobre os ombros e as pedras de Deucalião viraram homens e as de Pirra, mulheres.
Noé: Noé e sua família saíram da arca para repovoar a terra de acordo Gênesis 8.1-16, quando no versículo ,1 Deus, e não Zeus, falou a Noé dizendo: Sai da arca, tu, e tua mulher, e teus filhos e as mulheres de teus filhos contigo (e não apenas os seres mitológicos que baço existem Deucalião e sua mulher Pirra) e os filhos de Noé Sem, Cam e Jafé se tornaram os pais das nações após o diluvio de onde surgiram as nações de acordo Gênesis 10.31,32, que também você deve ler para você não crer nas mentiras de Satanás espalhadas através das mitologias, enganado as nações, pois ele é o deus deste século e Jesus Cristo disse que ele é o pai da mentira e quando diz mentira, fala daquilo que lhe é próprio conforme João 8.44, 3 2 Cintos 4.4.
Assim sendo, toda essa mitologia Grega foi copiada do relato Bíblico com algumas mudanças inclusive de nomes como o nome de Noé foi mudado na mitologia Grega para Deucalião.
Dessa maneira, quando a fúria de “Zeus” na mitologia grega, o suposto pai do deuses (anjos caídos, demônios conforme a Bíblia), que exercia a autoridade sobre os deuses olímpicos, ou demônios Olímpicos dos Jogos, ou as potestades do ar conforme Efésios 6.12, que existia na antiga religião grega sem nenhum fundamento bíblico e histórico mas construído apenas na mitologia ou imaginação do Gregos, seria este “Zeus” o deus dos céus, raios, relâmpagos que mantêm a ordem e justiça conforme a mitologia Grega, negando tudo o que afirma a Bíblia Sagrada, onde seu equivalente na mitologia ou na imaginação do romanos recebem o nome romano de “Júpiter”, enquanto seu equivalente etrusco é “Tinia”; alguns autores estabeleceram seu equivalente hindu como sendo “Indra” que na verdade à luz da Bíblia Sagrada, é o próprio Satanás se apresentando com vários nomes para enganar, conforme iremos ver, “Zeus”, na mitologia Grega é adorado como o “rei dos deuses, demônios, anjos caídos” sendo a figura central dos antigos Jogos Olímpicos, iniciados em 776 a.C. em Olímpia.
À vista disso, os jogos eram um festival religioso de cinco dias para honrar “Zeus” e não o “Deus criador revelado na Bíblia Sagrada” onde atletas competiam com devoção, fazendo sacrifícios e orações em busca de vitória e glória mundana oferecida por “Zeus”.
Assim sendo, atualmente temos o ”Futebol”, que no contexto lúdico ou folclórico, suas referências comuns incluem supostos santos da igreja católica ou figuras, pois a relação entre a Igreja Católica e o futebol no Brasil é forte, com diversos clubes adotando santos padroeiros como protetores, pois os santos são frequentemente homenageados em capelas dentro dos estádios, orações antes das partidas e uniformes, e assim o sentido de cultuar e adorar continua sendo o mesmo das olimpíadas Gregas, onde o papel do suposto deus “Zeus” nas olimpíadas era tributar Homenagens a esse ser crido como o rei dos deuses, os anjos caídos ou demônios que na verdade era o próprio Satanás conforme a Bíblia Sagrada, e assim, os jogos foram criados para celebrar a vitória de “Zeus” sobre seu suposto pai Cronos na mitologia, que na teogonia de Hesíodo, Cronos é o mais jovem e astuto dos Titãs, filho de Urano (Céu) e Gaia (Terra) de onde surgiu a falsa teologia da falsa mãe terra ensinada pela igreja católica apostólica romana a teologia da Mãe Terra que na “teoidolatria católica” segundo o papa Francisco seria uma forma de ecologia integral que une a justiça social à proteção ambiental, reconhecendo a sacralidade da criação, mas não convence ninguem que conhece a Bíblia Sagrada.
Consequentemente, o local sagrado das olimpíadas era Olímpia, que abrigava o Templo de “Zeus”, onde ficava uma de suas estátuas, uma das sete maravilhas do mundo antigo, que segundo a lenda, o suposto herói Hércules, filho de “Zeus”, uma representação do Sansão da Bíblia, fundou os jogos olímpicos após limpar os currais de Áugias em honra ao pai “Zeus” ou de acordo a Bíblia, se referindo que o Hércules da mitologia grega seria o próprio filho de Satanás substituindo Sansão, o filho de Deus.
Por isso, na Vitória, os vencedores dos jogos olímpicos recebiam uma coroa de oliveira e eram considerados abençoados pelo suposto deus “Zeus”, mitologia Grega e não pelo verdadeiro Deus dos céus e da terra dos hebreus, simbolizando a excelência física dos gregos que também cultuavam o corpo inspirados diretamente por Satanás, conforme uma das causas da queda do Querubim Ungido, conforme Ezequiel 28.17, que elevou-se (orgulhou-se, exaltou-se) o seu coração por causa da sua formosura e ainda por causa da sua sabedoria, E ASSIM COMEÇOU O CULTO AO CORPO, OU O CULTO A SI MESMO, COMO HOJE NO MUNDO INTEIRO SE ESPALHOU PELAS ACADEMIAS DE BELEZAS FÍSICAS, LEVANDO O SER HUMANO A ADORAR A SI MESMO, OU A CULTUAR A SI MESMO ATRAVÉS DA SUA BELEZA FÍSICA E AINDA CIRURGIAS PLÁSTICAS, POIS O IMPORTANTE É O FÍSICO FICAR MAIS BELO, JÁ QUE VIVEMOS NA ERA DO CULTO AO CORPO ENQUANTO O INTERIOR PODE FICAR MAIS PODRE DE PECADOS, POIS NINGUÉM ESTÁ VENDO, PRINCIPALMENTE USANDO O CORPO PARA SEDUZIR, ADULTERAR, PROSTITUIR, POIS A FILOSOFIA ATUAL DE SATANÁS É ESTA: O QUE É BELO, É PARA SE MOSTRAR!
2º) - QUEM REALMENTE ESTÁ AGINDO POR TRÁS DO FUTEBOL CONFORME A BÍBLIA SAGRADA.
Portanto, quando acontece uma vitória dos times de futebol onde os supostos santos padroeiros do futebol, como iremos ver mais adiante, que para os incautos que não conhecem a palavra de Deus, quando um jogador está agradecendo pela vitória conquistada, não é a Deus que ele está agradecendo e sim aos supostos santos da igreja Católica que na verdade se refere a demônios que agem por trás das imagens de escultura como diz a Bíblia, em especial na teologia do apóstolo Paulo, ensinando que, embora um ídolo (imagem de escultura) seja apenas um objeto inanimado, no entanto são entidades demoníacas que agem por trás da adoração e do culto prestado a essas imagens, como também as festas e até os churrascos que você come, quando é realizadas festas em homenagem a esses supostos santos que na verdade você, sem saber, está homenageando os demônios, pois essas comidas e essas festas são consagradas e feitas em homenagens a eles conforme iremos ver pela Bíblia mais adiante.
O texto fundamental para essa afirmação é 1 Coríntios 10:19-21.
O Que a Bíblia Diz em 1 Coríntios 10:19-21
O Ídolo não é nada: Paulo começa dizendo que o ídolo (imagem de escultura) em si mesmo não tem valor ou poder próprio, pois não é nada, mas os Demônios que estão agindo por detrás dos ídolos recebe o culto e a adoração, quando Paulo afirma que "as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus".
Participação perigosa: Assim sendo, o texto adverte que quem adora ídolos torna-se "participante" ou "associado" aos demônios.
Pontos Chave sobre Demônios e Imagens:
Conforme o Salmo 115; 113b na Bíblia Católica, Edição de Jerusalém - assim está escrito:
Assim sendo no texto da Bíblia de edição Católica de Jerusalém (e na liturgia católica), o "Salmo 113B" refere-se frequentemente ao Salmo 115 da numeração hebraica (que engloba os versículos 1-11 do Salmo 113B na divisão da Vulgata).
Portanto, este salmo é uma oração comunitária que pede a Deus que revele sua glória, contrastando-o com os falsos ídolos, imagens feitas pelas mãos dos homens que de acordo Isaías 44,9-18, na mesma Bíblia está escrito que os ídolos não são nada, não trazem nenhum proveito, nada vêem e nada sabem, nada pode valer, todos os supostos deuses devotos ficaram envergonhados e outras coisas, leia todo o texto de Isaías em um Bíblia de edição Católica e vocês vão saber com clareza que os devotos de ídolos estão adorando a demônios e não a Deus (Palavras muito pesadas, mas não são minhas e sim, são as palavras de Deus para os que creem -Grifo).
Abaixo, o texto baseado na Bíblia de Jerusalém (Salmo 115/113B):
Salmo 115 (113B)
Não a nós, Iahweh, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por teu amor, por tua fidelidade!
Por que diriam as nações: "Onde está o seu Deus?"
3. O nosso Deus está nos céus, faz tudo o que lhe agrada.
4. Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens.
5. Têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não veem;
6. têm ouvidos, mas não ouvem; têm nariz, mas não cheiram;
7. mãos, mas não apalpam; pés, mas não andam; nenhum som sai da sua garganta
8. Como eles, sejam os que os fazem, todos os que neles confiam.
9. Israel, confia em Iahweh: ele é o seu auxílio e o seu escudo!
10. Casa de Arão, confia em Iahweh: ele é o seu auxílio e o seu escudo!
11. Os que temem a Iahweh, confiem em Iahweh: ele é o seu auxílio e o seu escudo! - (Bíblia de Jerusalém, edição Católica).
Assim sendo, O salmo continua nos versículos 12-18 com bênçãos para os fiéis.
Destaques do texto:
Portanto, o Salmo focaliza a Glória de Deus através da nossa vida, quando realmente honramos a Deus através de nossas ações, ele também nos honra através das nossas ações que estão de acordo com sua vontade conforme 1 Samuel 2.30, pois o salmo começa reconhecendo que o louvor não é para o homem, mas para o nome de Deus.
Assim sendo, esse Salmo estabelece uma polêmica contra a Idolatria, descrevendo a inutilidade dos ídolos feitos por mãos humanas, que não têm vida ou poder.
Dessa maneira, se quisermos ser bem sucedidos em tudo o que viermos a fazer, devemos em primeiro lugar depositar nossa plena confiança em Deus que é auxílio e proteção, pois caso contrário ficamos sem auxílio e proteção.
Diante de tudo o que acabamos de aprender pela palavra de Deus, Idolatria é Culto a Demônios: pois por trás de toda a idolatria, o objetivo do maligno é ser adorado como Deus, utilizando imagens como disfarce para enganar as pessoas e Deus fica privado de nos abençoar enquanto estamos envolvidos com as coisas dos demônios, sendo assim, apenas nós mesmos somos os culpados.
Diante disso, um verdadeiro cristão que teme a Deus e o serve, o futebol, e tantas outras coisas é incompatível com o cristianismo que é feito de renúncia daquilo que não agrada a Deus: Diante do exposto, Paulo afirma que não se pode participar da "mesa do Senhor, as coisas de Deus" como a Santa Ceia e da "mesa dos demônios" como práticas idólatras ao mesmo tempo.
Avisos de Deus: No Antigo Testamento, Deus proíbe estritamente a fabricação e adoração de imagens de escultura e qualquer associação com os ídolos (Êxodo 20:4-5), pois isso atrai a ira divina e a influência maligna.
Apocalipse 9:20: O apocalipse menciona que os homens não se arrependeram de adorar a demônios e a ídolos de ouro, prata e pedra.
Portanto, a Bíblia ensina que o perigo não é apenas a imagem física, mas a adoração ou sacrifício dirigido a ela, que abre espaço para a ação de demônios, e a prática de coisas mundanas, e abrem o espaço em nossa vida para nos tornarmos inimigos de Deus e perder a nossa salvação, conforme Tiago 4.4; 1 João 2.15-17.
Sendo assim fazendo uma pausa para comentar sobre os jogos olímpicos onde acontecia uma "ekecheiria" (trégua sagrada), que hoje assemelha-se a uma procissão de imagens de esculturas em barcos no mar, ou em desfiles até de carros de bombeiro, onde era proclamada para garantir segurança, permitindo que atletas e espectadores viajassem para honrar “Zeus” e viver em paz, hoje acontece com a procissão, festas, comidas, bebidas, cultos e danças oferecidos aos ídolos.
A conexão era tão forte que os jogos eram um ato de culto, não apenas um evento esportivo, onde “Zeus” (Satanás) era representado como o guardião da justiça e da competição e hoje através das imagens de escultura ou dos demônios (forte demais essas revelações Bíblicas, mas é a verdade - Grifo).
Portanto, aqui estão alguns dos santos mais proeminentes homenageados no futebol brasileiro pela Igreja Católica Romana, nos confirmando mais uma vez pela Bíblia Sagrada, que essa igreja prega um falso evangelho, que nada tem a ver com Deus, a Bíblia Sagrada e com o evangelho de Jesus Cristo, mas com ídolos e demônios e não com os ensinos do novo testamento.
São Jorge (Corinthians): Conhecido como o "Santo Guerreiro", é o padroeiro do Sport Club Corinthians Paulista.
Portanto, na Umbanda e nas religiões de matriz africana (macumba/Candomblé), São Jorge é sincretizado e é conhecido como “Ogum”, pois ele é o “Orixá” Guerreiro, senhor do ferro, da forja, da tecnologia e da guerra, cultuado como protetor que abre os caminhos e promove a paz, celebrado no dia 23 de abril.
Assim sendo, São Jorge é venerado na Igreja Católica Romana que nada tem dos ensinamentos dos apóstolos de Jesus Cristo como um mártir e "Santo Guerreiro, cultuado, venerado e adorado", celebrando seu dia em 23 de abril.
Dessa maneira, ele simboliza a fé inabalável dos católicos, não dos ensinamentos bíblicos, representado montado a cavalo lutando contra o dragão (Satanás conforme Apocalipse 12.4, 9), e que também representa a vitória do bem contra o mal conquistado por Jesus Cristo na cruz do calvário e contra a idolatria que a igreja católica ensina ou a imagem de escultura de nome São Jorge.
Portanto, seu culto é muito popular, com destaque para sua devoção na Inglaterra, Portugal e Rio de Janeiro.
Formas de Culto e Veneração Católica:
Data Festiva: 23 de abril é a data dedicada à sua memória.
Representação: É retratado como soldado, destacando sua coragem e sacrifício.
Patronato: Considerado padroeiro dos soldados, cavaleiros, escoteiros e arqueiros.
Significado Theo Idólatra: A lança representa a fé e o dragão: o diabo, a idolatria que destrói, ou a própria ação do diabo através dos ídolos conforme João 10.10, mas mesmo sabendo disso, a igreja católica ensina a idolatria pois não somos hipócritas para negar os fatos que estão diante dos nossos olhos.
Relíquias: Em Roma, na igreja de São Jorge em Velabro, conserva-se seu crânio.
História: Embora a existência histórica seja debatida por falta de documentos da época, a Igreja valoriza sua tradição como mártir que morreu pela fé em Jesus, segundo eles afirmam, mas não tem nenhuma prova disso.
Memória: Em 1969, o Vaticano transformou sua celebração em memória facultativa, não retirando sua santidade, mas ajustando a liturgia.
Portanto, a falta de evidências históricas nos remete a verdades ou mentiras?
Principais Características e Associações:
Ogum: Orixá dos caminhos, da tecnologia, das ferramentas de metal e da luta.
Santo Guerreiro: A imagem de São Jorge montado em seu cavalo, lutando contra o dragão, reflete a força e a coragem de Ogum em batalhas.
Sincretismo: Durante a escravidão, para preservar o culto a Ogum, os fiéis utilizavam a imagem de São Jorge, permitindo a veneração da entidade africana sob a fachada de santo católico.
Culto: Muito popular no Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.
São Judas Tadeu (Flamengo): Considerado o padroeiro do Clube de Regatas do Flamengo, com grande devoção da torcida, mostrando que a torcida está sendo dirigida a esse falso ídolo, ou aos demônios, muito pesado, mas é o que a Bíblia, a santa palavra de Deus ensina para aqueles que creem.
Na Umbanda, São Judas Tadeu é reconhecido como um Santo Católico sincretizado com entidades espirituais ligadas à linha de Xangô, e assim ele é venerado como o "santo das causas impossíveis" e o padroeiro dos desesperados, amparando aqueles que passam por grandes dificuldades.
Aqui estão os principais pontos sobre como ele é visto:
Sincretismo com Xangô: Devido ao seu poder de trazer equilíbrio, justiça e socorro nas horas mais difíceis, São Judas Tadeu é associado à energia de Xangô, orixá da justiça.
Causas Impossíveis: É a quem se recorre nos momentos de desespero e quando os desafios da vida parecem insuperáveis
Símbolo de Proteção: É celebrado em 28 de outubro, dia em que fiéis pedem proteção contra todo mal.
Embora Xangô seja mais frequentemente sincretizado com São Jerônimo ou São João Batista, São Judas Tadeu ocupa um lugar especial como um intercessor poderoso nos terreiros de Umbanda.
Assim sendo, você agora pode conhecer quem realmente está agindo através das imagens no clube do flamengo?
Portanto, essas informações são fatos reais no mundo e não fanatismo religioso, pois conforme os ensinamentos da Bíblia Sagrada, esses supostos santos, supostos deuses, entidades que se apresentam com esses vários nomes, na verdade são anjos caídos ou demônios que agem no mundo a serviço de Satanás, que é o deus deste século, que comanda esse mundo caído no pecado conforme 2 Coríntios 4.4.
Assim sendo, para não ficar muito extenso, exaustivo o nosso comentário, pesquise na internet que ali se encontra a suposta função desses supostos falsos deuses da mitologia, supostos santos da igreja Católica, da macumba do candomblé e de outros cultos pagãos, que supostamente estariam agindo a favor do povo, mas que na verdade de acordo a Bíblia Sagrada, são anjos caídos, transformados em demônios à serviço de Satanás, o deus deste século, para enganar os pecadores e no final levá-los para o lago de fogo e enxofre juntamente com eles, conforme Salmo 9.17; Apocalipse 19.20; 20.10-15; 22.15, onde na verdade, esses supostos santos não estariam agindo a favor do povo mas os escravizando em vícios e em toda sorte de pecados.
São Januário/Gennaro (Vasco da Gama/Palmeiras):
Vasco: São Januário dá nome ao estádio do clube.
Palmeiras: São Gennaro é o padroeiro, muito cultuado devido à origem italiana do clube.
Nossa Senhora das Graças (Atlético Mineiro): Padroeira do clube, com o manto da imagem oficial pintado de preto para evitar associação com o rival Cruzeiro.
A suposta Nossa Senhora dos Pagãos e não dos cristãos das Vitórias (Vasco da Gama): Cultuada com uma capela no estádio do Vasco.
Santa Rita de Cássia (Santos FC): Padroeira oficial do Santos Futebol Clube.
Nossa Senhora do Monte Serrat (Santos FC): Padroeira da cidade de Santos e também adotada como defensora do clube.
(São Paulo FC): São Paulo Apóstolo, Padroeiro do São Paulo Futebol Clube que não tem nenhuma base Bíblica, mas apenas invenção da igreja Católica Romana.
Nossa Senhora da Glória e São João Paulo II (Fluminense): São os padroeiros cultuados pelo clube.
Portanto os supostos santos relacionados a todos os tipos de Esporte e ao Futebol:
São Luís Scrosoppi: Reconhecido como o padroeiro dos jogadores de futebol
São Sebastião: Tradicionalmente considerado o padroeiro dos atletas.
Devoção Especial
A suposta Senhora Aparecida dos pagãos e não dos cristãos, a padroeira do Brasil e, por extensão, é muito cultuada por jogadores e técnicos (como Tite) como uma proteção extra.
Portanto, quando em um estádio de futebol, como nas olimpíadas gregas, quando a multidão ovacionou a vitória de seu atleta, ou de seu time, sem saber, ele(a) estão aplaudindo, não a Deus, mas nas olimpíadas ao suposto deus “Zeus” ou Satanás, imitando Deus, o criador, e nos estádios de futebol os supostos deuses que agem atrás dos supostos santos protetores, ou das imagens de escultura, como a suposta Santa catarina a “SUPOSTA PROTETORA DO ESTADO E NÃO JESUS CRISTO”, tudo invenção da igreja católica dos romanos, e assim os pagãos estão rendendo louvores aos demônios conforme os ensinos da Bíblia Sagrada que ao ler Efésios 6.10-18, você vai entender com quem estamos espiritualmente lutando.
Nota: Citei o nome do técnico Tite nesta mensagem retirada da internet como muitas outras coisas da Wikipédia fundamentando tudo na Bíblia Sagrada, a santa palavra de Deus e assim ninguém de sã consciência poderá refutar, ou negar essas verdades, mas apenas não aceitar ou aceitar, pois é impossível não crer já que essas verdades estão relatadas na história universal e refutadas pela Bíblia Sagrada, por mais duras que são de ouvir, e mais difícil ainda de aceitar.
Portanto, conforme Efésios 2-1-3. 6.12, podemos ver a grande potestade de demônios que existe no futebol e de acordo Apocalipse 18.4, o povo de Deus são avisados a sair do meio dessa idolatria e ainda não participar de seus pecados para não incorrer nas suas pragas.
Por conseguinte, voltando a comentar a respeito da suposta rainha Ishtar da mitologia da Babilônia, é a Senhora Aparecida dos Católicos no Brasil, estas são figuras femininas poderosas na “Theo idolatria Babilônica” onde ambas são chamadas de "Rainha do Céu", quando na Bíblia Sagrada, o termo "Rainha do Céu" refere-se a uma divindade pagã adorada por israelitas apóstatas, como hoje cristãos apóstatas mundanos, também vivem associados com o mundanismo, e assim as supostas deusas babilônicas/cananeias como “Ishtar ou Astarte” na Babilônia e Aparecida no Brasil, foram e são cultuadas e adoradas por milhões de pecadores perdidos sem salvação, que ao invés de adorar e cultuar a Deus, o Todo Poderoso, cultuam e adoram ídolos feitos por mãos humanas.
Assim sendo, o profeta Jeremias condenava severamente essa adoração, chamando-a de idolatria que provocava a ira de Deus conforme Jeremias 7:18; 44:17-25, e hoje acontece a mesma coisa com as religiões pagãs que adoram ídolos.
"Os filhos apanham a lenha, os pais acendem o fogo, e as mulheres amassam a farinha, para se fazerem bolos à Rainha dos Céus; e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira." — (Jeremias 7:18)
v. 17-19: O povo afirma que continuará a queimar incenso à "Rainha dos Céus" e a derramar libações, argumentando que tinham fartura de comida e prosperidade quando o faziam, e que a miséria veio ao pararem com o culto.
20-23: Jeremias responde que o Senhor se lembrou da idolatria deles em Judá, que foi a causa da desolação e maldição em que a terra se tornou.
24-25: Deus, por meio de Jeremias, diz que eles cumpriram seus votos de idolatria com as próprias mãos e que, por isso, serão consumidos pela espada e pela fome no Egito.
Dessa maneira, o texto destaca a inversão de valores do povo de Deus, que associava a prosperidade à idolatria e não a obediência à palavra de Deus, pois cultando a suposta “Rainha do céu” para eles não faltava nada.
Assim sendo, eles acreditavam que à desgraça vinha sobre eles não por causa da idolatria e também acreditavam que o juízo divino que viria sobre eles não era por causa de seus pecados, assim eles permaneciam na sua idolatria.
Desse jeito, Satanás os abençoava materialmente mesmo eles estando em pecado, adorando ídolos para os enganar e por fim os levar à perdição eterna junto com ele e com os seus demônios que operam atrás da idolatria para o lago eterno de fogo e enxofre.
Consequentemente, ainda hoje o método usado por Satanás para enganar os povos, continua sendo o mesmo que é prosperar materialmente a pessoa, mantendo ela na idolatria e no pecado e no fim levar essa pessoa à perdição eterna com ele e com os seus demônios.
Logo, a respeito da suposta “Rainha do céu”, de acordo a palavra de Deus, era uma suposta deusa que na realidade não existe nenhum deus de acordo a Bíblia Sagrada, mas foi imaginada como a suposta deusa da fertilidade dos pagãos e da guerra, a qual era adorada com incenso, ofertas de bebidas e bolos, como acontece em outras religiões espalhadas pelo mundo e ainda como acontece hoje na macumba, com despachos na Umbanda/Candomblé que são oferendas rituais destinadas a “orixás ou entidades, como Exu”, - (demônios, anjos caídos conforme Efésios 6.12; anjos de Satanás de acordo Apocalipse 12.7-9) para solicitar proteção, prosperidade, limpeza espiritual, abrir caminhos ou agradecer a esses demônios e não ao Deus criador, a Jesus Cristo e ao Espírito Santo, pois a palavra de Deus nos ensina que o único antídoto que nos purifica de todo pecado é o Sangue de Jesus Cristo que foi vertido na cruz do calvário para nos salvar da condenação eterna de acordo 1João 1.7-9.
Lamentavelmente, o engano de Satanás que já foi condenado é enganar milhões e no final levar eles junto com ele para a perdição eterna como acontece no Kumbh Mela, sendo considerado o maior encontro religioso do mundo, e seus objetivos principais envolvem uma combinação de purificação espiritual, devoção e celebração cultural quando em janeiro de 2025, houve um tumulto e correria durante a peregrinação Kumbh Mela em Praia Graj, na Índia, que resultou em 30 mortos e dezenas de feridos e o rio Ganges onde os peregrinos tomam banho é considerado mais imundo do que o rio tietê e muitos corpos mortos de seres humanos que não são cremados são jogados nos rios com corpos em decomposição conforme a BBC, Centenas de valas têm sido feitas informalmente para vítimas da covid nas areias que ficam às margens do Ganges, rio sagrado para os indianos.
As águas do rio Ganges, o mais sagrado da Índia, estão sendo tomadas por corpos, no momento em que o país asiático colapsa diante da pandemia de covid-19.
Os principais objetivos da procissão e do festival são:
Purificação da Alma (Snan): O objetivo central é banhar-se nos rios sagrados (Ganges, Yamuna e Saraswati) durante dias auspiciosos. Acredita-se que este mergulho limpa os pecados e liberta do ciclo de reencarnação (moksha) e não a purificação de nossos pecados que é efetuada pelo Sangue de Jesus Cristo vertido na cruz do calvário que nos purifica de todo pecado conforme 1 João 1.7, grande engano e mentira de Satanás que engana todo o mundo conforme Apocalipse 12.9, sendo a principal atividade do diabo.
Centenas de corpos têm sido encontrados flutuando no rio ou enterrados nas areias de suas margens, onde esses corpos desaguam, no Estado de Uttar Pradesh (norte),
Nas últimas semanas, a Índia alcançou as marcas de mais de 25 milhões de casos e 275 mil mortes, mas especialistas estimam que, diante de uma enorme subnotificação, o número total de mortos seja muitas vezes maior do que o oficial.
Os corpos encontrados à beira do rio, junto a piras funerárias e rituais de cremação, contam a história de mortes que ficam à margem das contagens realizadas por autoridades conforme notícias da BBC veja vídeos na internet corpos mortos sendo retirados do rio Ganges e cremados na beira do rio onde milhões de pessoas de todas as idades tomam banho, desde crianças até velhos.
Celebração da Mitologia: O festival celebra o mito da "agitação do oceano" (Samudra Manthan), onde gotas de amrita (néctar da imortalidade) caíram em quatro locais (Prayag Raj, Haridwar, Nashik, Ujjain), e o banho simboliza a busca por essa imortalidade, mas não ser purificado pelo sangue de Jesus, onde o banho em um dos rios mais sujos podres do mundo cheio de corpos mortos boiando de acordo a mitologia Hindú, purificar os pecados dos 400 milhões de pessoas vindo de todas partes do mundo na peregrinação de Kumbh Mela para ter os seus pecados purificados e alcançarem a imoralidade, e assim, tão grande é o engano de Satanás, o pai da mentira conforme João 8,44. pois Jesus Cristo disse que foi Ele que veio ao mundo para purificar o ser humano de seus pecados através de seu sangue vertido na cruz do calvário e dar a vida eterna para os que crerem, e não através da reencarnação do copo mas da ressurreição dos mortos.
Busca por Conhecimento Superior (Atma Gyan): O evento é um local de confluência para sábios e devotos discutirem e revisarem conhecimentos antigos, focando no desapego e na iluminação.
Unidade e Devoção: Proporciona um espaço para milhões de hindus compartilharem fé, meditação e ioga, reforçando a unidade universal e a superação de diferenças.
Participação na "Peshwari" (Procissão): A procissão inicial, chamada Peshwari, celebra a chegada dos akhras (ordens monásticas) e supostos santos, que abençoam os espectadores e demonstram a força espiritual e a tradição hindu, tudo uma ilusão e mentira do diabo, pois a Bíblia Sagrada não ensina nada disso e essa inspiração para milhões creem nessas mitologias não veio de Deus para esses pobres pecadores.
Assim sendo, continuando o nosso assunto, os despachos oferecidos a demônios consistem em elementos específicos como comidas, velas, bebidas, farofas, galinhas mortas, cachaça, charutos, etc.. depositados em locais estratégicos como: encruzilhadas, cemitérios, matas e cachoeiras, como oferendas aos supostos deuses que na realidade são demônios enganado os seres humanos à serviço de Satanás, conforme nos ensina a Bíblia Sagrada.
Assim sendo, as oferendas variam do Antigo Oriente Médio ao catolicismo popular brasileiro, refletindo a natureza de cada divindade ou figura venerada, como na paixão e na guerra da suposta deusa da mitologia Babilônica de Ishtar (Babilônia), a magia e maternidade de Ísis (Egito), e a devoção e gratidão, como à Senhora Aparecida do católicos idólatras, nos mostrando que magia, ocultismo, idolatria e feitiçaria fazem parte desse pacote de oferendas nas religiões pagãs que de acordo Apocalipse 22.15, os que praticam tudo isso e ainda outros tipos de pecados, vão ficar do lado de fora da cidade santa, a nova Jerusalém, e assim entendemos que os tais não terão salvação, nem ainda os que praticam a lista de pecados da natureza carnal pecaminosa, descrita em Gálatas 5.16-21.
NOTA: Dessa maneira, sempre procuro fundamentar todas essas afirmações na História e na Biblia Sagrada, citando capitulos e versículos, como também fatos históricos para ninguém, que ao ler esse texto, venha a pensar que sou um retrógrado, um fanático, um discriminador das religiões e culturas dos povos pagãos, mas apenas cito e acredito no que a palavra de Deus ensina, que também ninguém é obrigado a crer e nem aceitar nada do que a Biblia Sagrada ensina visto que Deus nos criou com livre arbítrio.
Aqui estão os tipos de oferenda para cada uma, baseados em tradições históricas e religiosas:
1. Deusa da Babilônia (Ishtar / Inanna)
Sendo a deusa do amor sexual, fertilidade, guerra e Vênus, as oferendas para Ishtar estavam voltadas para o prazer sexual, beleza e símbolos celestiais.
Alimentos e Bebidas: Frutas frescas (tâmaras, figos, romãs), pão, mel, vinho, cerveja e leite eram oferecidas nos cultos e adoração a essa suposta deusa da Babilônia, como ainda hoje oferecem leite nos templos de adoração aos animais como os ratos na Índia e outros animais adorados como divindades, pois a adoração de animais é um pilar fundamental do hinduísmo e da cultura na Índia, onde muitos seres são considerados sagrados, divindades ou reencarnações de supostos deuses.
Portanto, continuando com o relato do livro apócrifo de Enoque, que foi considerado apócrifo (sem inspiração divina) “QUE TAMBÉM FOI TIRADO DO CÂNON SAGRADO” é refutado pela “IGREJA CATÓLICA IDÓLATRA”, pois nesse livro, o anjo caído de nome Semjaza (ou Semjaza), ensinou encantamentos e o corte de raízes (feitiçaria/botânica oculta), que na verdade, a Bíblia Sagrada ensina que esse anjo que caiu do céu como um raio e foi visto por Jesus Cristo antes da sua encarnação, foi o próprio Satanás conforme Lucas 10.18.
Dessa forma, conforme o livro de Enoque, outros anjos caídos, incluindo Amazarak, Armaros e Barkayal, são mencionados ensinando feitiçaria, adivinhação, astrologia e movimentos lunares, que posteriormente foi ensinado e praticado na Babilônia, que também conforme Efésios 6.12, são classes de anjos que se transformaram em demônios seguidores de Satanás ao seu serviço.
Sendo assim, o texto deste livro descreve que, após esses ensinamentos, a impiedade aumentou, a fornicação se multiplicou e os humanos foram corrompidos em todos os seus caminhos e os capítulos 6-8, descrevem a descida dos Vigilantes ao Monte Hermon e também na corrupção da humanidade através desse conhecimento proibido, quando no capítulo 16, Enoque relata a sentença de Deus sobre os anjos, mencionando que a sabedoria que trouxeram é fútil e prejudicial, mas que depois foi suprimido pela Igreja Católica, a maior disseminadora de idolatria e toda sorte de paganismo através das falsas religiões do mundo, sendo vista como a “mãe das prostituições e abominações da terra” em seu sentido espiritual conforme Apocalipse 17.5, e essa corrupção moral e espiritual da humanidade, vai continuar aumentando cada dia mais até a sua consumação no período da grande tribulação que está se aproximando após o arrebatamento da igreja de Jesus Cristo da terra.
Dado isso, essa triste realidade é interpretada como uma explicação para a corrupção moral da humanidade que antecedeu o Dilúvio de Noé, diferenciando-se da explicação bíblica canônica de Gênesis 6, que é mais sucinta.
Deusa da Babilônia (Ishtar / Inanna)
Portanto, continuando com as oferendas dessa suposta deusa da idolatria e da mitologia religiosa da Babilônia, temos ainda os símbolos de Poder, como Estrelas de oito pontas (ou rosáceas de ouro), símbolos de lápis-lazúli (pedra azul).
itens de Beleza e Luxo: Perfumes, incensos (junípero, cedro, mirra), maquiagem, espelhos e joias.
Assim sendo, essa reverência advém de textos milenares (como os Vedas) e da crença na ahimsa (não-violência) contra todos os seres vivos de onde veio a inspiração da filosofia da proteção dos animais que não acho errada, apenas acho errado a valorização dos animais mais do que os seres humanos quando na verdade essa filosofia ou ideologia religiosa foi descrita no livro da Bíblia na carta de Paulo aos Romanos nos fazendo acreditar que já em sua época se praticava esse culto pagão dizendo:
Romanos 1:19- 32
¹⁹ pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.
²⁰ Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;
2 1 porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e os seus corações insensatos se obscureceram.
²² Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos
²³ e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis.
²⁴ Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos dos seus corações, para a degradação dos seus corpos entre si.
²⁵ Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém.
²⁶ Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza.
²⁷ Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão.
²⁸ Além do mais, visto que desprezaram o conhecimento de Deus, ele os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem o que não deviam.
²⁹ Tornaram-se cheios de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros,
³⁰ caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais;
31 são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis.
³² Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam.
Aqui estão os principais animais adorados e seus significados:
A Vaca Sagrada (Gau Mata): É o animal mais sagrado, simbolizando a vida, a fertilidade, a abundância e a mãe nutridora.
Portanto, considera-se que 33 deuses residem dentro da vaca. De de acordo a Bíblia Sagrada, a vaca seria possessa de supostos deuses ou demônios e são cultuadas e adoradas, como no antigo Egito adoravam o boi e os Israelitas fizeram um bezerro de ouro no deserto conforme Êxodo 32, e na índia as vacas circulam livremente, recebem tratamento vip e o seu abate é proibido ou restrito em grande parte da Índia.
Sendo assim, na Índia, as vacas são consideradas sagradas, representando a "mãe vaca" (Gau Mata), de onde surgiu o costume pagão das mulheres pagãs chamarem umas às outras de vacas ou sua vaca que na índia a vaca simboliza fertilidade, e a filosofia de não-violência (ahimsa), sendo veneradas em templos, casas e até nas ruas, embora não existam templos dedicados exclusivamente a uma "deusa vaca" no sentido ocidental, o touro Nandi, guardião de Shiva, é venerado em quase todos os templos de Shiva, e vacas são protegidas em abrigos especiais chamados gosha-las.
Locais de Veneração e Cuidado:
Portanto gosha Las (Abrigos de Vacas), são locais muito comuns, especialmente no sul da Índia, onde vacas idosas, feridas ou abandonadas são cuidadas, alimentadas e tratadas como seres divinos.
Templos de Shiva (Nandi), Assim sendo, em muitos templos dedicados a Shiva, estátuas do touro Nandi (seu veículo/vahana) ocupam um local de destaque, recebendo ofertas e adoração.
Festivais, durante celebrações como o Pongal ou Diwali, as vacas são lavadas, decoradas com guirlandas, pintadas e adoradas em diversas partes do país.
Dessa maneira, a vaca é associada à suposta deusa Prithvi (terra) e a Kamadhenu, a vaca da abundância, simbolizando a generosidade e a vida, e essa tradição remonta aos textos sagrados Vedas e Puranas, consolidando a vaca como símbolo de pureza e prosperidade, nos mostrando que esse falso evangelho da prosperidades das riquezas terrenas foi inspirado por Satanás, anulando da mente dos povo de Deus as riquezas celestiais.
Macacos (Hanuman), O suposto deus Hanuman, símbolo de força, sabedoria e lealdade, é representado como um macaco, pois macacos, especialmente os langures, são respeitados, alimentados e considerados divindades, sendo comum oferecer-lhes bananas ou um suposto deus alimentado por bananas como diz a bíblia dizendo-se sábios, tornaram-se loucos (Romanos 1.22).
Elefantes (Ganesha), o deus Ganesha, uma das divindades mais populares, tem cabeça de elefante e é o removedor de obstáculos, trazendo boa sorte e sabedoria.
Desse jeito, os elefantes para muitos hindus, são adorados em templos, especialmente no sul da Índia.
Serpentes (Cobra/Naja), a cobra está associada ao deus Shiva, seu veículo, um touro, que é frequentemente retratado com uma cobra ao redor do pescoço, simbolizando o poder sobre a morte, hoje muito usada nos festivais de músicas principalmente a música ROCK pois elas são cultuadas para proteção contra venenos e doenças e assim você vai entendendo porque “SATANÁS É O dEUS DESTE SÉCULO” conforme 2 CORÍNTIOS 4.4.
Tigres e Leões: Considerados animais espiritualmente evoluídos e associados a supostas deusas como Durga, que monta um tigre e ainda hoje é propagada como uma mulher poderosa dormindo ou andando sob um tigre.
Outros Animais e Associações:
Rato: O principal e mais famoso templo do rato na Índia é o “Templo Karni Mata”, localizado em Deshnok, perto de Bikaner, no Rajastão, construído há mais de 600 anos, o templo abriga cerca de 20.000 a 50.000 ratos sagrados, chamados kaba, que são considerados encarnações dos devotos da suposta deusa Karni Mata e de seus familiares.
Funções e crenças principais:
Veneração e Reencarnação: Acredita-se que os ratos são almas de antepassados em transição, pois a morte de um rato é vista como o nascimento de um novo ser humano na casta de Karni Mata, e vice-versa e daí surgiu o costume de pessoas pagãs chamarem seu semelhante de rato com a expressão: Você é um rato, que na nação Brasileira, se tornou sinônimo de ladrão, e como não existe reencarnação e sim ressurreição, ao chamar o “seu semelhante de rato” de acordo João 10.10 é dizer que o seu semelhante é um filho do diabo que somente veio para matar, roubar e destruir.
Logicamente que nada disso existe, pois são coisas do diabo que de acordo João 8.44 é o pai da mentira, mas a verdade é que todo ser humano foi criado (e não reencarnado) com a imagem e semelhança de Deus e não de um animal ou de um réptil, mas conforme se encontra escrito em Gênesis 1.26.
Boa Sorte e Sagrado: Avistar um dos raros ratos brancos é considerado um sinal de muita sorte, representando a própria deusa ou seus herdeiros que se encarnaram em forma de ratos, reduzindo a criação de Deus, do homem e da mulher a animais e répteis que de acordo Romanos 1.23, a degradação da humanidade por causa do pecado ia chegar a tal situação que os seres humanos seriam reduzidos a descendentes de animais, de quadrúpedes, de aves e de répteis que diz:
E mudaram a glória do Deus incorruptivel em semelhança de homem corruptível, de aves, e de quadrúpedes, e de répteis (Romanos 1.23).
Oferenda e Conexão, dessa maneira, os visitantes pagãos que não conhecem a Deus, oferecem comida e leite aos ratos, pois comer a comida que foi mordida pelos ratos é considerado um sinal de bênção e boa fortuna e assim a teoria da prosperidade material oferecida pela adoração dos ídolos feitos pelas mãos dos homens e também de adoração e culto aos animais considerando os mesmos as suas reencarnações, culto que veio do Egito, tem a sua inspiração no próprio Satanás, por isso ele é o deus deste século conforme 2 Coríntios 4.4, e o mundo e as nações pagãs que se esqueceram de Deus e estão destinadas ao inferno conforme Salmo 9.17, sua cultura, seus costumes, suas religiões são controladas pelos demônios, pois a Bíblia Sagrada em 1 João 5.19 diz que o mundo jaz ou está no maligno.
Proteção: Portanto, os ratos na Índia são tratados como membros da família e protegidos, já que pisar ou matar um rato é considerado um grave pecado, exigindo a substituição por um rato de ouro puro, tal foi a degradação que chegou o ser humano no pecado ao ponto de considerá-los membros de sua família, como hoje chamam cachorros, gatos de estimação e outros animais de meus filhos, filosofia diabólica que veio do antigo Egito, que na explicação Bíblica registrada em 1 Samuel 6.4-5, ainda hoje os antigos Filisteus e os atuais palestinos, que sempre foram inimigos do povo de Israel após roubarem a Arca da Aliança de Israel, os filisteus foram castigados por Deus com uma praga que causou tumores/hemorroidas dolorosas e uma infestação de ratos que destruía a terra, e para acalmar a ira de Deus e fazê-lo retirar a praga, devolveram a Arca da aliança de Deus com a nação de Israel e como oferta para apagar a sua culpa e fazer expiação pelo seu pecado, eles fabricaram, em ouro, 5 imagens de tumores (hemorroidas) e 5 imagens de ratos, tendo como significado dos 5: Os cinco itens de cada representavam os cinco principais príncipes (governantes) e cidades filisteias (Asdode, Gaza, Ascalom, Gate e Ecrom) que foram assolados, e assim eles devolveram a arca e colocando dentro de um cofre ao lado essas ofertas de ouro conduzidas por uma carroça nova, puxada por duas vacas, que seguiu para Bete-Semes, em Israel.
Assim sendo, os sacerdotes filisteus aconselharam esse ato, comparando a situação com a teimosia dos egípcios no passado, para que eles não endurecerem o coração e fossem destruídos, costumes dos filisteus pagãos adotados posteriormente pelos Hindús.
Portanto, é lógico que Deus, o Todo Poderoso, não aplacou a sua ira sobre as nações dos filisteus, cessando a praga dos ratos com imagens de ouro de hemorroidas e ratos, que é uma abominação, mas porque a arca da aliança com Israel havia retornado.
Sendo assim, recentemente lançaram o filme “Avatar” Significado de Avatar: Derivado do sânscrito, o termo significa "descida" (geralmente de uma entidade divina), Biblicamente o anticristo refletindo a "descida" da mente humana para um corpo artificial, como já está sendo estabelecido, os “pós-humanos”, ou os “humanos máquinas”, uma simbiose de tecnologia com biologia que através da IA, vai surgir uma nova raça “pós-humana” de humanos biológicos e tecnológicos possuídos por demônios.
Dessa maneira, o conceito de “avatar” na filosofia religiosa da Índia, particularmente no hinduísmo, refere-se à encarnação física ou "descida" de uma divindade à Terra para restaurar a ordem cósmica, proteger o bem e destruir o mal.
Assim sendo, a palavra vem do sânscrito “avatāra”, que combina ava ("para baixo") e tṝ ("atravessar"), significando literalmente a descida de um ser divino ao mundo mortal, ou como já disse, o anticristo: o agente de Satanás para governar o mundo conforme os livros de Daniel e Apocalipse.
Aqui estão os pontos-chave sobre os avatares na tradição indiana:
Finalidade (Dharma): Os avatares descem em diferentes eras (yugas) sempre que o dharma (ordem/justiça cósmica) de Satanás e de seus demônios declina e o adharma (caos/mal) prevalece, causado por eles mesmos, que agora descem para enganar os povos quando a Bíblia alerta, no livro de Apocalipse, o alerta de "Ai" (uma expressão de lamento, juízo e profunda aflição) é dirigido principalmente “aos habitantes da terra durante o período da grande tribulação, quando a ira de Satanás e os juízos de Deus se manifestam”, Os momentos de "Ai" no Apocalipse destacam-se em:
Apocalipse 12:12 (O Ai para a Terra e o Mar): Este versículo diz: "Ai da terra e do mar, porque o Diabo desceu a vocês com grande ira, pois sabe que lhe resta pouco tempo".
Portanto, isso ocorre após Satanás ser expulso do céu e intensificar sua perseguição nos últimos dias no período da grande tribulação que já está se aproximando após o arrebatamento da igreja de Jesus Cristo da terra, e não da igreja Romana de idolatria, que também vai se associar através de seu falso profeta para promover o anticristo, conforme Apocalipse 13.11-18.
As Três Trombetas de "Ai" (Apocalipse 8:13): Um anjo anuncia três "ais" consecutivos relacionados ao toque das últimas três trombetas (quinta, sexta e sétima), que trazem pragas, demônios e juízos severos sobre a humanidade que não segue a Deus, no período da grande tribulação.
Apocalipse 18 (O Ai sobre Babilônia): O capítulo 18 descreve o "ai" sobre a grande cidade (Babilônia/sistema mundial de comércio), focando na queda do sistema comercial, político e corrupto que perseguiu os santos, pois o sistema Babilônico religioso idólatra mundial já teria sido destruído pelos dez reis aliados ao anticristo conforme Apocalipse 17.16, 17.
Assim sendo, esses alertas bíblicos no Apocalipse, não visam apenas causar medo, mas sim servir de aviso sobre a necessidade de arrependimento de nossos pecados e da idolatria religiosa enquanto é tempo.
Voltando a falar dos supostos Avatares, que de acordo a Bíblia Sagrada em Efésios 6.12 são demônios que estão em associação com Vishnu (Satanás), embora essas supostas divindades do Hinduísmo possam se manifestar (que na verdade já estão se manifestando no mundo) ainda vão se manifestar na grande tribulação, quando o poço do abismo for aberto pelo próprio Satanás, que vai receber a chave das mãos de um anjo conforme Apocalipse 9;1-11, o conceito está intimamente ligado a Vishnu, o falso deus preservador da mitologia Hindú que não preserva nada, mas destroi tudo o que o Deus verdadeiro criou, esse falso deus imaginário dos pagãos é conhecido por assumir múltiplas formas, sendo os Dashavatara (dez avatares) os mais conhecidos, incluindo Rama e Krishna.
Dessa maneira, na mitologia religiosa dos Hindus existem alguns relatos modificados extraídos da Bíblia de acontecimentos que foram realizados na história da humanidade como o relato do dilúvio, onde os dez avatares principais de Vishnu, conhecidos como Dashavatara (conforme Enciclopédia Wikipédia e Enciclopédia Britannica), encarnaram na Terra para restaurar o equilíbrio cósmico (dharma), e esses supostos Avatares, que de acordo a Bíblia Sagrada, são demônios, anjos caídos à serviço de Satanás e que mentirosamente evoluíram de formas animais, quando na verdade de anjos de DEUS, ELES SE TRANSFORMARAM EM DEMÔNIOS e não evoluíram de animais para seres humanos (outra mentira do diabo, pois não existe evolução de seres vivos como uma cobra, um rato, uma lagarta etc se evoluindo até se transformar em um ser humano) que na religião da mitologia Hindú, seria reencarnações crida no mundo inteiro pelos espíritas pagãos e posteriormente pela teoria de Charles Darwin, e assim você vai entendendo porque Satanás é o deus deste século que cegou o entendimento dos incrédulos conforme 2 Coríntios 4.4; e engana a todos os moradores do mundo, segundo Apocalipse 12.9, e acredite quem quiser pois Deus nos criou com livre arbítrio, para crermos e não crermos rejeitarmos ou praticarmos.
Matsya (Peixe): Salvou a humanidade do grande dilúvio, uma grande mentira pois de acordo o relato Bíblia apenas 8 pessoas foram salvas do grande dilúvio em uma arca, pois no relato bíblico de 2 Pedro 2:5, o apóstolo Pedro menciona que Deus, ao trazer o dilúvio sobre o mundo de ímpios, salvou Noé, "pregoeiro da justiça", e mais sete pessoas.
Quem foram os oito salvos (Noé e mais sete):
Noé
A esposa de Noé
Sem (filho)
A esposa de Sem (nora)
Cam (filho)
A esposa de Cam (nora)
Jafé (filho)
A esposa de Jafé (nora)
Assim sendo, quem salvou Noé e sua família do grande dilúvio não foi um peixe da mitologia Hindu e sim o próprio Deus criador de tudo que existe nos céus e na terra.
Pontos importantes em 2 Pedro:
Dessa maneira, o texto usa o dilúvio como exemplo de que Deus sabe livrar os piedosos de provações e reservar os ímpios para o julgamento.
E assim, descreve Noé: como "pregoeiro da justiça" (ou "anunciador de justiça"), indicando que, enquanto construía a arca, Noé alertou sua geração sobre o juízo de Deus.
Destruição: Pedro enfatiza que Deus não poupou o "mundo antigo", e não salvou conforme ensina as mitologias e contos dos índios e das nações pagãs, salvando apenas essas oito pessoas através da arca, e não o ídolo imaginário da mitologia religiosa Hindú de nome Matsya (Peixe): que teria salvado a humanidade do grande dilúvio que a Bíblia descreve apenas oito pessoas, e assim, aqui está mais uma distorção da Bíblia Sagrada por Satanás, e você vai compreendendo porque ele é o deus deste século.
Consequentemente, a humanidade ficou com o entendimento tão cego por Satanás, o deus deste século, que milhões acreditam que uma tartaruga, o suposto deus “Kuma” dos Hindus, sustentou o monte mandara durante o batimento do oceano, e assim o Varaha (Javali) levantou a Terra do fundo do oceano, enquanto Narasimha (Homem-Leão), destruiu o demônio Hiranyakashipu para proteger o devoto Prahlada, quando Vamana (Anão), mediu os três mundos com três passos para conter o rei Bali, e assim, você vai descobrindo porque Satanás é o deus deste século, caído em pecado, enganando os seres humanos, começando com as crianças inocentes, que os pais não levam à escola dominical para aprender enquanto é tempo as verdades da palavra de Deus, criando as mesmas com desenhos animados, mentiras de Satanás, pois a sua missão nesse mundo junto com os demônios é enganar com mentiras e assim você vai vendo que o mundo pagão não é guiado pela verdade e sim pela mentira.
Assim sendo, humildemente te confesso que eu não queria pesquisar para escrever esse texto do qual, quase nada eu sabia, mas Deus me inspirou para escrever tudo isso porque Ele te ama!
3º) - CONTINUAÇÃO DA MITOLOGIA RELIGIOSA DOS HINDÚS À LUZ DA BÍBLIA SAGRADA.
Assim sendo, na mitologia hindu, com seus milhares de deuses (Devi/Deva), Trimurti (Brahma, Vishnu, Shiva, demônios, anjos caídos conforme a santa palavra de Deus em Efésios 2. 1-03;6.12) e textos como os Vedas, difere fundamentalmente do monoteísmo bíblico, enquanto a Bíblia ensina que o Deus é o único e Verdadeiro Criador conforme Êxodo 20:3, o hinduísmo abraça o politeísmo e o panteísmo, onde o Deus criador se manifesta em tudo.
Portanto, o politeísmo é a crença e adoração de múltiplos deuses (anjos caídos, demônios), geralmente com personalidades e funções distintas (ex: mitologia grega), enquanto o panteísmo defende que o Universo (a união de tudo que existe, outra heresia que não está na Bíblia), a Natureza e Deus são uma única e mesma coisa, onde tudo é divino e não existe um Deus criador e tudo o que existe como a sua criação, onde o politeísmo é a filosofia que define que existem deuses separados ou demônios de acordo Apocalipse 12.4, onde está escrito que Satanás levou após si em sua rebelião contra Deus a terça parte das estrelas do céu; (Querubins conforme Isaías 14.12) e as lançou sobre a terra, quando o panteísmo une tudo que existe em uma unidade cósmica, não separando o bem do mal, Deus e seus anjos de Satanás e seus anjos conforme nos ensina a palavra de Deus que se encontram em guerra conforme Apocalipse 12.9.
Politeísmo, como já disse, é a crença dos pagãos em Muitos Deuses, anjos caídos ou demônios conforme a Bíblia Sagrada.
Assim sendo, como já foi dito, apenas para ficar gravado, o politeísmo é a crença em uma pluralidade de supostos deuses ou divindades que na verdade não existe pois o que realmente existe é apenas um Deus verdadeiro com seus anjos, que conforme Hebreus;1.14, são espíritos ministradores enviados por Deus para servir os cristãos que hão de herdar a salvação.
Sendo assim, esses supostos deuses da mitologia Grega com as suas características, possuiram personalidades, poderes e domínios específicos (ex: Zeus para raios, Poseidon para mares) mas na verdade a Bíblia Sagrada aplica essas características ou esses atributos ao único e verdadeiro Deus, criador dos céus e da terra.
Portanto, confesso sinceramente, todas essas imaginações mitológicas dos povos que não conhecem a Deus, muito menos a Bíblia Sagrada nos traz muito cansaço, mas precisamos explicar tudo o que é verdadeiro conforme a Bíblia Sagrada e tudo que é mentiroso conforme a mitologia dos povos.
Exemplos: Religiões antigas como a egípcia, nórdica e grega.
Visão: Os supostos deuses são geralmente seres separados, que podem ser antropomórficos (forma humana).
Panteísmo (Tudo é Deus), não existe um Deus criador conforme ensina a Bíblia Sagrada.
Definição: Doutrina que identifica Deus com o “universo”, a natureza e todas as coisas, não havendo um deus pessoal ou transcendental separado do mundo, A palavra "universo" tem origem no latim universum, que significa "tudo junto" ou "voltado para um", que deriva da junção de unus (um) e versus (particípio passado de vertere, girar ou converter), indicando o conjunto de tudo que existe, formando uma unidade única, e assim essa palavra vem do Latim universum, “o mundo, o universo”, literalmente “tudo junto” ou “tornado um”, de unus mais versus, palavra que vai de encontro o ensinamento Bíblico pois Deus não é um com Satanás, o bem e o mal não é uma unidade, a luz com as trevas, o dia com a noite, o rio de águas doce e o mar de água salgada, etc…
Principais aspectos da origem etimológica:
Portanto, o significado etimologicamente para a palavra “universo”, refere-se ao conjunto de todas as coisas transformadas ou giradas em uma única unidade, o que não ensina a palavra de Deus
Raiz Latina e não Bíblica, foi popularizada por Cícero à partir da contração poética universum de Lucrécio e o conceito evoluiu para abranger o total de matéria, energia, espaço e tempo, que na terra, existe o fator tempo com princípio e fim da matéria transformada que volta ao pó, pois aqui nesse mundo tudo é matéria, inclusive os seres humanos (fisicamente falando) que voltam ao pó conforme Eclesiastes 12.7, mas na eternidade nos céus não existe matéria corruptível, por ser lá, tudo incorruptível, mas as filosofias orientais e algumas vertentes do Hinduísmo e ainda pensadores ocidentais como Baruch Spinoza ensinam que Deus não é o “criador” externo, negando o que a Bíblia ensina, mas Deus seria a própria essência do cosmos, onde palavra “cosmos” tem origem no grego antigo kósmos, significando "ordem", "organização", "beleza" ou "harmonia" sobre a origem da teoria da evolução da palavra "cosmos", nada tendo haver com o ensinamento Bíblico da criação, que na filosofia Pitágoras é frequentemente citado como o primeiro a usar o termo para descrever o mundo como um todo, organizado e harmônico, mas como já foi visto, não existe nenhuma harmonia do bem com o mal, mas visão dos pré-socráticos e da mitologia Grega que nada tem haver com os ensinamentos das Bíblia Sagrada que Deus não é o "criador" externo, mas a própria essência do cosmos, ou a evolução do “Cosmos” significando "ordem", "organização", "beleza" ou "harmonia" muito ensinado através de filmes.
Assim sendo, no politeísmo, existem vários deuses que são cultuados e adorados nas culturas das nações pagãs, que de acordo a Bíblia Sagrada, como já foi dito, são anjos de Deus caídos em pecado, que se transformaram em demônios e se uniram a Satanás, e no panteísmo, existe uma unidade divina que abrange tudo considerando que tudo o que existe é o próprio Deus ou a criação seria o próprio Deus.
Assim sendo, na natureza dos supostos deuses, os politeístas adoram seres com funções específicas em todas as áreas da vida, através das imagens de escultura de supostos santos da igreja Católica, quando os Panteístas veem o todo como divino, sem personalidades divinas individuais, pois para eles não existe um Deus criador, é uma criação feita por Ele conforme nos ensina as Escrituras Sagradas e assim você vai compreendendo porque Satanás é o deus deste século conforme 2 Coríntios 4.4, e também porque Deus nos ensina a não amar ao mundo nem o que no mundo há, pois aqueles que amam o mundo o amor de Deus não está neles conforme 1 João 2.15-17, e agora os que amam o mundo e praticam as coisas pecaminosas do mundo se tornaram em inimigos de Deus conforme Tiago 4.4, e se não se arrependerem e deixarem as coisas do mundo, não terão salvação e assim sendo, agora você também consegue entender porque poucos vão para céu, porque o caminho, além de ser estreito e apertada a porta, é necessário viver em paz com todo mundo e assim não é fácil não pois servir e andar com Deus na terra requer renúncia de tudo o que não lhe agrada, inclusive viver em paz e amar aos seus inimigos, e aqueles que vos perseguem e vos maltratam e também viver em santidade conforme Hebreus 12.14, e não amar nada do mundo e nem do que no mundo há.
Portanto, não me tenha por fanático e antipático pois estou ensinando apenas o que a Biblia Sagrada, a santa palavra de Deus nos ensina e confesso que me esforço muito para obedecer e praticar.
Diante do exposto, conforme a doutrina religiosa do politeísmo, existe uma crença transcendente que os pagãos adoram muitos supostos deuses manifestos através de imagens de esculturas, ou no espiritismo através de entidades, e se comunicam com supostos mortos como na religiões de matriz africanas e tantas outras milhares de religiões espalhadas pelo mundo que nada tem com os ensinamentos Bíblicos, e assim esses supostos deuses (demônios) podem ser separados do mundo físico; onde no panteísmo diz que Deus é imanente, existindo apenas dentro do mundo físico, e assim você vai compreendendo porque Satanás é o deus deste século.
Sendo assim, continuando com a mitologia religiosa dos Hindús, temos ainda Parashurama (Rama com Machado): Guerreiro que protegeu o Dharma contra reis corruptos.
Rama (Príncipe/Rei): Protagonista do Ramayana, derrotou o demônio Ravana.
Krishna: Figura central do Mahabharata e Bhagavad Gita que não iremos comentar para não ficar muito extenso o texto, o Mahabharata é o cenário geral da guerra; o Bhagavad Gita é o diálogo filosófico/espiritual que ocorre dentro do Mahabharata; e Krishna, Esses três elementos, são pilares fundamentais da cultura e espiritualidade hindu, profundamente interligados, mas não devemos esquecer que todo esse conhecimento está relacionado à mitologia dos Hindús, ou as suas imaginações como eu venho afirmando, mas existe alguém que inventa essas histórias e projeta na mente dos pagãos que não conhecem a Deus nem as verdades da Bíblia Sagrada sendo próprio Satanás
Buda / Balarama: Algumas tradições incluem Buda, outras o irmão de Krishna, Balarama conforme a Wikipedia.
Kalki (Guerreiro): O avatar final que virá no fim de Kali Yuga para destruir a impiedade, que de acordo a Bíblia Sagrada principalmente no livro do apocalipse, será o anticristo que virá, não para destruir a impiedade, mas para promover a maior impiedade na história humana, pois ele será o “homem do pecado” conforme 2 Tessalonicenses 2.3.
Portanto, em 2 Tessalonicenses 2:3, o anticristo é chamado de "homem do pecado" (ou "iniquidade") porque ele personificará a rebelião total contra Deus e a lei divina ou a palavra de Deus.
Assim sendo, esta expressão destaca que ele será a antítese de Cristo, liderando a apostasia final, opondo-se a tudo o que é santo e enganando com falsos milagres.
Principais razões bíblicas para este título:
Antítese da Lei ou palavra de Deus (Iniquidade): O termo grego anomos (sem lei ou iniquidade) refere-se à rejeição absoluta dos mandamentos de Deus, agindo como um agente do caos e da rebeldia, como atualmente o seu espírito se encontra cada vez mais em evidência no mundo.
Personificação do Mal: Ele será uma figura singular, "filho da perdição", que encarna a essência do mal e se levanta contra o verdadeiro culto a Deus, promovendo o culto a ele mesmo, o qual irá assentar no templo de Deus querendo parecer Deus ou se adora conforme 2 Tessalonicenses 2.4.
Autoridade Satânica: Sua vinda, segundo 2 Tessalonicenses 2:9,10, ocorre com a "eficácia de Satanás", usando prodígios de mentira para enganar com todo engano de injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem conforme ainda Apocalipse 13.4.
Kurma (Tartaruga): Sustentou o Monte Mandara durante o batimento do oceano e assim você verá que essa crença não pode passar de mitologia, ou imaginação que vem de Satanás, pois racionalmente isso não tem lógica, mas os pagãos acreditam pois de acordo a Bíblia ficaram com o seu entendimento cego para que em suas mentes não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo que é a imagem de Deus de acordo 2 Coríntios 4.4, e por causa dessa cegueira mental, as mentiras de Satanás, o deus deste século, escurece cada vez mais suas mentes no paganismo e na idolatria e suas mentes se tornam cada vez mais parecidas com a imagem de Satanás, o pai da mentira conforme João 8.44.
Varaha (Javali): Levantou a Terra do fundo do oceano (que não passa de pensamentos mitológicos das mentiras de Satanás).
Narasimha (Homem-Leão): Destruiu o demônio Hiranyakashipu para proteger o devoto Prahlada, ou seja, demônios destruindo outros demônios como eles inspiram seres humanos a destruírem também o seus semelhantes começando com Caim antes do dilúvio que matou a seu irmão carnal pois era do maligno conforme 1 João 1.12.
Vamana (Anão): Mediu os três mundos com três passos para conter o rei Bali, que de accordo a Bíblia Sagrada, os três mundos são o céu morada de Deus, de seus anjos e dos que foram salvos por Jesus Cristo aqui na terra, a própria terra, e finalmente o lago eterno de fogo e enxofre onde será a morada eterna dos ímpios e de todas as nações que se esquecem de Deus de acordo Salmos 9.17; da besta e do falso profeta de acordo Apocalipse 19.20, do inferno, da morte, e dos ímpios conforme Apocalipse 20.11-15 e de Satanás, o pai da mentira que enganou o mundo inteiro com as suas mentiras conforme Apocalipse 12.9, e no lago eterno de fogo e enxofre onde serão atormentados noite e dia para todo o sempre conforme Apocalipse 20.10.
Portanto, mais uma vez devo te lembrar que todas as minhas afirmações dos acontecimentos na história universal nesse opúsculo, estou citando os versículos da Bíblia Sagrada, mostrando as origens e a fonte de inspiração dessas crenças dos pagãos que não acreditam em Deus, muito menos na Bíblia, para que você não venha dizer que todos esses assuntos neste pequeno livro são fontes das minhas ideias, ou das minhas próprias imaginações.
Parashurama (Rama com Machado) suposto guerreiro que protegeu o Dharma contra reis corruptos que nunca realmente foram extintos mas protegidos pelos demônios conforme Miqueias 2.10.
Rama (Príncipe/Rei): Protagonista do Ramayana, derrotou o demônio Ravana, pois aqui, a Bíblia nos ensina que os demônios que tem a essência do mal lutam também uns contra os outros e inspiram os seres humanos a destruírem os seus semelhantes como os ditadores destroem milhões de pessoas, pois conforme Eclesiastes 7.29, Deus criou o homem reto, mas ele buscou muitas invenções, inclusive se tornaram em inventores de males conforme Romanos 1.30, inventando armas de destruição inspirados por Satanás para destruir milhões de pessoas.
Krishna: Figura central do Mahabharata e Bhagavad Gita.
Buda / Balarama: Algumas tradições incluem Buda, outras o irmão de Krishna, Balarama [Wikipedia].
Kalki (Guerreiro): O avatar final que virá no fim de Kali Yuga para destruir a impiedade, o qual será de acordo a Bíblia Sagrada o anticristo que virá, não para destruir, mas para promover a impiedade no mundo como nunca antes na história da humanidade se viu de acordo Mateus 24.21,22.
Natureza da Manifestação: O avatar não é apenas um profeta, mas a própria divindade assumindo forma humana, animal ou híbrida (humanoide) na crença da mitologia.
Flexibilidade: Eles servem para guiar, ensinar e salvar a humanidade, restaurando o equilíbrio espiritual e material, que na verdade são demônios que fazem todas essas coisas guiando o mundo cada vez mais na maldade como realmente está se tornando cada dia mais, pois não tem aumento de paz e sim de guerras; não de amor e sim de ódio; não de união e sim de discórdias e divisões etc..
Principais Avatares (Dashavatara de Vishnu) e tantos outros que você já sabe, de acordo com a Bíblia Sagrada, eram estrelas de Deus (Querubins) mas satanás arrastou com a sua cauda a terça parte do céu conforme Apocalipse 12.4, os quais estão presos no abismo conforme 2 Pedro 2.4; Judas 6; Apocalipse 9.1- 11, os quais serão soltos do abismo por cinco meses no período da grande tribulação para atormentar os ímpios que desejarão morrer por causa dos grandes tormentos e até a morte fugirá deles.
Matsya: O peixe da mitologia do dilúvio.
Kurma: A tartaruga.
Varaha: O javali.
Narasimha: O homem-leão.
Vamana: O anão.
Parasuraman: O guerreiro com machado.
Rama: O príncipe ideal, na Bíblia o anticristo Conforme Apocalipse 12.1-10.
Krishna: O guia espiritual e sábio (figura central do Bhagavad Gita) representando a segunda besta do Apocalipse conforme Apocalipse 13.11-18.
Buda: Frequentemente reverenciado como o nono avatar que trouxe compaixão e iluminação, uma falsa imitação de Jesus Cristo.
Kalki: O avatar futuro que trará o fim da era das trevas (Kali Yuga) que você já sabe que será o anticristo, o representante de Satanás que virá com vários nomes mas que de acordo a Bíblia será o anticristo, que significa no lugar ou contra Cristo, o ungido de Deus.
Assim sendo, são esses os supostos avatares da mitologia Hindú.
Significado Filosófico
Unidade e Diversidade: A crença reflete como o hinduísmo harmoniza diversas correntes, permitindo que o Absoluto Brahman assuma formas concretas para interagir com os devotos, que de acordo a Palavra de Deus, o único ser absoluto que existe, é o Deus Todo Poderoso, criador do céu e da terra conforme Gênesis 1.1.
Conexão Humano-Divino: Representa a possibilidade do ser humano realizar o divino em si mesmo, que conforme ensina a Bíblia, o único que pode fazer isso com o ser humano, não é transformar o ser humano em ser divino mas conectar o ser humano com o Deus criador, e seu nome é Jesus Cristo, o único caminho, verdade e a vida que conecta o ser humano com Deus conforme João 14.6.
Portanto a Kali Yuga literalmente "idade de Kali", ou ("idade do vício") que conforme a vida idade do pecado sendo a quarta e última era do ciclo cósmico hindu, descrita como a "Era de Ferro", "Era da Discórdia" ou "Era da Escuridão". Iniciada por volta de 3102 a.C., depois do dilúvio caracteriza-se por um intenso declínio moral, espiritual e físico, marcado por conflitos, ganância, hipocrisia e ignorância, que de acordo a Bíblia Sagrada, começou após o dilúvio na torre de Babel conforme Gênesis 11.1-9, com a degradação moral e espiritual da humanidade que vai consumar a sua degradação em todos os aspectos no governo do anticristo de sete anos na grande tribulação, quando o maior representante que Satanás terá na terra desde que o mundo existe conforme Mateus 24.21,22, pois esse líder será o único na história da humanidade que vai ser revestido com todo o poder de Satanás, o dragão conforme Apocalipse 13.4. E referente a esses 400 anos que Deus se calou com a humanidade, se refere aos "400 anos de silêncio" no período intertestamentário entre o fim do Antigo Testamento (Malaquias) e o início do Novo Testamento (nascimento de Jesus). Durante este tempo, não houve profetas reconhecidos ou novas revelações escritas, interpretado como um intervalo de silêncio profético de Deus, preparando o mundo para a vinda de Jesus.
Portanto, toda essa mitologia dos Hindús, surgiu após a criação das nações conforme Gênesis 10.31.32, as quais surgiram na terra após o dilúvio cerca de 3.000 anos antes de Cristo inclusive a nação da Índia que surgiu após a criação da nação de Babilônia.
Principais características e contexto:
O "Período Intertestamentário": Este hiato marca a cessação da revelação bíblica, durando cerca de 400 anos entre o fechamento do Antigo Testamento e o surgimento de João Batista.
Significado Teológico: Esse silêncio é visto como um tempo em que Deus permitiu que a humanidade experimentasse o fracasso dos esforços humanos, como filosofia e poder material, preparando o cenário para a necessidade de um Salvador.
Cenário Político: Durante esse período, o povo de Israel esteve sob o domínio de diferentes impérios, incluindo os persas, gregos finalmente, os romanos, o que mudou drasticamente a sua situação social e religiosa
O Fim do Silêncio: O silêncio foi quebrado com o ministério de João Batista e o nascimento de Jesus Cristo, cumprindo a promessa de Deus de enviar o Messias.
Distinção Bíblica: É importante não confundir este "silêncio profético" com o período de 400 anos de escravidão no Egito, profetizado em Gênesis 15:13.
Conforme a mitologia Hindú, nesse período, o despertar espiritual pode ser mais rápido por meio da devoção, pois a luz da virtude brilha mais intensamente na escuridão.
Assim sendo, acredita-se que, ao final desta era, o Kalki Avatar surgirá para destruir o vício e iniciar uma nova era de ouro, o Satya Yuga que já sabemos pela Bíblia Sagrada que essa suposta era de ouro, será a era do anticristo, que irá trazer falsa paz e falsa segurança e falsa prosperidade para enganar o mundo inteiro, para se cumprir 1 Tessalonicenses 5.3; Apocalipse 18.
Continuando com a mitologia Hindú, temos Pássaros (Pavão/Pombo): Frequentemente associados a Saraswati ou respeitados como criaturas divinas.
Vishnu: Teve encarnações (avatares) animais, incluindo peixe, tartaruga, javali e leão e assim é a mitologia Hindú criada por milhões e nada da Bíblia Sagrada mas apenas imaginações.
Voltando a comentar sobre o livro apócrifo de Enoque a passagem específica onde encontramos que os anjos caídos (Vigilantes de Satanás) ensinaram maquiagem, enfeites e feitiçaria às mulheres encontra-se no Livro de Enoque (1 Enoque), capítulo 8 (VIII), (versículos 1 a 3).
Detalhes da Passagem (1 Enoque 8:1-3)
O texto relata as ações de Azazel e outros anjos líderes:
Azazel (ou Azazel): Ensinou os homens a forjar armas (espadas, facas e escudos), quando a Bíblia Sagrada nos ensina que Caim matou seu irmão Abel, fundou uma cidade, e sua descendência realizou todas essas coisas e muito mais que foram escritas no livro apócrifo de Enoque conforme Gênesis 4.1-24; 1 João 3.12, e se afastou de Deus, pois se tornou uma pessoa do maligno e a sua descendência também.
Portanto, esse anjo caído, ainda ensinou às mulheres o uso de antimônio (cosmético para os olhos), o embelezamento das pálpebras, o uso de pedras preciosas e tinturas para colorir, como a rainha Jezabel fazia pintura dos olhos mencionada em 2 Reis 9:30, que refere-se ao uso de kohl (um cosmético escuro) para contornar os olhos, arrumar o cabelo e olhar pela janela ao saber da chegada de Jeú, e assim esse ato simboliza uma tentativa de demonstrar poder, altivez e beleza, mesmo diante de sua iminente morte, veja 1 Pedro 3.2,3.
Assim sendo, os cosméticos para os olhos não são coisa nova, pois a ímpia Rainha Jezabel do antigo Israel “passou a pintar os seus olhos de preto”, quando prestes a encontrar-se com Jeú de acordo 2 Reis 9:30, e pelo menos algumas mulheres de Israel usavam pintura para os olhos, como faziam as de outras terras do Oriente Médio conforme Jeremias 4:30; Ezequiel 23:40, ao passo que as referências bíblicas não mencionam a pintura dos olhos em relação às mulheres fiéis de Israel, em geral, uma das filhas de Jó chamava-se Querém-Hapuque, que significa “chifre de antimônio” ou “chifre de pintura para o olho”. — (Jó 42:14).
Dessa maneira, o significado cultural a respeito do ato de "pintar os olhos" (ou passar sombra) era um costume comum entre mulheres pagãs no antigo Oriente Médio, não exclusivo de Jezabel, a Rainha idólatra…
Assim sendo, dentro do contexto Bíblico, Jezabel ao ouvir que Jeú, estava vindo para matá-la, tinha chegado a Jezreel, ela se arrumou para enfrentá-lo com dignidade real e pintando-se pois era esposa do Rei Acabe de Israel.
Desse jeito o uso de kohl destaca o olhar, conferindo uma aparência marcante e intimidante e também de sedução sexual, e assim Jezabel é frequentemente retratada na Bíblia como uma figura pagã e perversa que introduziu o culto a Baal em Israel.
Portanto, continuando com o relato do livro apócrifo de Enoque que foi considerado apócrifo (sem inspiração divina) “QUE TAMBÉM FOI TIRADO DO CÂNON SAGRADO” é refutado pela “IGREJA CATÓLICA IDÓLATRA” , pois nesse livro o anjo caído de nome Semjaza (ou Semjaza), ensinou encantamentos e o corte de raízes (feitiçaria/botânica oculta).
Dessa forma, conforme o livro de Enoque, outros anjos caídos, incluindo Amazarak, Armaros e Barkayal, são mencionados ensinando feitiçaria, adivinhação, astrologia e movimentos lunares, que posteriormente foi ensinado e praticado na Babilônia.
Sendo assim, o texto deste livro descreve que, após esses ensinamentos, a impiedade aumentou, a fornicação se multiplicou e os humanos foram corrompidos em todos os seus caminhos e os capítulos 6-8, descrevem a descida dos Vigilantes ao Monte Hermon e também na corrupção da humanidade através desse conhecimento proibido, quando no capítulo 16 Enoque relata a sentença de Deus sobre os anjos, mencionando que a sabedoria que trouxeram é fútil e prejudicial, mas que depois foi suprimido pela Igreja Católica: a maior disseminadora de idolatria e toda sorte de paganismo através das falsas religiões do mundo, sendo vista com a “mãe das prostituições e abominações da terra” em seu sentido espiritual conforme Apocalipse 17.5.
Essa narrativa é interpretada como uma explicação para a corrupção moral da humanidade que antecedeu o Dilúvio de Noé, diferenciando-se da narrativa bíblica canônica de Gênesis 6, que é mais sucinta.
Oferendas Votivas: Pequenas estatuetas de barro ou representações da yoni (vagina), pois nas religiões e culturas pagãs, ainda hoje como acontece no Japão e outros países da ásia os órgãos sexuais são cultuados.
Assim sendo, a comparação com "Sodoma e Gomorra" sugira um contexto bíblico de depravação, em várias culturas asiáticas, o culto aos órgãos sexuais (falismo) é uma tradição ancestral e espiritual, voltada para a fertilidade, proteção e harmonia, como já acontecia nas nações dos Cananeus, conforme a Bíblia Sagrada como os cultos de orgias e os bacanais gregos, onde os bacanais eram rituais gregos dedicados a Dionísio (Baco), deus do vinho, teatro e fertilidade, celebradas com vinho, danças frenéticas e música, essas festas representavam uma liberação das normas sociais, muitas vezes descritas como encontros de êxtase, frênesi, orgias (e todo tipo de depravação sexual) realizadas na natureza pelas bacantes (ou mênades), fazendo uma pausa em nosso texto, pode ser comprovado que essas orgias sexuais vieram de Sodoma e Gomorra, e posteriormente foi importada para a Grécia, onde na Grécia Antiga, o falo (Penis ereto) como também nos países da Ásia (Japão e Butão), também é cultuado como um símbolo central de fertilidade, força vital e proteção, sendo cultuado em diversos rituais, muitas vezes associado a divindades da fertilidade e da produção agrícola, com destaque para Príapo (Divindade Grega com um enorme penis ereto).
Sendo assim, o culto ao falo não se limitava a uma figura divina, mas era uma prática disseminada para afastar o mau-olhado e atrair boa sorte, ou um símbolo da prosperidade material que não vinha do trabalho do suor de seu rosto conforme ensina a Bíblia em Gênesis 3.19 depois do homem pecar, mas de depravação moral e culto a ídolos influenciados por demônios.
Rituais e o Falo (pênis) na Grécia Antiga
Falofórias (Procissões Fálicas): Eram procissões religiosas nas quais falos (penis) de grandes proporções eram carregados em culto, como hoje acontece nas procissões da igreja católica carregando imagens de esculturas.
Portanto, essas práticas eram consideradas antídotos contra a impotência e símbolos de fecundidade, essenciais para a fertilidade da terra.
Amuletos de Proteção: Desenhos e estátuas de falos, conhecidos como itifálicos (figura com pênis ereto), eram comuns, situados em jardins, portas de casas e templos para afastar o mal, como acontecia nas cidades de Sodoma e Gomorra, onde até os objetos do lar de uso pessoal eram feitos em forma de orgãos sexuais.
Dado isso, esses cultos estavam associados à Conexão ao suposto deus Dionísio (ou Baco) que frequentemente envolviam o falo, (Imagens de pénis ereto) como símbolo de êxtase ou desejo sexual, regeneração e força da natureza, na concepção de seus adeptos pagãos.
Conforme se encontra registrado na história das religiões nas nações pagãs, combatidas depois pelo cristianismo como iremos ver, desde tempos imemoriais, a morte e o erotismo (depravação moral que apenas é condenada pela Bíblia, mas não pelas religiões e culturas das nações pagãs), essas nações compartilham uma relação paradoxal, mas profundamente simbólica na concepção deles, quando a Bíblia Sagrada nos ensina que são ação de demônios, anjos caídos na mente dos povos que não conhecem a Deus.
Portanto, esses símbolos carregados de significados eróticos e espirituais (certamente não de Deus conforme a sua santa palavra) do falo, penis ereto aparece na arte tumular e nos antigos cemitérios das nações pagãs desde as civilizações antigas, muitas vezes associada à fertilidade, regeneração e transcendência.
Dessa maneira, o erotismo (depravação moral) na arte tumular (nos cemitérios) pode ser interpretado como um símbolo da persistência do desejo, do amor e da beleza mesmo após a morte, e assim entendemos que as orgias sexuais estão relacionadas com a morte que de acordo Apocalipse 20.14 vai comparecer no juízo final, entregar os seus mortos e ser lançada eternamente no lago de fogo e enxofre, nos mostrando claramente que a morte entrou no mundo por causa do pecado e assim todos morrem conforme Romanos 5.12, é também um demônio que de acordo a história está associado a todo tipo de imoralidade, que teve início na Babilônia após o dilúvio e se espalhou por todas a nações da terra, que também surgiram após o dilúvio conforme Gênesis 10.32.
Diante do exposto, ele então sistematicamente conquistou o sul da região, incluindo as cidades de Isin, Larsa, Es Una, Quis, Lagas, Nipur, Borsippa, Ur, Uruk, Uma, Adabe, Sipar, Rapicum e Eridu e suas conquistas deram estabilidade à região após tempos turbulentos e uniu a colcha de retalhos de pequenos Estados em uma única nação; é somente à partir da época de Hamurabi que o sul da Mesopotâmia adquiriu o nome de "Babilônia".
Assim sendo, Ninrode, pertencendo a um período anterior à escrita descrito no livro de Gênesis como filho de Cuxe e bisneto de Noé, é retratado como o "primeiro poderoso na terra" e fundador de cidades como Babel (Babilônia), Ereque, Acade e Calné na terra de Sinar.
Sendo assim, sua figura está ligada à pré-história da Mesopotâmia e ao relato da Torre de Babel conforme Gênesis 11.1-9, após o dilúvio quando começou a formar as nações na terra conforme Gênesis 10.32, enquanto Hamurabi é um rei histórico do período amoreu que não é relatado na Bíblia, vivendo séculos ou até milênios depois, dependendo da interpretação cronológica na história.
4°) - O SUPOSTO "deus Falo", Príapo dos gregos e dos povos pagãos.
Segundo a mitologia, como já foi visto, não havendo nada de realidade mas apenas imaginações dos povos pagãos corrompidos pelo pecado Segundo a Enciclopédia Britanica, Príapo era um deus grego da fertilidade, especialmente associado à fertilidade animal e vegetal, cujo culto teve origem na Ásia Menor e se centrou nas regiões do Helesponto, particularmente em Lâmpsaco, onde o apóstolo paulo foi enviado pelo Espírito Santo para anunciar o evangelho de Jesus Cristo, região que se praticava as maiores abominações e idolatria.
Os principais aspectos de Príapo, conforme os registros mitológicos, incluem:
Aparência e Simbolismo: Era representado como um suposto deus de forma humana grotescamente disforme, caracterizado por um falo enorme e uma ereção permanente, simbolizando a virilidade e a fertilidade que era cultuado e adorado.
Assim sendo, na época romana, a sua figura tornou-se popular na arte erótica e era frequentemente retratada como um "espantalho obsceno" nos jardins, cultura de alta imoralidade importada de Sodoma, Gomorra quando Deus veio a destruir também Pompeia e herculano.
Portanto, a imoralidade de Pompeia e Herculano em Roma era tão grande que o culto e adoração a Priapo representando a fertilidade um suposto deus rústico da mitologia grega e romana, protetor dos jardins e da fertilidade, era retratado com um falo enorme e ereto, símbolo de prosperidade e proteção contra maus olhados.
Amuletos e Afrescos: Símbolos fálicos (chamados de fascinius) eram extremamente comuns nas casas, lojas e ruas de Pompeia e Herculano. Amuletos em forma de falo eram usados para atrair boa sorte e repelir a má sorte, como hoje se usa um chaveiro ou um enfeite de natal nas casas, tal era o estado de imoralidade e depravação daqueles povos, muitas vezes exibidos na entrada das casas.
Outros supostos Deuses: Além de Príapo, o culto ao falo também se associava a divindades como Baco (Dionísio), deus do vinho, onde em seus cultos aconteciam as maiores depravações sexuais.
O Mito de Hércules o Sansão da mitologia Grega: É importante notar que, especificamente em Herculano, o nome da cidade está ligado à figura mítica de Hércules, símbolo de força e vigor mas em Herculano era símbolo de força e vigor para outras coisas.
Nota: O humanismo (culto ao ser humano) começou em Babilônia após o dilúvio, se estendeu para Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim que Deus Destruiu com fogo conforme Deuteronômio 29.23, que nessa altura eles já utilizavam enfeites e objetos doméstico em forma de orgãos sexais de homens e mulheres e posteriormente se espalhou entre a as nações de Canaã conforme Levítico 18 e 19, a partir da pequena cidade de Zoar que Deus não destruiu com fogo a pedido de Ló, mas a imoralidade daquela pequena cidade era tão grande que nem ele mesmo conseguiu ficar morando lá e foi morar com as suas duas filhas em uma caverna, as quais embriagou o próprio pai com vinho e teve relações sexuais com o próprio pai gerando dois filhos conforme Gênesis 19.30-38.
Portanto, de uma coisa você precisa ainda saber: Satanás quis destronar Deus no céu e assumir o seu lugar, como ele foi lançado para a terra à vista de Jesus Cristo conforme Lucas 10. 18, aqui no mundo ele pode conseguir desacreditar a palavra de Deus através de mitologias mentirosas, desfazendo tudo o que a Bíblia ensina, inventando novas versões dos fatos Bíblicos, como Hércules no lugar de Sansão, Deucalião no lugar de Noé, Pirra no lugar da mulher de Noé e Gilgamesh no lugar de Noé, e mais à frente você vai conhecer ainda as muitas versões do dilúvio que ele inventou e inspirou os pagãos a crerem entre as nações e até entre os índios, pois o seu objetivo é tirar a Bíblia Sagrada da mão dos povos, a Santa Palavra de Deus, para as nações não conhecerem a verdade e ficarem crendo em suas mentiras, inclusive você mesmo que tem tempo para tudo nessa vida, menos para estudar a palavra de Deus e ainda seus filhos estão crescendo sem conhecer a Deus.
Dessa maneira, o suposto deus Príapo, embora o culto ao falo fosse abrangente, Príapo é o deus grego mais diretamente associado à representação do falo ereto, que ainda hoje sua grande imagem é carregada em procissão como no Japão e no Butão, confira você mesmo pela internet.
Representação: Geralmente representado como uma figura disforme, semelhante a um gnomo, com um enorme falo ereto.
Patrono da Fertilidade: Considerado protetor dos jardins, pescadores e marinheiros, Príapo era cultuado para garantir a prosperidade e afastar o mau-olhado, como a supostas deusas das nações como Ishtar, Inana na Babilônia.
Portanto, as supostas deusas da fertilidade ocupavam um lugar central nas religiões do antigo Oriente Médio, muitas vezes associadas não apenas à reprodução, mas também ao amor, à guerra e aos ciclos agrícolas.
Desse jeito, aqui estão as principais deusas da fertilidade babilônicas, cananeias e de outros povos:
1. Deusas Babilônicas e Mesopotâmicas
Ishtar (ou Inanna na Suméria): A principal deusa da Mesopotâmia. Ela governava o amor, a fertilidade, a sexualidade e também a guerra. Era amplamente cultuada e associada ao planeta Vênus.
Tamuz (Consorte): Embora Ishtar fosse a deusa, ela era frequentemente associada ao deus Tamuz, cuja morte e renascimento simboliza os ciclos da fertilidade e de acordo com a Bíblia Sagrada, Tamuz é mencionado especificamente no livro de Ezequiel 8:14, como uma divindade pagã, cujo culto havia sido introduzido em Jerusalém, sendo considerado uma abominação por Deus. Ezequiel, em uma visão, vê mulheres sentadas à porta do templo do Senhor, no lado norte, chorando por Tamuz , esse ritual ocorria dentro do Templo de Jerusalém, indicando uma profunda corrupção espiritual e mistura do culto ao Deus verdadeiro com deuses estrangeiros, o choro por Tamuz foi listado por Deus como uma das grandes abominações que o povo de Israel estava cometendo, rejeitando o Deus vivo por uma divindade falsa, Tamuz era um antigo deus mesopotâmico (originalmente sumério, chamado Dumuzi) associado à vegetação, agricultura e fertilidade, Ele é equivalente a Adônis na mitologia grega e Osíris no Egito e assim você vai ver que todos os ídolos das nações estão associados ao suposto deus da fertilidade, até os orgãos sexuais humanos, como iremos ver mais adiante, que ainda hoje é cultuado e adorado e assim você vai entendendo porque o mundo jaz no maligno e Satanás é o deus deste século de pecados, idolatrias e de profundezas das trevas.
Portanto, Tamuz foi muito cultuado, mais tarde, na Babilônia sob o mesmo nome, e era conhecido como Adônis na Grécia Antiga.
Tamuz era conhecido pelos “Egípcios” como “Hórus”, e tinha como companheira “Astarte”, a rainha do céu (Ishtar para os acádios; Ísis para os egípcios; Afrodite para os gregos; Inanna para os sumérios). O relacionamento entre Hórus e Ísis e as respectivas características deles correspondem notavelmente ao relacionamento e às características dos babilônios Tamuz e Istar. Assim, muitos peritos acham que eles são os mesmos que vão se espalhando pelas nações com outros nomes tendo a sua origem na Babilônia após o dilúvio.
deusas Cananeias e Fenícias
Astarte (ou Ashtart): Uma das principais deusas cananeias, fenícias e sidônias. Associada ao amor, à beleza, à fertilidade e à lua.
Asherah (Aserá): Frequentemente considerada a consorte do deus supremo El, sendo uma deusa-mãe ligada à fertilidade e à vida.
Anat: Conhecida como uma deusa guerreira e fertilidade, irmã e, por vezes, consorte de Baal.
Gade: Deusa cananeia da sorte, adorada em conjunto com o deus Meni e assim essas supostas deusas da fertilidade nas mitologias hora aparece como deuses com outros nomes, hora como deusas, com outros nomes, tudo para enganar, pois não passam apenas de imaginações dos pagãos, que não vem deles mesmos, mas sim (sem eles saberem) vem do próprio Satanás que somente tem esse conhecimento, visto que ele conhece a Bíblia Sagrada.
Outros Povos e Culturas
Egito - Ísis: Considerada a deusa da magia, da maternidade e da fertilidade, casada com Osíris.
Egito - Bastet: Associada à proteção, fertilidade e ao lar, frequentemente representada como uma gata.
Nórdicos - Freyja: A principal deusa nórdica do amor, da fertilidade e da batalha.
Gregos/Romanos - Deméter/Ceres: Deusa da agricultura e da fertilidade da terra.
Gregos/Romanos - Afrodite/Vênus: deusa do amor, da sexualidade e da fertilidade.
Assim sendo, você conseguiu perceber que o nome de Deus foi eliminado na cultura dos povos e nações pagãs e substituído por supostos deuses e deusas?
Dessa maneira você pode entender porque Satanás, o pai da mentira conforme João 8.4 é o deus deste século conforme 2 Coríntios. 4.4, e EU e VOCÊ vivemos no mundo dominado por Satanás e seus demônios que é a sua arena enquanto Jesus Cristo somente tem uma arena neste mundo para abrigar e ensinar as suas verdades para o povo que é a igreja, pois o resto dos habitantes do mundo vivem na mentira. Muito forte, mas é a verdade.
Continuando, sobre Príapo embora o culto ao falo fosse abrangente, Príapo é o deus grego mais diretamente associado à representação do falo ereto, geralmente representado como uma figura disforme, semelhante a um gnomo, com um enorme falo ereto, sendo portanto o patrono da fertilidade considerado protetor dos jardins, pescadores e marinheiros. Príapo era cultuado para garantir a prosperidade e afastar o mau-olhado, e as Priapreias eram poemas gregos e romanos que celebravam o suposto deus, muitas vezes de forma jocosa e erótica, personificando o caráter engraçado e simbólico da divindade como cenas teatrais de imoralidade.
Butão: A adoração ao falo é comum, principalmente nas áreas rurais. Pinturas de falos decoram as paredes das casas, e esculturas de madeira são usadas para espantar maus espíritos e trazer sorte. O templo Chimi Lhakhang, ou "Templo da Fertilidade", é dedicado ao monge do século XV, Drukpa Kunley (o "Louco Divino"), e casais de todo o mundo vão lá para receber bênçãos com falos de madeira. Essa prática imoral já era praticada em Sodoma e Gomorra e ainda hoje é preservada e alguns países da Ásia que nunca se converteram a Jesus.
Japão: A adoração do Falo persiste em festivais xintoístas. O Kanamara Matsuri (Festival do Falo de Aço), realizado em Kawasaki, celebra a fertilidade, proteção contra doenças sexualmente transmissíveis e harmonia conjugal. O santuário Kanayama-jinja é central para este culto, onde órgãos sexuais masculinos e femininos são reverenciados.
Tailândia: Na Caverna Phra Nang (Pran Cave) em Railay Beach, Krabi, existe um santuário repleto de centenas de esculturas fálicas (chamadas lingam) oferecidas a uma deusa local. Mulheres e casais frequentam o local pedindo fertilidade e abundância.
Índia: Embora não seja um culto diário generalizado, a tradição tântrica do Hinduísmo, visível em locais como os Templos de Khajuraho, historicamente honra a união sexual e o Lingam (símbolo de Shiva) como fonte de vida e energia criativa.
Portanto tudo o que aqui está sendo dito nessa mensagem se encontra nos registros da história universal, das religiões, no registo das olimpíadas, no futebol e como vimos, nas versões mentirosas de personagens bíblicos na mitologia Babilônica, Grega e também acerca dos dilúvios e entre os índios como veremos mais adiante.
Assim sendo, não fiquem revoltados contra minha pessoa pois não sou o autor dessas mentiras, mas apenas estou REFUTANDO à luz da Bíblia Sagrada, citando capítulos e versículos, pois nós seres humanos temos apenas duas opções de vida: Ou vivemos na mentira praticando a mentira e refutando a verdade em nossa vida, ou viver na verdade, refutando a mentira em nossa vida, pois de acordo Romanos 14.12, cada um de nós, dará contas de si mesmo a Deus.
5º) - RELATOS DA CRIAÇÃO À LUZ DAS MITOLOGIAS.
Portanto, mitologias são conjuntos de narrativas, crenças e lendas que os seres humanos acreditam sem ter nenhuma base ou fundamento bíblico que descreve a origem do mundo que seria coordenado e construído através da ação de supostos deuses (ANJOS CAÍDOS, DEMÔNIOS) que nada tem de deuses, não passando de imaginações de seres humanos influenciados pelo diabo que passaram a crer em mentiras, muitas vezes referendadas como cultura religiosa dos povos.
Assim sendo, por exemplo na mitologia Grega, o suposto imaginário deus “Zeus” decidiu exterminar a espécie humana, certo de que esse foi o maior erro que os supostos deuses haviam cometido, quando a Bíblia ensina que Deus viu que a maldade do homem havia se multiplicado sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má. Continuamente resolveu destruir o homem e tudo o que havia criado na face da terra, conforme Gênesis 6.5-7, e não a mentira da mitologia grega e das demais mitologias.
Dessa maneira, o suposto deus mitológico Grego Zeus teria convocado o conselho dos supostos deuses (anjos caídos, demônios) quando todos obedeceram e tomaram o caminho do palácio do céu, e esse caminho pode ser visto no céu em todas as noites claras, a chamada “Via Láctea”, e ao longo dele se acreditavam ficar os palácios dos supostos deuses (anjos caídos, demônios, potestades do ar - Efésios 6.12), e assim os Gregos em sua maioria como não conheciam o relato Bíblico e verdadeiro do dilúvio, acreditavam nessa estória mitológica do dilúvio como sendo realidade e a crença em supostos deuses da suposta evolução do universo, como a teogonia do poeta Grego Hesíodo, Poeta da antiguidade cerca de 700. a C., que copiou e modificou o relato Bíblico da criação conforme Gênesis 1.1-32, contemporâneo de Homero, criando a “mitologia clássica que a denominou de Teogonia (origem dos supostos deuses e a suposta origem do universo)”, onde esta obra narra o surgimento do universo a partir do Caos, descrevendo a genealogia e as lutas dos supostos deuses (demônios), anjos caídos conforme Apocalipse 12.7-9, estabelecendo o suposto deus Zeus (Satanás, o grande dragão, a antiga serpente chamada o diabo que engana todo o mundo que foi precipitado na terra, Lucas 10.18, e o seus anjos, supostos deuses, demônios que foram lançados com ele, Apocalipse 12.7), e assim podemos saber à luz da Bíblia a origem das mitologias que os povos que não creem na Bíblia e não tem Deus, acabam acreditando nessas mentiras e enganos de SATANÁS acerca do dilúvio, que até os índios inventaram as suas mitologias sobre o dilúvio como iremos ver.
6º) - A MITOLOGIA DOS ÍNDIOS ACERCA DO DILÚVIO.
Portanto, a história Bíblica verdadeira relatada em Gênesis 6.1 a 8.22 de um grande dilúvio que destruiu a humanidade para purificar a Terra é uma das verdades mais universais da humanidade.
Assim sendo, essas verdades não aparecem apenas na Bíblia Sagrada (Arca de Noé), mas em centenas de culturas, incluindo mesopotâmicos (Epopeia de Gilgamesh), hindus, gregos e, de forma muito rica e diversa, entre os povos indígenas das Américas, não com a veracidade Bíblica, mas como contos diversos que foram transmitidos para muitas gerações.
Diante do exposto, para maioria dos povos indígenas, o dilúvio não é apenas uma lenda, uma mitologia, um conto, mas uma memória ancestral que é preservada de geração em geração sobre a renovação do mundo
O Dilúvio na Visão Indígena Brasileira, Equatoriana, Peruana, Americana, Mexicana, Californiana, América Central.
Povos Andinos (Equador/Peru): O Dilúvio é conhecido como Hatun Tamiajudna Pachapa - "A época da Grande Chuva" ou *Uni Pachakuti". É descrito como um cataclismo provocado por vulcões que lançaram vapor, causando chuvas torrenciais que cobriram o mundo.
Norte da América: Muitas tribos da América do Norte narram que o dilúvio foi causado para limpar o mundo de seres maléficos ou corrompidos, sendo seguido pela necessidade de reconstruir a terra a partir de um pedaço de barro trazido por um animal.
Tupinambás (Lenda de Tamandaré): Os Tupinambás contavam que, após um "incêndio universal" que criou as montanhas, veio um grande dilúvio para apagar o fogo. Tamandaré e sua mulher se salvaram subindo no topo de uma palmeira alta, enquanto o mundo era coberto por água. Após as águas baixarem, eles desceram e repovoaram a terra.
Povos Xavante (Kamé e Kanherú): Contam que apenas um casal de irmãos, pequenos ainda, sobreviveram à grande enchente, subindo no alto de uma serra chamada Krim-Takré. Ao descenderem, deram origem aos dois grupos principais, os Kamé e os Kanherú.
Caraíba: Em muitas narrativas tupi-guarani, o dilúvio é anunciado por um "Caraíba" (um ser profético/divino) que instrui os sobreviventes a se abrigarem em canoas ou lugares altos.
Mitos de Dilúvio nas Américas (Norte e Sul)
Astecas (México): Acreditavam que o dilúvio transformou os humanos em peixes. O deus Tezcatlipoca avisou o homem Nata e sua esposa Nena, que se refugiaram em um tronco escavado.
Maias (América Central): Relatam que uma grande serpente da chuva destruiu o mundo com torrentes de água.
Lakota (América do Norte): A lenda envolve um monstro aquático chamado Unktehi, que lutou contra o povo e causou um grande dilúvio, do qual poucos sobreviveram, mudando a criação para criar um ser humano melhor.
Chumash (Califórnia): Um pica-pau, sobrinho do Sol, foi o único salvo do dilúvio subindo na árvore mais alta do mundo, sendo salvo por seu tio quando a água cobriu as montanhas.
Assim sendo, você pode perceber que todos os povos pagãos, começando dos índios, contam uma lenda sobre o dilúvio, crendo que na realidade houve um dilúvio universal conforme diz a Bíblia Sagrada. Durante uma entrevista, uma Índia foi questionada se ela cria no fim do mundo e ela respondeu: O mundo já terminou uma vez com as água do dilúvio.
Assim sendo, as mitologias mais parecidas com o relato Bíblico sobre o dilúvio foi a dos Gregos, do mito Deucalião e dos Babilônios Gilgamesh que você consegue ver que essas duas mitologias foram cópias do relato Bíblico.
CONCLUSÃO: Assim sendo, o Deus Todo Poderoso me inspirou a pesquisar tudo o que foi escrito nesse opúsculo e muito mais ainda que não inseri aqui para não ficar muito extenso, apenas para te esclarecer que o mundo é governado pelas mentiras das mitologias, supostos deuses e deusas das nações, suprimindo tudo o que a palavra de Deus ensina, pois este é o objetivo de Satanás, o deus deste século, o pai mentira, e Jesus Cristo disse que quando ele fala a mentira, fala do que lhe é próprio conforme João 8.44, portanto, este opúsculo tem apenas o objetivo de te esclarecer a verdade à luz da Bíblia Sagrada, e você pode escolher andar na verdade.
Portanto, Jesus Cristo afirmou o seguinte:
Vós fazeis as obras de vosso pai. Disseram-lhe, pois: Nós não somos nascidos de prostitução; temos um Pai que é Deus.
Disse-lhes pois Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai certamente me amaríeis, porque eu saí e vim de Deus; não vim de mim mesmo mas Ele me enviou.
Porque não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra.
Vós tende por pai ao diabo e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.
Mas porque vos digo a verdade não me credes.
Quem dentre vós me convence de pecado? E, se vos digo a verdade, porque não credes?
Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus (João 8.41-47).
Pastor João Augusto Viana Neto.


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