OS DOIS LADOS DA ETERNIDADE E AS MENTIRAS DOS SERES HUMANOS CONTRA AS VERDADES ETERNA DE DEUS.
Na verdade vivemos momentos bons ou ruins na presente era aqui na terra, e estamos caminhando em direção a um eterno passado da nossa vida de coisas velhas, ou a um eterno futuro de coisas novas. - (Pastor João Viana).
Existem mais mentiras ensinadas como verdade, e muitas verdades ensinadas como mentira, e o único manual que existe para ensinar a verdade absoluta sobre tudo o que existe, é a Bíblia Sagrada, que desfaz todas as mentiras absolutas dos seres humanos - (Pastor João Viana).
Portanto, o contraponto não é apenas uma "diferença", mas uma linha de pensamento oposta que tenta, muitas vezes, refutar a melodia principal (a teologia bíblica), pois navegar nas encostas do oceano do conhecimento de”utopias”, "não lugar" ou "lugar nenhum", é bem diferente do que navegar no alto oceano da verdade.(pastor João Viana)
PROLEGÔMENOS: Portanto, a eternidade possui dois lados, ou seja:
O lado das lembranças do passado aqui na terra, e o lado da eternidade das coisas novas, onde de acordo Isaías 65.17, assim está escrito:
Porque, eis que eu crio céus novos e nova terra (Apocalipse 21.1); e não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordam - (por se referir a criação de coisas novas-Grifo).
Assim sendo, neste novo céu, e nesta nova terra que Deus vai criar, não haverá mais o mar, porque o primeiro céu e a primeira terra já passaram e o mar já não existe conforme Apocalipse 21.1, de acordo ainda Salmos 90.2, ali se encontra escrito que de eternidade a eternidade, Deus é Deus, nos levando a entender que aqui em Apocalipse 21.1, termina a eternidade da velha criação, e começa a eternidade de uma nova criação, colocando um fim eterno de ciclos de pecados e de destruição que começou em Gênesis 3, na velha criação de tudo quanto Deus criou, começando com o ser humano e se estendendo a toda criação segundo Apocalipse 11.18, marcando também o final definitivo do ciclo do fator tempo, ou do fator eras, mundos, ou aions, de acordo Hebreus 11.3. pois na nova eternidade não vai existir mais o “fator tempo”, já que será o início de um novo estado, de uma nova eternidade, onde tudo será perfeito, pois tudo no universo se tornou imperfeito devido a rebelião do Querubim Ungido, que se levantou contra o seu criador, seduzindo a terça parte da estrelas do céu (Querubins conforme Jó 38.7; Isaías 14.12; Apocalipse 12.4, e outras classes de anjos, conforme Apocalipse.12.7-9), os quais agora, esses Querubins caídos, se encontram no Tártaros, que de acordo 2 Pedro 2.4; Judas 6; Apocalipse 9.1-11, encontram-se em prisões eternas, reservados para o dia do juízo e certamente depois do juízo vão voltar para lá, por se tratar de prisões eternas que se refere a uma prisão apenas desta classe de anjos caídos, os quais vieram a se arrepender, mas Deus não os perdoou, nos levando ainda a entender que essa classe de seres celestiais de acordo o Salmos 80.1, que se encontra em prisões eterna, conforme 2 Pedro 2.4; Judas 6, esse grupo de anjos, se referem aos Querubins, que com a rebelião deliberada e consciente deles contra Deus, comandada pelo Querubim Protetor, conforme Ezequiel 28.16, os tais foram derrotados e ainda presos em prisões eternas, e não foram perdoados, pois serviam diretamente no trono de Deus, e Deus assentava entre os Querubins resplandecendo o seu poder e a sua glória sobre eles, conforme Salmos 80.1.
Assim sendo, uma nova criação de Deus se fez necessária, e uma nova eternidade, onde não existe pecado, nem nada imperfeito, deve ser estabelecida pelo criador através da criação de um novo céu e de uma nova terra, onde tudo será novo, pois conforme Jó 15.15, assim está escrito:
Eis que nos seus santos não confiaria, e nem os céus são puros aos seus olhos .
Portanto, “Perfeição e pureza fazem parte da santidade de Deus”, pois os céus se tornaram imperfeitos devido a rebelião do Querubim Ungido junto com a terça parte das estrelas de Deus e demais classes de anjos que se uniram ao Querubim Ungido nessa rebelião contra o criador, mas foram derrotados, conforme Apocalipse 12.4 - “estrelas de Deus”; e“anjos de Satanás”(v.7), onde uma parte se encontra em prisão eterna conforme 2 Pedro 2.4; Judas 6, e outras classes de anjos caídos segundo Efésios 2.2; 6.12, se encontram soltos formando a potestade do ar, e as hostes espirituais da maldade que operam nos lugares celestiais, mas na batalha contra o criador não prevaleceram, nem mais se achou o seu lugar nos céus, e assim por esse motivo os céus se tornaram impuro (v.8; Jó.15.15) pois aos olhos de Deus, o versículo em Habacuque 1.13, destaca “a santidade de Deus e sua aversão ao mal dizendo que seus olhos são tão puros que não pode nem ver o mal”, e por essa razão enviou um anjo (Miguel com seus anjos) para derrotar o exército de Satanás e seus anjos de acordo Apocalipse 12.7–9.
Portanto, a NAA (Nova Almeida Atualizada) diz assim:
"Tu és tão puro de olhos, que não podes suportar o mal nem tolerar a opressão”.
E a ARC (Almeida Revista e Corrigida):
"Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar."
Assim sendo, Habacuque está questionando a Deus sobre por que Ele parece tolerar a perversidade e a violência entre o povo de Judá (1.1.5, 1.3.10), pois o profeta reconhece que Deus é santo (uma "rocha" eterna) e, por isso, estranha o silêncio divino diante do pecado, e também por essa causa, conforme Jó 4.18. além de não confiar em seus servos ainda encontra loucura em seus anjos que ele criou perfeitos.
Portanto, essas passagens que encontram-se no livro de Jó, ditas por Elifaz, um dos amigos de Jó, em dois momentos diferentes é a seguinte:
ARC (Almeida Revista e Corrigida):
"Eis que Deus não confia nos seus servos e até a seus anjos atribui loucura."
NVI (Nova Versão Internacional):
"Se Deus não confia nos seus servos e vê falhas nos seus anjos..."
Até os céus não são puros/limpos aos seus olhos: Está escrito em Jó 15:15.
ARC:
"Eis que ele não confia nos seus santos; e nem os céus são puros aos seus olhos."
NVI:
"Se Deus não confia nem nos seus santos, nem os céus são puros aos seus olhos..."
Assim sendo, esses versículos fazem parte dos discursos de Elifaz, que tenta justificar o sofrimento de Jó argumentando que nenhum ser criado é perfeito ou puro diante da santidade absoluta de Deus.
1º) - A ETERNIDADE DAS LEMBRANÇAS DO PASSADO.
Portanto, os versículos Bíblicos a seguir, nos orientam a não mais nos lembrar das coisas do passado em nossa vida, e ainda nos exortam a não ficarmos focados nas coisas antigas e pecaminosas da nossa existência, pois agora somos uma nova criatura, e Deus também fez tudo novo em nossa vida, para que assim passamos a viver em novidade de vida, pois segundo 2 Coríntios 5.17, as coisas velhas já se passaram e tudo se fez novo em nossa vida, pois Deus, segundo Miquéias 7.18,19, diz assim para você:
Quem, ó Deus, é semelhante a ti, que perdoas a iniquidade e que te esqueces da rebelião do restante da tua herança? O Senhor não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na benignidade.
Tornará a apiedar-se de nós, subjugando as nossas iniquidades, e lançará “todos” os nossos pecados nas profundezas do mar.
Conforme o saudoso pastor Paulo Lucas Sacramento, existe apenas um lugar onde Deus não permite ninguém pescar, e este lugar é nas profundezas do mar, onde o criador lançou todos os nossos pecados.
Assim sendo, outra passagem Bíblica que Deus nos ensina a não ficar focado nas coisas antigas do nosso passado, se encontra em Isaías 43.18-19, que diz:
"Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas.
Eis que farei uma coisa nova, e, agora, sairá à luz; porventura, não a sabereis? Eis que porei um caminho no deserto e rios, no ermo".
Assim sendo, também em Isaías 65:17, fala sobre a nova criação onde o passado não será lembrado, além de um trecho em Eclesiastes 1:11, que fala sobre a falta de memória das coisas antigas, focando no presente e no futuro da criação de Deus.
Assim está escrito: (Isaías 65:17) - (ARA)
"Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas".
(Eclesiastes 1:11) - (ARC)
"Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas que hão de ser também delas não haverá lembrança, nas que hão de vir depois".
(Filipenses 3:13-14) - (NVI)
"Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo...".
Portanto, todo ser humano tem um alvo na vida, e o maior alvo que ninguém pode negligenciar é Jesus Cristo, pois é Ele o único alvo que pode perdoar todos os nossos pecados, nos salvar e nos levar para o céu, nos livrando do inferno eterno.
Dessa maneira, o apóstolo Paulo expressa a ideia de avançar, sem se prender ao passado, pois esses versículos nos incentivam a deixar o nosso passado (com seus erros e também com nossos sucessos) para trás, focando nas novidades e nas promessas de Deus para o futuro,
pois na verdade vivemos momentos no presente aqui na terra, sendo assim, te pergunto: estamos caminhando em direção a um eterno passado de coisas velhas, ou a um eterno futuro de coisas novas?
2º) - A ETERNIDADE DOS PERDIDOS, E A ETERNIDADE DOS SALVOS.
Dessa maneira, ao escrever esse texto, primeiro devo explicar que conforme a Bíblia Sagrada, ninguém vai ser salvo através das suas boas obras, ou através de outros méritos que tenha praticado na terra, pois acerca do ladrão pregado na cruz ao lado de Jesus Cristo, ele ali estava pregado por causa de seus crimes, conforme ele mesmo disse com as seguintes palavras:
E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo:
Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós. Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo:
Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?
E nós na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez.
E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu Reino.
E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso. (Lucas 23.39-43).
Assim sendo, ele foi salvo e entrou no céu, no Reino de Deus, apenas porque creu em Jesus sem ter nenhum mérito, pois Efésios 2.8,9, diz:
Porque pela graça (favor imerecido de Deus aos pecadores) sois salvos (inclusive o ladrão da cruz sem ter nenhum mérito), por meio da fé; isso não vêm de vós, é dom de Deus.
Não vem das obras para que ninguém se glorie - (dizendo, eu fiz mais obras, dei mais esmolas, fiz mais caridade etc - Grifo).
Pergunto: Você é um daqueles que vive o tempo inteiro blasfemando de Jesus, como um dos ladrões da cruz, ou como um daqueles que vive o tempo inteiro, reconhecendo suas misérias e pedindo misericórdia para Jesus não se esquecer de você? Responda para você mesmo, pois você já sabe.
Portanto, a eternidade dos perdidos será de um lugar de muita sede, e de muito fogo denominado de “Hades”, o mundo invisível dos espíritos; equivalente ao hebraico “Sheol” (Salmos 9.17) traduzido por inferno 11 vezes em Mateus 11.23; 16.18; Lucas 10.15; 16.23; Atos 2.17,31; 1 Coríntios 15.55; Apocalipse.1.18; 6.8; 20.13,14.
Assim sendo, no lado da eternidade dos perdidos, os mesmos vão estar mortos fisicamente e espiritualmente ou separados eternamente do criador, e não extinguidos para sempre, como ensina os testemunhas de Jeová e outras falsas seitas cristãs, adulterando o real ensinamento Bíblico, mas continuando a existir em um corpo de desonra para vergonha e desprezo eterno conforme Daniel 12.2, pois vão continuar vendo e reconhecendo aqueles que conheceram na terra, inclusive a sua família, como o rico reconheceu Lázaro, Abraão, seu pai e seus cinco irmãos, de acordo Lucas 16.23,27,28, estando em tormentos no inferno, nos fazendo entender que a eternidade dos perdidos será no inferno de tormentos, onde os perdidos vão estar totalmente conscientes das coisas vividas aqui na terra e nesse aspecto, será uma eternidade de lembranças do passado, pois os mesmos desejarão com rogos direcionados para que alguém que dentre os mortos possa ser mandados à casa de seu pai aqui na terra a fim de darem testemunho para seus irmãos, desejando que os mesmos não viessem ir para aquele lugar de tormentos, mas a resposta de Abraão é que aqui na terra eles tinham os ensinamentos de Moisés e também dos profetas a quem eles deveriam ouvir (vv.27–29).
Considerando isso, o rico que se encontra em tormentos no inferno, insistiu com Abraão chamando-o de “meu pai”, dizendo que se algum dos mortos fosse ter com eles (sua família) se arrependiam, Abraão lhe respondeu que se eles não ouviam Moisés e aos profetas, tão pouco acreditariam se algum dos mortos ressuscitassem (vv.29-31), (nos ensinando claramente essa passagem que a comunicação com aqueles que já morreram, conforme ensina os espíritas, é uma grande mentira de Satanás, para enganar os povos conforme Apocalipse 12.9 - Grifo)
Dessa maneira, a eternidade dos perdidos ainda será um lugar de clamor por misericórdia, pois será um lugar de fogo, falta de água para refrescar, onde apenas haverá fogo para queimar e também para atormentar os pecadores nas chamas do inferno para sempre (v.24), pois aqui na terra nunca teve um gota de misericórdia de ninguém, e agora se cumpre em sua vida Tiago 2.13.
Sendo assim, ainda acerca desse lado da eternidade de sofrimento eterno dos perdidos, Jesus Cristo ainda o descreveu como um lugar onde o fogo nunca se apaga e a pessoa transformada em bicho nunca morre por seis vezes a expressão “onde o fogo nunca se apaga” e por três vezes a expressão “onde seu bicho nunca morre” conforme Marcos 9.43-50.
Portanto, as descrições do inferno, como um lugar de trevas (escuridão), ranger de dentes, tormento e fogo eterno, encontram-se majoritariamente no Evangelho de Mateus, ditas pelo próprio Jesus Cristo em suas parábolas e ensinamentos sobre o juízo final.
Aqui estão as referências específicas:
1. Escuridão (Trevas Exteriores)
Jesus refere-se ao inferno como um lugar fora da luz de Deus, pois Jesus Cristo é a luz do mundo, conforme João 8.12, mas foi rejeitado e os seres humanos amaram mais as trevas do pecado, do que a luz da salvação, por que as suas obras eram más, sendo esse um dos motivos de sua condenação eterna conforme João 3.19.
(Mateus 8:12):
"...os filhos do Reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes."
(Mateus 22:13):
"Amarrai-o de pés e mãos e lançai-o para fora, às trevas; ali haverá pranto e ranger de dentes."
(Mateus 25:30):
"Quanto ao servo inútil, lançai-o para fora, às trevas. Ali haverá muito pranto e ranger de dentes."
2. Choro e Ranger de Dentes
Esta expressão indica intenso sofrimento, remorso, pois o remorso leva apenas a pessoa a chorar e não ao arrependimento, já que o verdadeiro arrependimento leva a pessoa a mudar de mente, de rumo, de atitudes, de direção, que do grego quer dizer metanoia , mas o remorso conduz a pessoa apenas ao desespero:
(Mateus 13:42):
"E os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro (de remorsos e não de arrependimento) e ranger de dentes."
(Mateus 13:50):
"E os lançarão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes."
(Lucas 13:28):
"Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas no Reino de Deus, mas vós, lançados fora."
3. Tormento Eterno e Fogo
(Mateus 25:46):
"E irão estes para o tormento eterno, mas os justos, para a vida eterna."
(Mateus 25:41):
"Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos."
(Marcos 9:47-48):
Jesus fala de um lugar "onde o seu verme não morre, e o fogo nunca se apaga".
Resumo das Passagens
Assim sendo, a maioria dessas descrições estão concentradas no Evangelho de Mateus (8:12, 13:42, 13:50, 22:13, 24:51, 25:30, 25:41, 25:46), frequentemente citadas como consequências do julgamento final.
Levando isso em conta, Deus criou os seres humanos com corpos formosos para serem o templo de seu Espírito na terra, conforme 1 Coríntios 6.19.20, e para os seres humanos viverem e também fazerem qualquer outra coisa aqui na terra, somente para a glória de Deus segundo 1 Coríntios 10.31, mas os pecadores usam o seu belo corpo para praticarem a maiores abominações sexuais que existem, e ainda não se arrependem a tempo de alcançar perdão e misericórdia de Deus, e finalmente serão lançados no lago eterno de fogo e enxofre, conforme Salmos 9.17; Apocalipse 20.10,14,15, onde serão transformados em bichos no lago de fogo, como o Querubim Ungido, o perfeito em seus caminhos e em formosura, conforme Ezequiel 28.15,17, foi transformado em um horrível dragão, em uma horrível serpente e os anjos que o seguiram também foram transformados nos mais horríveis monstros que existem.
Portanto, o real caso do saudoso pastor João de Oliveira que morreu e foi arrebatado ao inferno, creio que em 1966, encontra-se na internet e ele viu essas coisas.
Em consequência disso, o inferno, é um lugar de lembranças eternas, e o rico suplicou por misericórdia, mas de acordo Tiago 2.13, o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia (não é apenas ter, mas fazer), e a misericórdia triunfa sobre o juízo, o que o rico pomposo, nunca teve misericórdia de ninguém aqui na terra, no que Abraão em seu seio lhe respondeu:
Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em toda tua vida, (pois o rico vivia todos os dias regalada e esplendidamente, v.19, ou seja, nunca conheceu nenhum tipo de dor e sofrimento em sua vida, enquanto o mendigo Lázaro desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico, assentado em sua porta, à ponto dos próprios cães virem lamber suas chagas, enquanto o rico, sem misericórdia, não lhe dava nada, e o mendigo Lázaro tendo apenas o consolo da língua dos cães lambendo suas chagas, conforme vv.19-21, e agora no inferno o rico desejava que Lázaro molhasse a ponta de seu dedo e refrescasse a sua língua nas chamas de fogo que o atormentava (v.24).
Levando isso em conta, Abraão, porém lhe respondeu que enquanto ele vivia regaladamente na terra todos os dias vestidos de Púrpura e linho finíssimo, Lázaro desejava comer (não comia) as migalhas que caíam da sua mesa sentado em sua porta, recebendo somente males durante a sua vida, e agora ele estava consolado por toda a eternidade, mas o rico estava atormentado também por toda a eternidade (v.25).
3º) - O GRANDE ABISMO QUE SEPARA OS DOIS LADOS DA ETERNIDADE.
Assim sendo, no v.26, Abraão disse para o rico no inferno que entre o lugar na eternidade dos salvos e entre o lugar dos perdidos havia um abismo entre eles, de sorte que os que quisessem passar daqui pra lá, não poderiam, nem tampouco os de lá para cá.
Sendo assim, acabamos de aprender que na eternidade, no inferno, não vai mais existir vontade própria, onde no céu, no outro lado da eternidade, os salvos vão continuar tendo o maior prazer em continuar fazendo a vontade de Deus por toda a eternidade, pois a eternidade será apenas a continuação do que fomos aqui na terra, quando negamos a nós mesmos e nos submetemos com muita alegria e gratidão a fazer a vontade santa do nosso Pai celestial, colocando em prática em nossos pensamentos, palavras e ações, o Pai nosso, conforme Mateus 6.9-13, pois de nada adianta o pecador perdido apenas pronunciar essa oração com a boca, mas o seu coração estar bem distante de Deus, uma vez que ele (o pecador) não faz a sua vontade (de Deus), mas apenas a vontade de pecar.
À vista disso, determinado pastor foi arrebatado ao inferno e viu os demônios atormentando os pecadores, obrigando eles a fazerem as mais terríveis abominações dizendo: Lá na terra fizemos tudo o que vocês queriam; aqui vocês fazem tudo o que queremos.
Mudando de assunto, conforme Efésios 4.8,9, assim está escrito:
Pelo que diz: subindo ao alto (isto aconteceu na ascensão de Jesus Cristo para o céu, 40 dias após a sua ressurreição dentre os mortos de acordo Atos 3-11; Lucas 24.51; Marcos 16.19), levou cativos (os salvos), foram levados ao céu para estarem com Cristo no paraíso, como o ladrão arrependido da cruz, pois os salvos eram mantido cativos por Satanás, que tinha o império da morte conforme Hebreus 2.14,15; Lucas 16.23, mas cristo aniquilou o diabo que tinha o império da morte.
Sendo assim, Jesus Cristo resgatou os salvos do cativeiro da morte, pois Ele venceu a morte e o inferno conforme Apocalipse 1.18, e agora quem tem a chave (poder) sobre a morte e sobre o inferno é o Senhor e Salvador Jesus Cristo e não mais o diabo, que não tem nem a chave do abismo (morada de demônios) de quem ele é o rei, conforme Apocalipse 9.1,11, pois quando Jesus morreu na cruz vitorioso contra o pecado, a morte e o inferno, Ele desceu às partes mais baixas da terra (do outro lado do abismo, onde se encontrava os salvos conforme Lucas 16.26), que de acordo Mateus 12.40, é denominado de “seio da terra” ou as partes ou camadas mais baixas ou inferiores da terra conforme Efésios 4.7-11, ou no inferno conforme Apocalipse 1.18, e segundo Salmos 16.10; Atos 2.27; 1 Pedro 3.19;; Hebreus 2.14,15, existia o império da morte que se encontrava no poder do diabo.
Portanto, a palavra “abismo”, do grego “chasma”, que conforme Lucas 16:26, chasma é usado para descrever o "grande abismo" intransitável que separa o lugar de tormento do lugar de descanso, simbolizando uma divisão definitiva e intransponível, ou a uma abertura de poço sem fundo intransponível, um abismo entre os salvos e os perdidos, pois essa “Fenda ou Vazio” na etimologia provém do verbo obsoleto chao ("bocejar" ou "abrir a boca"), indicando uma "boca" aberta na terra, um despenhadeiro profundo, pois quando Coré e sua turma se rebelaram buscando o sacerdócio, se levantando contra Moisés e Arão, e recusaram suas lideranças, Moisés orou a Deus, e a terra abriu a sua boca debaixo deles e desceram vivos para o “Sheol” inferno, o mundo invisível e permanecem conscientes até a resurreição dos mortos, que morreram sem salvação, que vão ressuscitar na segunda ressurreição depois do milênio, quando seus corpos ressuscitados em ignomínia, vergonha e desprezo eterno conforme Daniel 12,2, e reunidos com a alma e o espírito, serão julgados e enviados eternamente para o lago de fogo conforme Apocalipse 20.15, ainda a palavra ‘pereceram’ no verso v.33, que no hebrico “habd” significa vagar bem longe do criador, perder a si mesmo por toda a eternidade, ser exterminado para sempre do meio do seres humanos desarraigados da terra de Deus segundo Salmos 10.16, pois lá no lago eterno de fogo, todos serão transformados em bichos, e estão destituídos para sempre da imagem e semelhança humana e a terra fechou sobre eles (mas também o céu para sempre-Grifo) conforme Números 16.28-33.
Portanto, na Mitologia , Cosmogonia e Teogonia grega de Hesíodo, poeta grego (776-650, AC) o “caos” estaria relacionado ao conceito de vazio primordial, o abismo profundo ou a desordem, de onde surgiram os primeiros deuses, (demônios que caíram do céu e foram lançados na terra), conforme Apocalipse 12.4a.
Assim sendo, existe uma diferença com “Abyssos”:
Embora muitas vezes traduzidos juntos como "abismo" no português, a Bíblia grega frequentemente usa “abyssos” para o termo "extremamente profundo", "sem fundo" ou um lugar de confinamento, enquanto “chasma” destaca a ideia de um "vazio entre" ou uma "fenda"., conforme Lucas 16. 24.
Assim sendo, na “Teogonia de Hesíodo”, temos um contraponto contrário a “teologia Bíblica” onde o termo "contraponto", no contexto teológico, refere-se a uma ideia, doutrina ou argumento que se coloca em oposição direta, desafio ou contraste com uma crença estabelecida na Bíblia Sagrada, o que o poeta Grego da antiguidade fez com o relato Bíblico verdadeiro da criação em Gênesis 1.1-31, sendo descrito como "contrário à teologia bíblica", significando que tal contraponto veio a divergir ou contradizer completamente os princípios fundamentais da criação dos ensinamentos encontrados na Bíblia Sagrada sobre a “criação e não sobre a mentira da evolução”.
Portanto, aqui está uma análise detalhada do significado e exemplos:
Definição de "Contraponto contrário"
Oposição (Antagonismo) que se refere a ensinamentos ou ações que se chocam com a vontade de Deus, Seus mandamentos, sua santa palavra, ou Sua natureza espiritual, pois Deus é Espírito e não é homem, e assim a afirmação de que Deus não é homem encontra-se em Números 23.19, quando o versículo completo destaca a imutabilidade e fidelidade divina, declarando:
"Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa; porventura, diria ele e não o faria? Ou falaria e não o confirmaria?".
Assim sendo, o texto faz parte da primeira parábola de Balaão, quando ele se recusou a amaldiçoar Israel, enfatizando que as promessas de Deus são absolutas e não mudam como as intenções humanas.
Assim sendo, esse trecho sublinha a perfeição divina, a impossibilidade de Deus ir contra Sua própria natureza e a certeza de que Ele cumpre o que promete, e assim esta passagem é frequentemente citada para destacar que Deus, ao contrário dos seres humanos, não muda de ideia nem falha em suas promessas.
Sendo assim, no Novo Testamento, essa expressão (ex: 1 Timóteo 1:10) é usada para descrever doutrinas que conflitam com os ensinamentos apostólicos, que são considerados o padrão da verdade bíblica, como a teogonia de Hesíodo, e tantos outros ensinos filosóficos e religiosos que vamos demonstrar através desse opúsculo.
Dessa maneira, o objetivo principal de Satanás e dos demônios, é desviar o ser humano da verdadeira Fé em Deus e nas Escrituras com ideias falsas, tentando harmonizar os ensinamentos da Bíblia Sagrada com filosofias humanas, tradições seculares ou heresias, anulando o sentido original do texto sagrado.
Exemplos de Contrapontos contrários à Teologia Bíblica
Embora diferentes denominações cristãs possam divergir, o que geralmente é considerado contrário à teologia bíblica clássica inclui:
Humanismo/Antropocentrismo: A ideia de que o ser humano é o centro de todas as coisas e a medida da verdade, em contrapartida ao teocentrismo (Deus no centro da vida do ser humano) de acordo com os ensinamentos bíblicos.
Relativismo Moral: Argumentar que não existem verdades absolutas ou que o pecado é relativo à cultura, o que contradiz a moralidade estabelecida na Bíblia Sagrada, que na verdade é a única verdade absoluta de tudo que existe, negada pelos sábios deste mundo, onde ensinam que cada o pessoa tem a sua verdade, ensinamentos que preparam o mundo para o maior mentiroso e enganador da história governar, o anticristo, que virá enganar o mundo, que rejeitou a verdade (Jesus Cristo) para se salvarem com sinais e prodígios da mentira para os que perecem conforme 2 Tessalonicenses 2.9,10.
Salvação por Obras (Legalismo): Acreditar que a salvação pode ser merecida pelo esforço humano, em oposição à doutrina bíblica da salvação pela graça, através da fé, conforme Efésios 2.8-9.
Universalismo: A crença de que todas as pessoas serão salvas, independentemente da fé em Cristo, o que contrasta com as advertências bíblicas sobre o juízo, onde atualmente o papa insiste em unir todas as religiões criando apenas uma, onde o anticristo será adorado.
Ateísmo/Ceticismo Prático: Viver como se Deus não existisse ou não interferisse na história humana, contrariando a narrativa bíblica de um Deus soberano e ativo, cuidando de toda a criação que ele mesmo criou, e não a mentira da suposta evolução, do suposto universo, como ensina a filosofia e a mitologia, tanto romana, como grega, que domina o mundo dos incrédulos, que não creem em Jesus Cristo, muito menos nos ensinos da Bíblia Sagrada, pois tem suas mentes cauterizada contra a verdade absoluta de Deus sobre a criação.
Contexto de "Contraponto"
Portanto, o contraponto não é apenas uma "diferença", mas uma linha de pensamento oposta que tenta, muitas vezes, refutar a melodia principal (a teologia bíblica), pois navegar nas encostas do oceano do conhecimento de utopias, é bem diferente do que navegar no alto oceano da verdade.
Portanto, enquanto a teologia bíblica prega a necessidade de arrependimento (contrição) para a remissão de pecados, um contraponto contrário seria a "autojustificação" ou a negação da existência do pecado, ensinada pelas religiões, e filosofias dos pagãos sem nenhuma fundamentação bíblica das verdade absolutas.
Em suma, um contraponto contrário à teologia bíblica é qualquer ensinamento que subverte, contradiz ou invalida os fundamentos da Escritura Sagrada, como os lugares de ensinos e templos de religiões pagãs estão superlotados e o mundo se afunda cada vez mais no pecado e espiritualmente nas mentiras do diabo, que de ensino Bíblico não tem nada por serem rejeitados.
Voltando ao nosso assunto, o Caos (Khaos) seria a primeira entidade espiritual a surgir, ou um vazio primordial, um abismo ou imensidão indefinida, quando a Bíblia Sagrada apenas diz que no princípio ( bershit) se referindo ao Verbo que se fez carne, o princípio da criação de Deus conforme Apocalipse 3.14, havia trevas sobre a face do “abismo”, e essa suposta primeira entidade seria o próprio Verbo encarnado que veio se tornar a pessoa de Jesus Cristo, e a desordem inicial foi causada pela queda do Querubim e seus anjos (Conforme Lucas 10.18; Apocalipse 12.4a) pois houve uma guerra nos céus, conforme Apocalipse 12.7-9.
Sendo assim, distorcendo o relato Bíblico da criação em Gênesis 1.1-31, a poesia da Teogonia do Poeta Grego Hesíodo da antiguidade, explica as características da criação submergida dentro do abismo pelo termo “Caos” (khaos) que seria a origem, o estado inicial, o “nada” o “espaço vazio” conforme a teogonia de todas as coisas, do qual o “cosmos” ou “Kosmos” (boa ordem, harmonia, arranjo, ou disciplina) evoluiu (não foi criado pelo criador conforme nos ensina a Bíblia Sagrada-Grifo) para significar o mundo, o suposto universo como um todo organizado e belo, em contraste com o caos (a desordem feita pelo próprio Satanás e seus anjos- Demônios-Grifo), que deriva do verbo “kosmeo” (ordenar, adornar) e, além desse suposto universo, refere-se também a beleza, adorno, e figurativamente à ordem social, ou ao conjunto de pessoas, que sutilmente, e finalmente Satanás através da sua grande mentira, o pai da mentira conforme João 8.44, continua com suas mentiras enganado e ainda destruindo tudo o que Deus criou, conforme Apocalipse 11.18, dizendo que ele está colocando tudo novamente em ordem como consequência da desordem do caos, feita na verdade por ele mesmo, quando corretamente, Deus, Jesus Cristo, e o Espírito Santo através da igreja, é que continua colocando todas as coisas em ordem na terra, começando com as famílias que estão cada vez mais desestruturadas pelo próprio diabo, e seus demônios e toda a desordem social que existe pelo pecado.
Continuando com a teogonia do Poeta Grego Hesíodo da antiguidade, segundo seus ensinos heréticos e anti-bíblicos, o estado inicial de todas as coisas, o "nada" ou o "espaço vazio" teria se originado e se organizado progressivamente através do “Kosmos” “Cosmos” e não de um Deus criador conforme ensina a Biblia Sagrada em Gênesis 1.1-31, incluindo a natureza com toda a criação de seres vivos, que na Teogonia do Poeta Grego da antiguidade Hesíodo ensina que a “Natureza não é um deus com características humanas, mas um conceito cosmológico, um abismo sem forma e sem limites, associado à escuridão e ao silêncio e desse conceito cosmológico surge Nix (Noite) e Érebo (Escuridão), que por sua vez geram Éter (Ar) e Hemera (Dia), dando início à luz e à escuridão, distorcendo todo o relato da criação feita por Deus o criador em Gênesis 1.1-31.
Portanto, na Teogonia Hesíodo fala de um contraste entre o Caos e Eros, pois o Caos geraria cisão, escuridão e Eros amor e atração gerando a força sexual entre masculino e feminino, promovendo a procriação que permite a formação do mundo organizado, quando a Bíblia Sagrada atribui a Deus e não a Eros a existência de todas as coisas, como resultado de sua criação e não do Caos.
Dessa maneira, ele continua dizendo que com o surgimento de Gaia (terra), o Caos ficou limitado, transformando o vazio em um local com estrutura na terra.
Desse jeito, ele argumenta ainda sobre duas descendência estabelecida na terra, ou seja, de acordo a Bíblia: a de Adão, e ainda conforme Gênesis 4.1-24: a de Caim, que era filho de Adão, mas saiu da presença de Deus e se tornou em um filho do maligno, conforme 1 João 3.18, que antes matou o seu próprio irmão.
Diante do exposto, a mitologia do “Kaos” de Hesíodo, seria o vazio sem forma conforme Gênesis 1.2a, que a terra era sem forma e vazia, atribuído não ao criador, o ponto de partida da cosmogonia que seria o estudo das "histórias da criação" ou do suposto Universo, sejam elas mitológicas, Gregas religiosas, com base nas filosofias e demais religiões, ou nos científicas da teoria mentirosa da evolução, quando finalmente está na Bíblia Sagrada o verdadeiro relato sobre a criação e não sobre a evolução do suposto universo, resultado da grande mentira da evolução proposta pelo diabo na mente dos “sábios” deste mundo tenebroso, governado por Satanás, o deus deste século, conforme 2 Coríntios 4.4, pois o poeta Grego da antiguidade, Hesíodo, inspirado por ele e não pelo Espírito Santo, ainda afirma que da cosmogonia Grega e não a partir do Deus o criador que ele não acreditava, brota as primeiras forças e divindades (demônios), que supostamente estruturam o suposto universo, deixando ainda bastante claro que ele conhecia o relato da criação no livro de Gênesis, apenas dando outro enfoque mitológico, pois quando a sua “Teogonia” e não a”Teologia” discorre sobre a genealogia e origem dos deuses (que na verdade são demônios, ou anjos caídos a serviço de Satanás, o deus deste século conforme 2 Coríntios 4.4, que cegou o entendimento dos incrédulos), usou o poeta Grego para inventar a cosmogonia focando a origem e formação do suposto universo, como o universo surgiu, como criação de estrelas, planetas, galáxias e a Terra, e assim a ordem cósmica e não a ordem criada e organizada por Deus, o criador, teria feito surgir os elementos essenciais para a vida.
Portanto, a criação de estrelas, planetas, galáxias e a Terra de acordo Gênesis 1.1,9,10, sobre a criação da terra, se atribui a Deus, e segundo os vv.14-18, a criação dos luminares na expansão dos céus, como o sol, a lua e as estrelas, que serviriam para separar dia e noite e ainda serviriam para sinais, dos tempos determinados em dias e anos (v.14) surgiram como resultado a ação do criador.
Assim sendo, a Cosmologia, por se tratar do estudo mentiroso científico da estrutura, evolução que não existe e sim a criação, conforme a Bíblia Sagrada que o “sábios” deste mundo que na verdade se tornaram loucos conforme Romanos 1.20, ensinam distorcendo o relato Bíblico que a evolução é destino do suposto universo, que na verdade se refere a criação dos céus e da terra, está explicado pela palavra de Deus, sobre a criação divina em seis dias, conforme o Gênesis relata, mas os cientistas incrédulos que não acreditam na Bíblia Sagrada, baseiam o seu entendimento em lógica e ciência, com outra mentira de teorias como a do “Big Bang”, inflação cósmica e a formação de estrelas e galáxias.
Levando isso em conta, a teoria do “Big Bang”, com base na mentira da evolução e não no relato bíblico da criação em Gênesis, foi proposta pelo astrofísico e sacerdote Padre e astrônomo, cosmólogo, matemático e físico (1894-1966) desviado da verdade escrita na Bíblia Sagrada.
Diante do exposto, Lemaître propôs o que ficou conhecido como teoria do desenvolvimento inicial do universo do “Big Bang”, que ele chamava de "hipótese do átomo primordial", e não da criação do criador.
Portanto, por se tratar de teoria, hipótese de um homem desviado do relato bíblico, não merece nenhum crédito, pois não tem nenhuma comprovação na Bíblia Sagrada sobre esse lugar de desenvolvimento inicial do suposto universo que ele inventou, e sim o relato verdadeiro da criação dos céus e da terra conforme Gênesis 1.1.
Em consequência disso, a Santa e Infalível palavra de Deus, em lugar algum ensina acerca da expansão inicial do universo, que se trata de outra heresia, pois a palavra universo não se encontra na Bíblia Sagrada em seu relato original, usando uma etimologia correta e não erros de interpretação, como o Arco Íris, quando a Bíblia na verdade fala sobre o arco de Deus, ou o meu arco, conforme Gênesis 9.13, e não o arco da suposta deusa Íris do paganismo, e assim sendo a palavra universo vem do Latim “universum” que significa “tudo junto” ou “tornando um”, sendo um erro de tradução, pois Deus, o criador de todas as coisas, não se encontra unido ou se tornando um com Satanás, com os demônios, com os ímpios aqui na terra e nem com o mal de um modo geral, ou com os demônios apresentados na mitologia grega como supostos deuses.
Sendo assim, Etimologicamente, a palavra universo refere-se à ideia de "tudo girando como um só" ou "o todo voltado para uma unidade", descrevendo o conjunto de tudo o que existe como uma totalidade”una” e ordenada, mais uma grande mentira de Satanás, seus demônios e dos ímpios incrédulos, pois Deus e sua criação não formam uma “totalidade una e ordenada” com o mal, com a morte, com o diabo, com os demônios, com os ímpios, com o inferno, etc...
Assim sendo, no Latim a palavra latina “universum” foi popularizada por autores como Cícero e Lucrécio, figuras proeminentes da Roma Antiga.
Cícero (estadista, orador e filósofo) dedicou-se à política republicana e à adaptação do pensamento grego para Roma, enquanto Lucrécio (poeta e filósofo) expôs a filosofia epicurista, defendendo o naturalismo e o atomismo em sua obra-prima, “De Rerum Natura”.
Portanto, Cícero criticava as ideias epicuristas, mas, em cartas, reconhecia a genialidade poética de Lucrécio.
Levando isso em conta, a filosofia epicurista, fundada por Epicuro, busca a felicidade (eudaimonia) através do prazer da carne, entendido como ausência de dor física (aponia) e perturbação mental (ataraxia) alcançada através do prazer (enquanto a Bíblia Sagrada ensina no Salmos 1,2 que o nosso prazer deve estar na palavra de Deus - Grifo), eliminado através do prazer, os medos dos demônios, o medo da morte, através da razão humana e do conhecimento humano, visando uma vida serena e equilibrada, razão essa que o pecador vive constantemente em busca de prazer para encher o vazio da sua alma e não em busca de Deus, da sua palavra, da oração, do Espírito Santo.
Portanto, os principais conceitos do “epicurismo”, se refere ao prazer, ou “hedonismo”, sendo o epicurismo uma corrente filosófica surgida na Grécia Antiga no século IV a.C.
Segundo o pensamento pregado por seus adeptos, o estado individual de plenitude em que o sujeito tem total liberdade, tranquilidade e está livre dos medos - está diretamente ligado com a busca pelos prazeres como no carnaval, e na festa do suposto deus Baco ou Dionísio, na Roma antiga e na Grécia, com rituais carnais imorais que envolviam música, muita dança erótica, muito consumo de bebida alcoólica, sendo uma celebração da libertação sexual e da natureza carnal, que evoluiu de cultos secretos de imoralidades e idolatrias para festas públicas, como já foi dito, o carnaval, que depois foi reprimida por sua extravagância, deixando um legado de celebração e arte imoral, como o teatro, a pintura espondo principalmente a nudez e o sexo, como no filme protagonizado pelos atores Tom Cruize e Nicole Kidmam de desejos sexuais depravados, com muitas exploração de um submundo de rituais secretos e aberrações sexuais, e desse modo, é importante observar a centralidade que o prazer adquire no pensamento epicurista, convergindo para o bacanal com músicas e danças imorais, orgias, envolvendo sacerdotes da imoralidade denominados de “bacantes” quando em transe ou de acordo o termo Bíblia “endemoniados” como hoje mnuitos ficam no carnaval, liberam os instintos mais imorais do ser humano, que hoje se refere a qualquer festividade imoral, profana e desregrada no prazer (Hedonismo) que teve início nas danças e nudez do bezero de ouro conforme Exodo 32, onde o bem supremo é o prazer, mas ele é visto como ausência de sofrimento e perturbação (ataraxia), não como libertinagem, a descrição de danças e nudez durante a adoração ao bezerro de ouro, embora popularmente associada a um cenário orgiástico, é relatada principalmente em Êxodo 32, interpretada por comentaristas bíblicos como um estado de descontrole moral e sexual.
Aqui estão os pontos chave baseados no texto sagrado:
O relato de "danças": (Êxodo 32:19) menciona que, ao descer do monte, Moisés viu o bezerro e as "danças" (ou o povo dançando/cantando e praticando orgias, estando nús) que posteriormente no decorrer dos séculos inspirou os festivais de Baco (os bacanais na antiga roma, o carnaval e toda festa de orgia).
O termo "nudez" (descontrole): em Êxodo 32:25, a Bíblia relata que "Moisés viu que o povo estava desenfreado, pois Arão os havia deixado desenfreados, para vergonha no meio dos seus inimigos". A versão Almeida Revista e Corrigida utiliza "o povo estava despido" ou "o povo estava nu", primeiro relato Bíblico da nudez em grupo do povo de Deus, que ainda hoje muitos cristãos desviados de Deus e da verdade participam do carnaval, essa festa profana e diabólica de nudez adorando demônios, quando muitos pastores heréticos querem introduzir esse costume pagão para dentro da igreja de Jesus Cristo, foge deles!
Significado da dança: Comentaristas e tradições rabínicas interpretam as danças mencionadas como de natureza erótica ou lasciva ("orgiástica"), e o verbo usado para "brincar/dançar" (letzachek) carrega conotações sexuais, indicando que a idolatria foi acompanhada de imoralidade sexual, e assim devemos ser muito cautelosos com as danças de coreografias dentro das igrejas, dizendo que estão adorando a Deus, através do corpo, quando as Bíblia ensina que os verdadeiros adoradores, adorarão a Deus em Espírito e em verdade (João 4.24), nos levando a entender que também existem muitos falsos adoradores.
A "Nudez" provocada no passado pelo sumo sacerdote de Israel, Arão, quando o texto afirma que Arão havia deixado o povo "nu" (desprotegido/desenfreado), o que causou vergonha perante os inimigos, como muitos pastores hoje toleram a nudez e a sensualidade dentro da igreja, com roupas justas e provocantes enchendo a igreja de irmãos carnais com os olhos cheios de adultérios, e não cessando de pecar conforme 2 Pedro 2.14a, e como consequências a adoração ao bezerro de ouro, que incluía estas danças, resultou na morte de cerca de três mil homens por ordem de Moisés e pela ação dos levitas, e hoje não são poucos os que morrem espiritualmente e saem das igrejas por viverem na carne, pois os que vivem dessa maneira, não podem agradar a Deus, conforme Romanos 8.8.
Dessa maneira, os prazeres naturais e necessários (como comer quando se tem fome) são os mais importantes, e não os prazeres da carne.
Assim sendo, a filosofia epicurista que veio do meio do inferno, ensinam que os supostos deuses (demônios) e a Morte, apesar de existir, são indiferentes aos humanos; a morte é o fim da consciência, logo, não há o que temer, e por isso toda sorte de orgia sexual, todo tipo de imoralidade é apenas manifestação de arte e teatro, pois a vida comunitária e a amizade são fundamentais para uma vida feliz, junto com a capacidade de ser autossuficiente, que tem a capacidade de viver por conta própria e não depender de ninguém em todos os sentidos, principalmente de Deus, e atender todas as suas necessidades físicas, emocionais e espirituais, alcançando a plena felicidade através dos desejos carnais e sensuais, vivendo uma vida somente de emoções, como uma música epicurista diz; “são tantas às emoções” e de todas as formas de emoções “artificiais”, usando a razão para entender que deuses “demônios e morte” não são ameaças para temer, pois a filosofia epicurista ensina os seres humanos controlarem seus medos e não os seus desejos, para se cumprir Romanos 1.18-28, que termina dizendo no v.28, assim:
“E como eles não se importaram em ter conhecimento de Deus, assim o próprio Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convém”.
Sendo assim, através das amizades mundanas e da autossuficiência (Autarquia) a vida comunitária e a amizade com os pecadores perdidos, são fundamentais para uma vida feliz, junto com a capacidade de ser autossuficiente, pois a “ética epicurista”, ensina o ser humano a viver apenas em função do prazer humano e carnal, valorizando apenas o momento presente, excluindo da sua vida à preocupação de coisas espirituais, como servir a Deus, ter medo da morte, do inferno, de demônios e de Satanás, usando a razão para entender que demônios e morte, inferno e condenação eterna não são ameaças, viver simplesmente valorizando o momento presente e as coisas simples da vida, como contemplar a natureza e se dedicando a mesma, fugindo do excesso da busca de bens materiais, inclusive de se preocupar em buscar a Deus, como procede a maior parte da humanidade hoje, vivendo apenas em função de busca das muitas emoções que existem, cultivando apenas a Sabedoria (Prudência) desse mundo, e avaliando as consequências maravilhosas dos prazeres carnais e emocionais, para garantir a tranquilidade duradoura, o segredo de uma vida feliz, no jardim da existência, mas não explicam de quem é este jardim, porém a Bíblia Sagrada nos explicam a quem esse jardim de emoções e fantasias pertence, e por isso Deus ensina o seu povo a não amar o mundo, nem as coisas do mundo, pois esse jardim do epícurismo não pertence a ele, conforme Tiago 4.4; 1, João 2.15-17.
Portanto a escola de Epicuro em Atenas, chamada "O Jardim", que você já sabe a quem pertence, era um espaço onde se ensinava essa filosofia de vida prática, valorizando o autoconhecimento e a busca por uma existência serena e feliz, com o dono do Jardim que não é Deus o criador, Jesus Cristo e o Espírito Santo e que não tem como manual a santa palavra de Deus, mas as coisas do mundo e do pecado e as filosofias humanas.
Dessa maneira, voltando o comentário sobre a palavra “universo” a mesma é composta pelo seguintes componentes
Unus: "um", "único".
Versus: Particípio passado de vertere, significando "virar", "voltar", "girar" ou "transformar".
Portanto, significando literalmente: "Tudo virado para um", "tudo girando em um só", ou "tornado um todo". como já expliquei, essa palavra “universo” é de procedência inspirada e vinda do inferno, pois refere-se originalmente ao mundo como um “todo, terra e céus” sem nenhuma distinção ou separação entre Deus e Satanás, o bem e o mal, o certo e o errado, a luz e as trevas, a eternidade e o tempo significando que tudo se tornou “UM”, ou em uma unidade como também ensina a filosofia Chinesa do “Yin e do Yang”, onde essa filosofia da unidade entre o “Yin e o Yang” , é um dos pilares fundamentais do pensamento Chines e não a Bíblia Sagrada no cristianismo, mas especialmente no “Taoismo” ou (Daoísmo) , sendo uma antiga tradição filosófica e religiosa Chinesa centrada no conceito de Tao e não a Bíblia Sagrada, “Tao” o (caminho) mas não Jesus Cristo conforme João 14.6, buscando a harmonia com o fluxo natural do suposto universo que de acordo as escrituras se refere à criação dos céus e da terra criada por Deus conforme Gênesis 1.1, buscando harmonia, equilíbrio e simplicidade complementares como o “Yin e o Yang” como símbolos de forças opostas e complementares, e não-ação com “Wu Wei”
Portanto, o “Yin e o Yang” atribuído a “Lao Zi” e seu texto “Tao Te Ching” e não a Bíblia Sagrada atribuída ao Deus criador, prega a espontaneidade, a moderação e o alinhamento com a ordem cósmica, ou com toda a criação dos céus e da terra influenciando práticas como “Tai Chi” e “Feng Shui”, significando duas práticas fundamentais do equilíbrio Chines que buscam o equilíbrio e a harmonia chinesa, e todo esse ensinamento surgiu apenas da mente de um homem que não tem nenhuma relação com Deus e com a sua santa palavra. Pergunto: Qual é a origem dessa inspiração, que levou milhões, e ainda leva a acreditarem nessa fantasia?
Assim sendo, traduzida literalmente e frequentemente com o “supremo punho” ou “punho do limite supremo” contrastando com a mentalidade de esforço ocidental, que coloca a Bíblia Sagrada juntamente com o seu autor e criador de todas as coisas como o “limite supremo de tudo que existe nos céus e na terra” conforme Jeremias 5.21-25, onde se encontra escrito sobre a verdadeira ação de Deus a respeito da criação, e ainda sobre a verdadeira ação dos povos pagãos com a suas meras filosofias, ou meros pensamentos humanos, ou meras teorias para entender a criação com base na evolução que não existe, principalmente os chineses, e os Gregos, que são cunhados por Deus através do profeta Jeremias como “povo louco e sem coração, que tendes olhos e não vedes que tendo ouvidos e não ouvem” (v.23a) com seus “loucos” principais conceitos de evolução do suposto cosmo ou do suposto universo como o Apóstolo Paulo em 1 Coríntios 1:18-24 destaca o contraste que existe entre a sabedoria humana e o plano de Deus para a humanidade dizendo que a "mensagem da cruz" parece loucura para os que perecem, mas é o poder e a sabedoria de Deus para os salvos, pois Deus anula a inteligência humana, usando a pregação de Jesus Cristo crucificado — escândalo para judeus e tolice para gentios — como meio de salvar os cristãos.
Sendo assim, os principais pontos de 1 Coríntios 1:18-24 - ARC são:
A Palavra da Cruz: É considerada loucura pelos que se perdem, mas para os salvos, é o próprio poder de Deus.
A Sabedoria Humana vs. Divina: Deus destrói a sabedoria dos sábios e a inteligência dos inteligentes deste mundo.
A Loucura da Pregação: Aprouve a Deus salvar os que creem através da "loucura da pregação”, não pela sabedoria humana.
Escândalo e Loucura: A mensagem de um Cristo crucificado é escândalo para os judeus (que pedem sinais) e loucura para os gregos (que buscam sabedoria filosófica).
Cristo, Poder e Sabedoria: Para os chamados judeus e gregos, Cristo é o poder e a sabedoria de Deus, e não as ideologias filosóficas nascidas na cabeça de um filósofo pagão das religiões sem Deus, e sem fundamento Bíblico.
Diante do exposto, o contexto da cidade de Corinto, rica e influenciada pela filosofia helenista, explica a ênfase de Paulo em demonstrar que a salvação vem pela fé na cruz, não pela intelectualidade ou poder humano de ideias filosóficas.
Desse jeito, os principais Conceitos de “Tao” (Dao) como a fonte e o princípio do suposto universo, o "Caminho" que guia tudo, indefinível e constante, sendo que como já disse conforme a Bíblia em João 14.6, esse caminho se chama Jesus Cristo, que conduz o ser humano perdido, mas arrependido de seus pecados para a vida eterna, e sendo assim quanto engano essas filosofias diabólicas negam o verdadeiro relato através das escrituras sagradas, conduzindo milhões para o abismo eterno através dos ensinamentos filosóficos e mentirosos que nasceram apenas na cabeça de uma pessoa, onde creio que Deus permite para se cumprir Eclesiastes 7.29, onde diz que Deus criou o homem (sem ardis, ou forma de enganar e pecar) mas o homem buscou muitas invenções, usado por Satanás, para enganar as nações com falsas filosofias mentirosas, sendo ele o mestre em ensino enganoso e filosófico mentiroso que engana todo o mundo, conforme Apocalipse 12.9.
Em consequência disso, o conceito de Yin e Yang na cultura religiosa chinesa seriam as duas forças opostas, mas complementares (escuridão/luz, interno/externo), que compõem o universo e buscam equilíbrio, mas que conforme o verdadeiro ensino da Bíblia Sagrada, a luz e as trevas, ou o dia e a noite, foram criados por Deus apenas para fazer separação dentro do fator tempo que existe apenas aqui na terra, como a noite e o dia, como manhã, tarde e noite, conforme Gênesis 1.3-5, pois conforme ainda, o livro de apocalipse, no lado da eternidade dos salvos, na nova Jerusalém não haverá mais noite, pois assim está escrito:
Conforme a passagem que diz que no céu não haverá mais noite está em Apocalipse 22.5, onde se lê que "Ali não haverá mais noite, e não precisarão nem da luz de candelabros nem da luz do sol, pois o Senhor Deus brilhará sobre eles".
Portanto, existe também um versículo relacionado em Apocalipse 21:25, que fala sobre as portas da Nova Jerusalém, onde "não haverá noite".
(Apocalipse 22:5):
"E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os ilumina; e reinarão para todo o sempre." (Almeida Revista e Corrigida).
Apocalipse 21:25:
"E as suas portas não se fecharão de dia, porque ali não haverá noite." (Almeida Revista e Corrigida).
Dessa maneira, esses versículos descrevem a Nova Jerusalém, um lugar de luz eterna e sem trevas, pois a própria presença de Deus os ilumina, enquanto no lago de fogo e enxofre, o outro lado da eternidade dos pedidos, haverá trevas para sempre conforme os seguintes versículos, onde na descrição bíblica, o inferno será um lugar de "trevas" ou "escuridão exterior" (frequentemente associada à eternidade do juízo) onde encontra-se principalmente no Evangelho de Mateus, em parábolas contadas por Jesus.
Assim sendo, os versículos principais são:
Mateus 8:12:
"...Mas os filhos do Reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes".
Mateus 22:13:
"Então, o rei disse aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, levai-o, e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes".
Mateus 25:30:
"E lançai o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes”.
Assim sendo, a descrição das “Trevas Exteriores” na expressão grega “to skotos to exoteron”, indica uma escuridão fora de um local iluminado (geralmente interpretado como fora da presença de Deus ou do banquete celestial, pois Deus é luz e não há nele trevas nenhuma) conforme 1 João 1.5.
Sendo assim, na eternidade, ou no juízo final, embora Mateus foque nas "trevas", outras passagens descrevem o destino final como "fogo eterno" (Mateus 25:41), "lago de fogo" (Apocalipse 20: 10, 14-15) e "fogo que nunca se apaga" (Marcos 9:48).
Portanto, a combinação de trevas e fogo é interpretada como uma separação total e não uma extinção total da existência na presença de Deus, mas os perdidos vão estar para sempre na presença de Satanás, dos demônios, da morte, do inferno, da besta, do falso profeta e dos ímpios transformados em bichos por toda a eternidade em terríveis sofrimentos, conforme Marcos 9.43-48; Apocalipse 19.20;20.10, 14,15, onde ainda haverá pranto e ranger de dentes, pois esta frase acompanha a descrição das trevas em todos os três versículos de Mateus, indicando remorso, dor e desespero, pois arrependimento dos pecados só existe aqui na terra, quando se ouve a pregação do evangelho de acordo Romanos 10. 9-15, e ainda é convencido pelo glorioso Espírito Santo, conforme João 16.7-10.
Diante do exposto ainda encontramos a frase "Negritude das Trevas":
em Judas 1:13, onde também menciona a "escuridão das trevas" (ou "negrume das trevas" em algumas traduções) reservada para os ímpios.
Dessa forma, voltando a comentar a respeito da filosofia religiosa e filosófica dos chineses o “Wu Wei” ou a "Não-ação" ou ação sem esforço, que significa agir em harmonia com o Tao, (o suposto caminho do Taoismo dos chineses) sem forçar as coisas, conduz o ser humano à naturalidade, ou a Simplicidade, levando a pessoa a busca pela essência original, desapegando-se de desejos e observando os pensamentos sem apego e sem haver necessidade de discernimento entre o bem e o mal, pois os opostos se completam, ou um depende do outro, que de acordo a Bíblia Sagrada, em resumo, é o bem dependendo do mal e o mal dependendo do bem, mas em nenhum momento ensinam sobre a salvação eterna, como o budismo, A salvação no budismo, melhor entendida como libertação, ou iluminação (nirvana) a "salvação" no budismo não é ir para um paraíso após a morte, mas sim transformar a própria mente e eliminar as causas do sofrimento, atingindo a iluminação aqui e agora. No budismo Theravada, foca-se no esforço pessoal para alcançar o Nirvana. No Mahayana, enfatiza-se a compaixão e o ideal do Bodhisattva, que adia sua própria entrada no Nirvana para salvar todos os seres. A libertação é atingida praticando sabedoria, conduta ética (preceitos) e disciplina mental (meditação). "salvar" no budismo significa libertar-se da visão de "si mesmo" (ego) e da ignorância, percebendo a verdadeira natureza da realidade.
O Caminho Óctuplo: A libertação é atingida praticando sabedoria, conduta ética (preceitos) e disciplina mental (meditação).
Nirvana como Fim do Sofrimento: A salvação budista é o Nirvana, o estado final de paz, iluminação e libertação do ciclo de morte e renascimento.
Não é Salvação Teísta: Ao contrário de religiões abraâmicas, não há um Deus criador ou figura externa que salva; a libertação é uma conquista interna pessoal.
A salvação no budismo, melhor entendida como libertação ou iluminação (Nirvana), é a cessação definitiva do sofrimento ( 𝑑𝑢𝑘𝑘ℎ𝑎) e do ciclo de renascimentos (𝑠𝑎𝑚𝑠𝑎𝑟𝑎) alcançada pelo próprio esforço através do “Nobre Caminho Óctuplo”, (e não através de Jesus Cristo, o único caminho, a verdade, e a vida que conduz a Deus, conforme João 14.6 - Grifo), a iluminação elimina o apego, a ignorância e a visão distorcida de um "eu" permanente, conforme o budismo e não conforme Jesus Cristo, a luz do mundo e quem o segue não anda em trevas segundo (João 8.12). No budismo, Jesus Cristo é visto com grande admiração e respeito, considerado não como o salvador da humanidade mas como um “Bodhisattva” (um ser iluminado que dedica a vida para ajudar os outros, ou um mestre de alto nível) .
Assim sendo, Ele não é reconhecido como o filho de Deus encarnado, mas como um ser humano compassivo que alcançou um estado elevado, comparável a um Buda, pregando amor e compaixão.
Visão Budista sobre Jesus:
Um Ser Iluminado/Bodhisattva: Muitos budistas, incluindo o Dalai Lama, veem Jesus como um mestre iluminado, um “Bodhisattva” que se dedicou à salvação e ao bem-estar dos seres, demonstrando amor e compaixão, contradizendo seus próprios ensinamentos.
Professor da compaixão e não salvador da humanidade: Seus ensinamentos sobre perdão e amor ao próximo são compatíveis com os conceitos budistas de karuṇā (compaixão) e mettã (benevolência) e não salvador que veio para tirar o pecado do mundo conforme João 1.29.
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Semelhança com o Buda: Assim como Buda, Jesus é visto como alguém que transcende o sofrimento comum e buscou o bem-estar universal, ainda não consegui descobrir qual foi o bem estar que Buda trouxe para a humanidade que cada dia mais se encontra mergulhada na lama do pecado.
Respeito Histórico dos seres humanos que não conhecem a Jesus Cristo: A figura de Jesus é respeitada, embora o budismo não siga a teologia cristã da divindade ou salvação, pois os pagãos conhecem apenas o Jesus histórico dos livros e dos filmes.
Embora algumas visões alternativas sugiram que Jesus estudou no Oriente durante seu "período perdido" (teoria do São Issa), invenção das religiões pagãs, sem nenhuma base escriturística, a visão principal é de reconhecimento de suas virtudes éticas e de sua atuação como um ser de alta realização espiritual.
Voltando a falar sobre o “tal”, em resumo, conectar-se com o Tao, o caminho dos chineses seria "fluir com a vida" do tao, e não com a vida do verdadeiro caminho que se chama Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo, agindo com espontaneidade e integridade e não por obrigação, em vez de forçar resultados baseados apenas na vontade do ego, ou na vontade humana em oposição à vontade de Deus.
Assim sendo, o Taoísmo ensina o ser humano a se conectar, não com o criador dos céus e da terra, mas com o suposto universo da concepção de Cícero e Lucrécio, e assim o taoísmo ensina que o ser humano é parte da natureza e não da criação de Deus, segundo a sua própria imagem e semelhança, conforme Gênesis 1.26,27, onde vivem em harmonia com com a natureza e não com o criador, ensinado disfarçadamente a doutrina do panteísmo, crença filosófica e religiosa, onde ensina que “tudo é Deus, e Deus é tudo”, onde o ser humano atinge a paz e o equilíbrio através do caminho denominado “Tao” ainda identificando o Criador com a totalidade do suposto “universo de Cícero e de Lucrécio e ainda da natureza”, sem distinção entre o divino e o criador, onde cada ser e objeto possui uma “centelha divina em si mesmo”, velha mentira de Satanás pronunciada para Eva no jardim do Éden “e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal” (Gênesis 3.5)
Sendo assim, essa visão diabólica do “panteísmo”, diferente do “panenteísmo”, entende a criação como uma unidade divina, diferente do panenteísmo (Deus está no mundo, mas também além dele, não sendo o próprio mundo que Ele criou) ensinado ainda sobre a onipresença do criador, dizendo que Deus está em todo lugar, mas ao mesmo seria o tudo que existe, mas sendo refutado por doutrinas que defendem um Deus pessoal e separado da criação, que para Spinoza, Deus e a natureza são a mesma e única coisa, onde não há separação entre Deus e criatura, divinando a natureza, bem como toda criação, como árvores, rochas, seres humanos e demais seres vivos conforme o “Hinduísmo”, que cultuam até o rato e répteis e não como manifestação do criador.
Portanto, filosofias Taoistas, panteistas, budistas, hinduistas e tantas outras buscam promover a unidade total e absoluta de tudo o que existe, mas na verdade existe uma diferença crucial entre o criador, autor de toda a criação, e a criação pois conforme João 1.3, sem Ele o Verbo encarnado, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, “sem Ele o autor de toda criação, nada do que foi feito se fez” pois a grande diferença entre Panteísmo vs. Onipresença, é que Deus está em todo lugar (onipresença), mas não significa que Deus é a árvore ou a rocha, astros, natureza ou qualquer ser vivo, pois o Panteísmo chega a afirmar que a árvore é Deus, quando na verdade existe um grande diferença entre “Panteísmo e Panenteísmo” pois no Panteísmo, Deus seria o suposto universo, ou toda a criação, mas a expressão correta à luz das escrituras, é esta: Enquanto no Panenteísmo Bíblico que está certo, Deus realmente está presente e controla toda a sua criação, mas não é parte da sua criação, e também transcende tudo que Ele criou e Ele, Deus, não se limita a tudo que Ele criou nos céus e na terra, pois nada passou a existir por conta própria, mas como resultado da sua criação.
Diante do exposto, encontramos em algumas vertentes do Hinduísmo e do Budismo, bem como em sistemas esotéricos, os quais são refutados pelo ensinamento da santa palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, que os ensinamentos dessas doutrinas filosóficas religiosas ensinando isso como adoração da criação e não do Criador, é uma grande negação das Escrituras Sagradas, e ainda uma completa negação de um Deus criador Pessoal, ao fundir Deus com a criação, o panteísmo é capaz de eliminar a ideia da existência de um Deus pessoal com quem se pode ter um relacionamento puro e santo, segundo a Biblia Sagrada, que ensina que Deus é Espírito, e que os seus verdadeiros adoradores o adoram em Espírito e em verdade conforme João 4.23,24, e assim sendo, o panteísmo reduz o criador à criação, materializando, reduzindo a sua existência eterna à matéria perecível, e ainda ensina os seres humanos a terem confiança na matéria que Ele criou e não nele, o criador.
À vista disso, voltando a comentar sobre o Taoísmo, o mesmo ensina a meditação e não a oração para a pessoa acalmar e se conectar com o Tao, ou o caminho que seria o Tao, e não com Jesus Cristo, o verdadeiro caminho, praticando ainda o exercício do corpo e não o exercício da alma e do espírito, com o “Tai Chi Chuan” que promovem o fluxo de energia (QI) e o equilíbrio, e ainda o “Feng Shui” que promove harmonia no ambiente, onde não se menciona a presença da Trindade, nem de louvor a Deus, oração, estudo da Bíblia Sagrada, e relacionamento em profunda comunhão com criador e com o Espírito Santo.
Em vista disso, como o assunto aqui é apenas corporal, destituído de todo o ensinamento bíblico sobre o espírito e a alma do ser humano, até por se tratar apenas de uma filosofia humana a Medicina Tradicional Chinesa, baseada no equilíbrio das forças (Yin-Yang) e dos Cinco Elementos (Terra, Fogo, Metal, Madeira, Água), atribui a “Laozi” personagem humano, o “Tao Te Ching” obra central do Taoismo e o “Zhuangzi” outro texto que expande sem nenhum fundamento bíblico os ensinos do Tao, esse suposto caminho dos chineses.
Portanto, o Taoísmo oferece uma visão de mundo onde a sabedoria reside em viver de forma simples, fluida e equilibrada, seguindo o ritmo do suposto universo ou da criação material em vez de lutar contra a natureza, valorizando a modéstia e a tranquilidade sobre a competição e o esforço excessivo, sendo esse um dos pilares fundamentais do pensamento chinês, especialmente vindo da filosofia transformada em religião dessas duas pessoas já citadas, criadores da religião taoista e ainda usado na Medicina Tradicional Chinesa, que descreve como forças opostas, contrárias ou opostas na natureza, mas são na verdade, complementares, interdependentes e interconectadas, formando um sistema dinâmico onde o todo é maior que as partes.
Assim sendo, essa filosofia postula que nada no suposto universo é estático, absoluto ou totalmente independente, pois tudo o que existe está interligado, refutando cem por cento o ensinamento bíblico que Deus, o criador, separou o bem do mal e de muitas outras coisas na criação, sendo Ele o Deus absoluto de tudo que existe, pois o sentido primordial dessas filosofias, é negar por completo Deus e a sua obra da criação, onde também muitos cristãos abandonam o estudo da Bíblia e seguem os passos dos sábios deste mundo, misturam teologia com filosofia, e o absurdo é tão grande que também misturam teologia com a psicanálise do ateu Sigismundo do Freud, quando o diabo e os demônios ficam dando risadas desses mestres sábios segundo o mundo que o povo simples de Deus amontoam esses falso doutores para si mesmos, conforme 1 Timóteo 4.3,4 que diz:
Porque virá tempo que não sofrerão a sã doutrina , mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;
e desviando os ouvidos da verdade, voltando às fábulas, (caia fora desses supostos doutores e dessas supostas igreja cristã, escape pela sua vida! - Grifo).
Diante do exposto, a minha sincera vontade é encerrar esses comentários Bíblicos e verdadeiros dessas terríveis heresias filosóficas religiosas, mas para esclarecer os desavisados e enganados a creem na Bíblia Sagrada, a santa, infalível e eterna palavra de Deus, continuarei esclarecendo à luz da Bíblia Sagrada sobre essas terríveis heresias destruidoras, quando ainda ensinam que o complemento, não a competição “Yin e Yang” e não lutam entre si, mas eles colaboram para criar harmonia e equilíbrio, ensinamento dos quais são totalmente contrários a palavra de Deus, onde O Yin (passivo, escuro, feminino, frio) não pode existir sem o Yang (ativo, luminoso, masculino, quente).
Assim sendo, a sombra (yin) não existe sem a luz (yang), unificando tudo que existe sem fazer qualquer distinção entre o bem e o mal, pois através da transformação mútua, as forças existentes na criação começam a se transformar em outras forças opostas gerando novas forças, fundindo todas as coisas que existem em apenas uma, como por exemplo: O Princípio do "Germe" (Pontos no Símbolo): como o símbolo “Taijitu” mostra um ponto branco no campo preto e um ponto preto no campo branco, onde isso representa que dentro do Yin existe a semente do Yang e vice-versa, em outras palavras O Taijitu, popularmente conhecido como o símbolo do Yin-Yang, representa o conceito fundamental da filosofia chinesa e do Taoismo, transformados em religião, os quais representam o equilíbrio, a interdependência e a natureza dual de todas as coisas, e assim o círculo preto e branco representa a noção de tudo o que existe tornando em “um” todas as coisas, onde negam por completo a separação Bíblica.
Sendo assim, o “Yin e Yang” simboliza a "Grande Polaridade" (Taiji), mostrando forças opostas (entre o bem, e o mal, entre Deus e o diabo - Grifo) que se complementam, fluem e se transformam constantemente, como dia e noite ou luz e sombra, explicando como Interdependência: Yin (preto) e Yang (branco) não podem existir sem o outro, pois o próprio símbolo mostra a fusão dessas duas forças opostas na criação, nos levando a entender as profundezas dos ensinamentos de Satanás que conforme Apocalipse 2.24, As "profundezas de Satanás" referem-se a ensinamentos filosóficos, religiosos e falsos, contrariando os ensinos das Escrituras Sagradas, sendo os falsos e profundos mistérios para enganar o mundo de acordo Apocalipse 12.9, que aqui nesta era provavelmente estava ligado ao gnosticismo, posteriormente ao panteísmo e no decorrer dos séculos a várias religiões e filosofias mentirosas e enganosas para enganar o mundo, como o espiritismo com a falsa doutrina da reencarnação e não da ressurreição, negando a ressurreição ensinada pela Bíblia Sagrada, como ainda o Taoísmo, que ensina que as forças opostas tanto nos céus como na terra, termos que eles mudaram para o termo universo da filosofia Romana, ou para cosmos da mitologia Grega, os quais estão em harmonia, omitindo totalmente a existência do mal, e que esse equilíbrio entre essas forças indicam que nada é totalmente “Yin ou Yang” pois um contém a semente do outro, nos levando entender pelos ensinamentos da Bíblia Sagrada, que Deus que é totalmente puro e santo e que nem pode contemplar o mal e nem menos mentir conforme Tito 1.2, agora como se tornou um com Satanás conforme o Taoísmo, e teria também em si mesmo a semente do mal, ou de Satanás, o pai da mentira conforme João 8.44.
Portanto, vamos sem dúvida descobrir nessa cultura, nessa filosofia religiosa Taoista do “Yin e Yang” nessas profundezas de Satanás que conseguiu convencer os chineses que eles são filhos do dragão, que um imperador subiu ao céu em um próprio dragão, assim está escrito na história, a ideia de que os chineses são "descendentes do dragão" - (Lóng de chuanrun) sendo uma mistura de mitologia antiga, lendas imperiais e uma identidade cultural moderna, popularizada principalmente a partir dos anos 1970.
Portanto, não existe um único livro sagrado que contenha essa frase exata, mas sim uma evolução histórica e cultural, sem ter entendimento das Escrituras Sagradas, que no relato da criação Deus separou os opostos e tudo o que criou, como o Macho e a Fêmea, e ainda de todos os seres vivos, começando com o ser humano, a noite do dia, as quatro estações, etc…
A Mitologia Ancestral (Fuxi e Nuwa):
Lendas primordiais chinesas retratam os ancestrais míticos, “Fuxi e Nuwa”, como seres metade-humano e metade dragão/serpente, popularizado nas culturas pagãs entre as nações, inclusive na Bíblia Sagrada entre os povos filisteus, inimigos ferrenhos de Israel, o povo de Deus, se adoravam o suposto deus Dagom, metade ser humano e metade peixe, e não sei se daí não surgiu a lenda da Sereia.
Conforme o comentário de Ghost Questions. org > portugués, quem era Dagom na Bíblia?
Dagom era a principal divindade dos filisteus, e a adoração a esse deus pagão remonta ao terceiro milênio a.C. De acordo com a mitologia antiga, Dagom era o pai de Baal. Ele era o deus dos peixes (dag, em hebraico, significa "peixe") e era representado como uma criatura metade homem, metade peixe.
Assim sendo, essa imagem promoveu uma crença revolucionária de que tanto os homens quanto os peixes haviam evoluído juntos a partir das águas primordiais, que abaixo delas, no abismo, se tornou prisão de demônios conforme 2 Pedro 2.4; Judas 6 ;Apocalipse 9.1-11; 20.1-3 - Grifo, Dagom também pode ter sido o provedor de grãos.
Portanto, Dagom era semelhante a muitos outros ídolos, pois personificava as forças naturais que supostamente haviam produzido todas as coisas.
Sendo assim, há três lugares em que Dagom é mencionado na Bíblia Sagrada.
A primeira menção é em Juízes 16:23, onde nos é dito que Dagom era o deus dos filisteus.
Dessa maneira, os filisteus ofereceram "um grande sacrifício" a Dagom, acreditando que seu ídolo havia entregado Sansão em suas mãos.
Primeira Crônicas 10:10, menciona um templo de Dagom no qual a cabeça do rei Saul estava presa.
Depois, em 1 Samuel 5, Dagom é levado à humilhação pelo verdadeiro Deus dos israelitas.
Que história interessante é encontrada em 1 Samuel 5, onde os filisteus haviam capturado a Arca da Aliança e "tomando a arca de Deus", os filisteus a colocaram no templo de Dagom, junto a Dagom, e no dia seguinte, quando os habitantes de Asdode se levantaram de madrugada, Dagom estava caído com o rosto em terra diante da arca do Senhor; então levantaram Dagom e o puseram de volta no seu lugar, mas, quando se levantaram de madrugada no dia seguinte, Dagom estava caído com o rosto em terra diante da arca do Senhor, e a sua cabeça e as duas mãos estavam cortadas sobre a soleira, restando apenas o tronco de Dagom.
Por isso, até o dia de hoje, nem os sacerdotes de Dagom, nem todos os que entram no templo de Dagom em Asdode, pisam na soleira de Dagom.
Entretanto, a mão do Senhor pesou sobre os habitantes de Asdode e os seus arredores, e os assolou, afligindo-os com tumores.
Quando os homens de Asdode viram isso, disseram: “Que a arca do Deus de Israel não fique conosco, pois a sua mão pesou sobre nós e sobre nosso deus Dagom" (versículos 2-7).
Assim sendo, quem disse que Deus não tem senso de humor? Pois essa deve ser uma das passagens mais engraçadas de toda a Bíblia. Para ler mais, consulte 1 Samuel 6, para ver o relato da tentativa dos filisteus de resolver seu dilema - com ratos de ouro e tumores de ouro (ou, como algumas traduções dizem, "hemorroidas de ouro")!
Dagom também aparece na história de Jonas, embora a divindade não seja mencionada pelo nome no livro de Jonas. Os assírios de Nínive, a quem Jonas foi enviado como missionário, adoravam Dagom e sua contraparte feminina, a deusa dos peixes “Nanshe”. Jonas, é claro, não foi direto para Nínive, mas teve de ser levado até lá por meios milagrosos.
O transporte que Deus providenciou para Jonas - um grande peixe - teria sido cheio de significado para os ninivitas.
Quando Jonas chegou à cidade deles, ele causou um grande impacto, por assim dizer.
Ele era um homem que havia estado dentro de um peixe por três dias e havia sido depositado diretamente por um peixe em terra firme. Os ninivitas, que adoravam um deus peixe, ficaram devidamente impressionados; deram atenção a Jonas e se arrependeram de seus pecados.
Portanto, “Nanshe” é uma importante deusa sereia Suméria da mitologia Mesopotâmica, associada a fertilidade, a água, sendo a suposta deusa dos peixes, que promove a justiça social e a interpretação de sonhos, Filha de Enki, deus da sabedoria, ela era vista como padroeira dos oprimidos — cuidando de órfãos e viúvas — e uma figura compassiva que favorecia profetas, sendo fundamental no culto de “Lagash”, como no Brasil, hoje a suposta santa aparecida da igreja católica de idolatria disfarçada de igreja cristã, é cultuada no Brasil.
Assim sendo a mitra usada pelo papa não se parece com a mitra usada pelos sacerdotes dos Judeus e sim parece com a mitra dos sacerdotes de dagom por ter um formato bifurcado (aberto no topo), representa a boca aberta de um peixe, remetendo ao culto de Dagom na Babilônia e Filístia, mas Historiadores e a Igreja Católica explicam que não há ligação histórica documentada entre o vestuário papal e o deus filisteu, em contra partida a Bíblia Sagrada explica sobre os modelos das mitras, porém para a Igreja Católica, a mitra episcopal simboliza o esplendor da santidade, a autoridade papal/episcopal e as duas pontas representam o Velho e o Novo Testamento, só não explica porque ela é parecida com a mitra dos sacerdotes do suposto deus Dagom e não dos sacerdotes do Deus de Israel, embora o formato da mitra papal possa lembrar visualmente a descrição de representações da mitra do suposto deus Dagom, historicamente não existe uma relação direta entre a mitra do Papa e o culto a Dagom, pois esse suposto deus dagom teria relação entre Dagom (divindade filisteia), e o Dragão, Satanás (personagem biblico da maldade) e assim conecta-se através de temas de idolatria, batalhas espiritual e simbolismo maligno das Escrituras Sagradas, pois de acordo a Biblia Sagrada, a santa palavra de Deus, na teologia bíblica, divindades pagãs como “Dagom/Dragão” são vistas como disfarces para potestades demoníacas, como, Dragão ou Satanás de Apocalipse, pois em Apocalipse 12:9, o "grande dragão" é explicitamente identificado como "a antiga serpente, que se chama Diabo e Satanás, que engana todo o mundo" e ainda representa força, poder destrutivo, ferocidade e engano.
Assim sendo, a cor vermelha flamejante simboliza o caráter assassino e destrutivo de Satanás, e agora fico imaginando porque os países comunistas que matam os cristãos escolheram a cor vermelha e a China, o maior país comunista do mundo se considera “filhos do dragão”.
Diante do exposto, no culto de “Lagash”, na antiga Mesopotâmia uma das mais antigas e influentes cidades-estado sumérias na Mesopotâmia (sul do atual Iraque), centrava-se na adoração de deuses padroeiros, (como na igreja católica sempre cultuavam os supostos deuses padroeiros entre as nações, inclusive a imagem de aparecida no Brasil como já disse), com destaque absoluto para Ningirsu (também conhecido como Ninurta), (como no Brasil, destaca a imagem de tantos supostos santos e santas que também são cultuados na macumba) como o suposto deus da guerra, agricultura, da irrigação etc.
Assim sendo, o culto de Lagash servia como pilar estrutural da política, economia e ordem social, onde o governante era visto como um representante divino dessa idolatria, como hoje o papa se disfarça de representante de Deus na terra, quando na verdade ele é representante de ídolos e religiões pagãs enganado as nações.
Assim sendo, em suma, o culto em Lagash era a fusão entre a necessidade de segurança contra as cheias/secas (agronegócio) e a proteção militar, legitimando a autoridade real sob o comando desses ídolos , e não a proteção do Deus criador da Bíblia Sagrada que através de seus ensinamentos, vai desmascarando toda a idolatria e toda mentira de Satanás, o pai da mentira e do engano, conforme João 8.44; Apocalipse 12.9.
Voltando a falar sobre o Imperador Amarelo (Huangdi):
Uma das lendas mais proeminentes diz que o primeiro imperador, “Huangdi”, adotou o dragão como totem de sua tribo e, ao morrer, montou em um dragão e subiu aos céus.
Assim sendo, ele foi considerado o ancestral comum de todos os chineses Han.
O Filho do Dragão (Imperador):
Durante milênios, o imperador era chamado de "Filho do Céu" e seu trono era o "Trono do Dragão", pois acreditava-se que os imperadores eram encarnações ou descendentes diretos de dragões divinos que conforme Apocalipse 12.1-9, o grande dragão vermelho de acordo o v2 e o v.9, é o próprio Diabo, a antiga serpente, satanás que nunca teve seu trono no céu conforme Isaías 14 13, ainda que desejou exaltar o seu trono até os céus, mas foi derrubado lá de cima como um raio conforme Lucas 10,18, portanto a popularização moderna, em relação a expressão "Descendentes do Dragão" tornou-se um símbolo de identidade nacional unificada para chineses na China continental e em Taiwan, reforçada pela música "Descendants of the Dragon" de “Hou Dejian em 1978”.
Desse jeito, o dragão chinês (loong) simboliza poder, sabedoria e boa sorte, diferindo dos dragões ocidentais que são identificados pelas escrituras Sagradas como demônios, e o Dragão principal, como SATANÁS, A ANTIGA SERPENTE, O DIABO QUE ENGANA TODO O MUNDO conforme Apocalipse 12.9.
Portanto o desenho sinuoso do “Yin Yang” sugere um movimento constante, onde um elemento aumenta enquanto o outro diminui, como as estações do ano, quando o “Taijitu” no ocidente é simbolizado pelo Yin Yang simboliza o "Supremo Limite" que de acordo a santa e infalível palavra de Deus, o criador de todas as coisas, é realmente o supremo limite de tudo o que existe, quando a China resume Deus a apena um símbolo, ou a unidade que gera a multiplicidade, sendo central na cosmologia taoísta, representando o fluxo cíclico e a harmonia da natureza, quanta heresia!
Significado Detalhado do Taijitu:
Sendo assim, o significado Literal: Taiji significa "Supremo Limite" ou "Grande Pólo", e tu significa "diagrama" ou "mapa" da criação, quando o Yin e Yang, com as metades branca e preta mostram que forças contrárias não são absolutas, mas dinâmicas e interdependentes, e assim Deus, o criador, não seria absoluto, pois pontos de opostos, ou a cor desse símbolo, como o ponto branco no lado preto e vice-versa indicam que dentro de cada força existe a semente da outra, enfatizando a transformação mútua, como já foi explicado sobre as forças de Deus e de Satanás, operando como sementes uma com a outra, não havendo nenhuma separação, ou distinção entre o bem e o mal.
Portanto a forma de "S" (Curva): neste símbolo, a linha curva representa o movimento contínuo e a troca energética constante entre as duas forças, entre as coisas opostas da criação, onde acredito que esse “S”, de acordo a Bíblia, representa a força de outro ser na criação, que opõe tudo o que está relacionado a Deus e o culto ao criador, ou o que se adora conforme 2 Tessalonicenses 2.4.
Sendo assim, a origem ou forma popularizada, com Yin e Yang entrelaçados, foi introduzida pelo filósofo da dinastia Ming, “Lai Zhide” (1525–1604), também conhecido como “Lai Qutang”, que foi um influente filósofo neo confuciano da dinastia Ming na China, amplamente reconhecido por sua interpretação sistemática dos textos clássicos, especialmente o Yi Jing (Livro das Mudanças), e nada da Bíblia Sagrada que eles não acreditam.
Sendo assim, “Lai Zhide” é historicamente significativo por ter introduzido uma versão específica do Taijitu — o famoso diagrama "yin-yang" que representa a união dinâmica das forças opostas dentro do princípio cósmico do Taiji.
portanto, sua representação ajudou a popularizar a visualização do equilíbrio entre yin e yang, fundindo a crença religiosa dos chineses.
Assim sendo, o trabalho de “Lai Zhide” contribuiu para consolidar o símbolo do Taijitu ou o símbolo do “Yin Yang” como um pilar visual do pensamento confuciano e taoista sobre a cosmologia (termo usado pela mentira da evolução e da criação do suposto universo) e não a natureza da realidade criada por Deus, conforme a Bíblia Sagrada, o criador que não tem nenhuma relação com esse suposto “deus cosmólogo”.
Dessa maneira, o engano ou essa ilusão se estende até as artes marciais, pois a mesma tem conexão com o Tai Chi, e assim sendo, o nome da arte marcial “Taijiquan” deriva de “Taiji”, indicando que seus movimentos lentos e fluidos visam equilibrar as energias internas, e todo esse conhecimento nasceu na mente de um homem que nunca estudou a Bíblia, nem serviu a Deus o criador, pois nem conhece nada sobre Deus.
Pergunto: Então de quem veio esse conhecimento? Assim sendo, a Bíblia Sagrada nos dará a seguinte resposta em 1 Timóteo 4.1,2, leia!
Sendo assim, o Taijitu é, portanto, um símbolo visual do Tao (Dao), ou o caminho natural do ser humano, que na verdade, como já expliquei, o caminho natural de cada ser humano é o Senhor Jesus, que conduz ao céu, conforme João 14.6, e não existe outro caminho conforme Atos 4.12, e não o Tao ou o Dao dos chineses que não acreditam em Deus, nem na Bíblia Sagrada, nem em Jesus Cristo, mas apenas na natureza, como Dia/noite, quente/frio, alto/baixo, expansão/contração.
Significado da "Unidade"
O símbolo do Yin Yang (Taijitu) é uma representação visual dessa unidade.
Dessa maneira a forma circular indica que ambos formam um todo contínuo e equilibrado.
Diante do exposto, a filosofia da unidade sugere que a vida não é sobre escolher um lado, mas sim entender o ciclo, é encontrar harmonia no fluxo contínuo entre os dois, destruindo a vontade própria do ser humano dada por Deus, o livre arbítrio, privando o ser humano de fazer escolhas, e assim sendo, o engano filosófico religioso é muito grande, pois a unidade ensinada entre o “Yin e o Yang” conduz a compreensão do ser humano, de que as dualidades tangíveis são manifestações de uma determinada força vital e interdependente, que se coloca no lugar do único Deus, criador.
Pergunto: Você já consegue identificar de onde provém essa força, que também opera na medicina Chinesa da piscicultura?
Levando isso em conta, a principal força que opera na piscicultura da medicina chinesa (ou aquicultura baseada nos princípios da MTC) é o equilíbrio e a circulação do Qi (energia vital), fundamentado na filosofia do “Yin Yang”.
Levando isso em conta, o equilíbrio Yin Yang (Harmonia das forças opostas), na piscicultura chinesa tradicional e policultura equilibra com diferentes espécies em toda a criação dos céus e da terra, que com o passar do tempo fixou e não expandiu toda a criação, conceito Bíblico que eles não acreditam, pois não existiu nenhuma evolução, mas todas e todas as coisas permanecem como Deus criou; e a citação exata, "...todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação", encontra-se em 2 Pedro 3:4 (NAA/ARA), onde o apóstolo Pedro menciona o argumento de escarnecedores que duvidam da vinda de Jesus.
(2 Pedro 3:4)
"e dizendo: 'Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais morreram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação'". (e não da evolução de todas as coisas -Grifo)
Portanto, este conceito científico, e não Bíblico, que o suposto universo está se desenvolvendo e expandindo, é uma grande mentira da teoria da evolução, e não o relato Bíblico verdadeiro da criação, pois foi proposta pelo astrofísico e sacerdote Padre e astrônomo, cosmólogo, matemático e físico “Lemaître.(1894-1966), que propôs sem nenhuma base Bíblica, ficando conhecido como teoria que nasceu em seu entendimento, acerca do desenvolvimento inicial do suposto universo do “Big Bang”, que ele chamava de "hipótese do átomo primordial", que não merece nenhum crédito.
Assim sendo, muitos sábios, segundo o mundo, e não segundo Deus, propuseram vários conceitos mentirosos da evolução e não a afirmação Bíblica verdadeira da criação, como já disse, que quem teve essa ideia inicial foi “Georges Lemaître” - (1927): que publicou a ideia de que o suposto universo, palavra criada por Cícero, esse suposto universo, e não essa criação conforme ensina a Bíblia Sagrada, está em expansão a partir de um "átomo primordial", onde não se fala de um Deus criador que criou todas as coisas e se encarnou conforme João 3.1-3, baseando-se nas equações da relatividade de Einstein e nas observações iniciais, e não na Bíblia Sagrada, a Santa e Infalível Palavra de Deus, que para sempre permanece no céu conforme Salmos 119.89, e todas as coisas criadas por Deus permanecem como são, ou foram criadas, e não em estado de expansão.
“Edwin Hubble” - (1889-1953) onde ensina, também como resultado da teoria de sua cabeça e não das verdades da Bíblia Sagrada .(1899-1966), que as galáxias estão se afastando umas das outras, confirmando a expansão do suposto universo e reforçando a teoria de Lemaître, o padre herético.
Assim sendo, a Lei de Hubble leva os que não acreditam na Bíblia a conclusão de que, se o suposto universo de Cícero está em expansão, em algum momento do passado o seu tamanho era mínimo, mas essa afirmação não passa de uma teoria vinda da cabeça de um homem, ou de um sábio deste mundo, que ainda propôs a teoria do suposto “Big Bang”. dizendo, ou determinado que há uma relação direta e proporcional entre uma relação direta e proporcional entre a velocidade de afastamento de duas galáxias e a distância entre elas que não se encontra no relato Bíblico por se tratar apenas de uma teoria que nasceu em sua mente herética, bem como outras teorias que não se trata no relato Bíblico da criação, mas no relato imaginário da evolução que não existe, divulgada em livros didáticos, em filmes principalmente nos filmes da “NETFLIX”, sobre a suposta evolução desse suposto universo que não existe, mas deixa muitos cristãos desinformados do relato Bíblico, maravilhados, pois apesar de serem cristãos, não fazem uso da Bíblia, mas acreditam nessas mentiras.
Assim sendo, se hoje as mentiras de Satanás apresentadas através de literaturas e através de filmes deixa os pagãos e muitos cristãos maravilhados, o anticristo vai deixar os que não subiram no arrebatamento, pagãos, incrédulos e cristãos desviados admirados com a Besta conforme Apocalipse 17.8.
Conforme relata a National Geographic Brasil - George Gamow - (anos 1940), desenvolveu a teoria, prevendo a existência de uma radiação cósmica de fundo, um "eco" do suposto “Big Bang” e assim você vai entendendo que nada disso, que ensina esses sábios, segundo o mundo, não passa de teorias, e que não tem nenhuma verdade Bíblica.
Fred Hoyle - (1949): Cunhou o termo "Big Bang" durante uma transmissão de rádio, pretendendo ser pejorativo, mas o nome pegou, explica a Wikipédia.
Sir Fred Hoyle - (1915–2001) foi um influente astrônomo e cosmólogo inglês que também cria na mentira da teoria da evolução que não existe de acordo o relato da criação na Bíblia Sagrada, célebre por formular em sua mente a teoria da “nucleossíntese estalar” explicando pela sua própria ideia como os elementos químicos são formados nas estrelas, sendo que ninguém nunca esteve em nenhuma estrela, provando que suas ideias não passam de teorias, como da maioria dos astrônomos, de onde também surge na antiga Babilônia, o ocultismo da astrologia.
Portanto, apesar de ter cunhado o termo "Big Bang" em tom de deboche, foi um defensor ferrenho da teoria do "Estado Estacionário" e um notável divulgador científico, autor de ficção científica, concluindo todo o seu ensino apenas em teorias imaginárias.
Sendo Assim, aqui estão os pontos principais sobre sua vida e obra:
“Teoria do Nucleossíntese Estelar: Junto com “William Fowler”, “Geoffrey” e “Margaret Burbidge”, publicou em 1957 o trabalho fundamental (B²FH) explicando que os elementos pesados são formados no interior das estrelas e espalhados por supernovas, popularizando a frase de que somos feitos de "pó de estrelas", quando a santa e infalível palavra de Deus afirma que o corpo do homem foi feito do pó da terra e a mulher foi feito da costela do homem conforme Gênesis 2.7,21-23.
Dessa maneira, com a sua oposição ao Big Bang, Hoyle rejeitava a ideia de um suposto universo com um início único, negando Gênesis 1.1, propondo o modelo do Estado Estacionário, onde o suposto universo se expande, mas mantém densidade constante criando nova matéria, o que de acordo a Bíblia Sagrada, a matéria existe apenas somente na terra e foi dado ao homem o poder de transformar, ou dar nova forma à matéria conforme Gênesis 2.7, 22-23, segundo o termo “yatsar” no hebraico, mas a matéria que existe na terra, não existe no céu e até o corpo físico dos que vão para o céu será transformado, pois no céu não entra carne e nem sangue conforme essa afirmação que encontra-se em 1 Coríntios 15.50.
O texto bíblico diz:
"Mas digo isto, irmãos, que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herda a incorrupção." (1 Coríntios 15:50 - Almeida Revista e Corrigida)
Assim sendo, o significado explica que Paulo está ensinando que o corpo humano atual, mortal e perecível ("carne e sangue"), não é compatível com o ambiente eterno e imortal do céu (o Reino de Deus), pois haverá uma transformação, onde o texto continua explicando que os crentes passarão por uma transformação, onde o corpo corruptível será ressuscitado ou transformado em um corpo incorruptível e imortal, apto para a eternidade.
Dessa maneira, as ideias controversas principalmente contra o relato Bíblico, os cientistas da suposta evolução que não existe a não ser em suas mentes, defenderam a “panspermia” (a ideia de que a vida na Terra veio do espaço através de cometas/vírus) e teve posições não conformistas que o levaram a ser, por muitos, considerado injustiçado por não receber o Prêmio Nobel de Física, que foi para seu colaborador “William Fowler em 1983”, pois creio que suas ideias foram tão absurdas à luz da Bíblia que seu prêmio foi negado pelo fato de ninguém crer nessa teoria.
Levando isso em conta, Satanás, como o deus deste século, é também o pai da mentira conforme João 8.44; 2 Coríntios 4.4, e cegou o entendimento dos incrédulos para eles não crerem na verdade Bíblica, mas nas mentiras das filosofias e teorias inspiradas por ele mesmo.
Assim sendo, a carreira e Educação de uma pessoa nesse mundo tem que passar pelo crivo da mentira para se ascender em altos postos, como acontece em sua maioria, como esses outros cientistas somente ensinaram teorias da mentira da evolução, e não os fatos verdadeiros da Bíblia Sagrada sobre a criação, esse teórico com suas ideias trabalhou na Universidade de Cambridge, onde foi diretor fundador do Instituto de Astronomia Teórica, nada de verdadeiro conforme a Bíblia Sagrada, mas apenas ensinou teorias de sua mente, se tornando em um prolífico escritor, produzindo livros de ciência popular e ficção científica, incluindo o romance “The Black Cloud e a série A for Andromeda”, tudo como resultado da sua imaginação, pois vivemos em um mundo de mentiras, aparências e imaginações que nascem na mente dos sábios segundo a sabedoria deste mundo.
Hoyle recebeu o título de cavaleiro (Sir) em 1972 por suas contribuições à astronomia, fundamentada apenas em suas teorias e não nos fatos comprovados, onde hoje ninguém mais fala ou ensina sobre a grande mentira do (Big Bang).
Portanto, "sir” ("Senhor", em inglês) é o tratamento destinado aos cavaleiros da Ordem do Império Britânico, pois nos tempos medievais, este era o título associado a cavaleiros como esse cientista e tantos outros que já caíram no esquecimento das novas gerações.
Sendo assim, outros teóricos que descobriram através de suas ideias à suposta radiação cósmicas do fundo de microondas, se confirmou como sendo verdadeiras, saindo do campo apenas das teorias, como os cientistas que foram “Arno Penzias” e “Robert Wilson” - (1964): que descobriram a radiação vinda do espaço de fundo em “micro-ondas”, e a evidência se tornou crucial pois confirmou a descoberta, como no decorrer dos séculos outros cientistas fizeram e continuam fazendo muitas descobertas, através dos verdadeiros experimentos científicos e não apenas através de teorias que não sustentam nada, confirmando a Bíblia Sagrada.
Diante do exposto, a teoria se tornou o modelo dominante na cosmologia, (e não no relato Bíblico da criação - grifo) explicando a origem e evolução do suposto universo, termo oriundo da mitologia romana, que a partir de um estado inicial extremamente quente e denso, que também não está na Bíblia Sagrada, segundo afirmou o Mundo Educação, porém como cristãos não negamos a existência e o desenvolvimento da verdadeira ciência, pois esse acontecimento tecnológico e científico adquirido pelo ser humano, faz parte dos acontecimentos dos últimos dias da dispensação da graça, conforme Daniel 12.4.
Levando isso em conta, o relato da criação na Bíblia Sagrada, de Gênesis a Apocalipse, difere por completo das teorias científicas e mitologias da suposta existência do cosmos, segundo a mitologia Grega, que trocaram o termo criação para o termo evolução, a partir dos filósofos pré-socráticos, e continuou com os filósofos pós-socráticos, eliminado todo o relato bíblico do VT e do NT e ainda a ordem da criação de todas as coisas que existem nos céus e na terra, e passarão a ensinar frequentemente todo esse conhecimento distorcido da Bíblia interligadas em mitologias, com o pretexto da evolução e não da criação.
Portanto, ainda hoje continuam muitas mentiras sendo ensinadas e aceitas como sendo verdadeiras; e muitas verdades sendo ensinadas, mas sendo rejeitadas como mentirosas, e somente a Bíblia Sagrada vai guiar o ser humano na verdade absoluta de todas as coisas.
Em consequência disso, o v.23 de Lucas. 16, se referindo ao “Hades” (inferno) o mundo invisível dos espíritos dos mortos condenados que estão em tormentos, no hebraico “Sheol”, quando nesse mesmo lugar conforme o (v.23) a palavra tormentos é traduzida do grego “bazanos” se referindo ao mais profundo seio da terra, no mais terrível nível de torturas, conforme os vv.23,28, proveniente da palavra “basanizo” de acordo Mateus 8,6,29; Marcos 5.7; Lucas 8.28; Apocalipse 9.5; 11,10; 14.10; 20.10, trazendo o mesmo sentido de ser atormentado pelos demônios, e os próprios demônios também serem atormentados, pois no lago de fogo conforme Apocalipse 19.20; 20.10, 14,15, ali se encontra escrito que A BESTA e O FALSO PROFETA e o próprio SATANÁS SERÃO ATORMENTADOS DE DIA E DE NOITE PARA TODO SEMPRE, pois no lago eterno de fogo e enxofre vai haver noite e dia, e tormento de fogo com ausência de águas, e tormento da mente como lembranças passadas, pois os perdidos existirão eternamente com lembranças do passado e como não se arrependeram aqui na terra de seus pecados, lá será ainda um lugar de prantos, gemidos e ranger de dentes por causa dos grandes tormentos físico e mental, enquanto no outro lado da eternidade, conforme já foi visto não haverá mais lembrança da coisas passadas, não haverá mais noite, não haverá mais dor, pois lá não existe lágrimas, mas apenas alegria ou gozo eterno.
Desse jeito, essa promessa está escrita em Apocalipse 21:4, onde o texto bíblico diz:
"Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou." (Apocalipse 21:4, Nova Versão Internacional)
(Ação divina): Deus pessoalmente enxugará as lágrimas dos salvos.
(Fim do sofrimento): Morte, luto, choro e dor não existirão mais, pois lá não vai haver mais enterro, ou cemitério, hospitais, laboratórios, farmácias e consultórios médicos, clinica de embelezamento, pois lá ninguém envelhece e também não existe ninguém feio no exterior e no interior, poi conforme 1 João.3.1-3, todos seremos parecidos com Jesus Cristo.
(Nova ordem): A promessa indica a renovação de todas as coisas e o fim do sofrimento da "antiga ordem", com as coisas velhas pois será uma nova eternidade.
Diante do exposto, o termo “tormentos, ou atormentado” ou ausência de repouso de dia e de noite conforme Apocalipse.14.11, do grego “basanismo”, é igual a tortura, enquanto no céu, do outro lado da eternidade, os salvos em Jesus Cristo vão estar em um gozo, ou em uma alegria eterna, mas do outro lado da eternidade no lago de fogo e enxofre os perdidos estarão em tormento e em tortura eterna, pois esses dois lados da eternidade, vão estar mais distantes um do outro do que a distancia que hoje existe entre o céu e a terra, e nesse lado dos perdidos vai estar às partes mais profundas da terra, ou seja, dentro de um eterno lago de fogo e enxofre, onde a descrição de que "as águas ficam duras como a pedra" e a superfície das profundezas (abismo) se torna compacta ou coberta (Jó 38:30).
Conforme esse versículo, o abismo está localizado debaixo das profundezas das águas e ainda se torna compacto, ou coberto, como em Apocalipse 9.1-11, quando o poço do abismo foi aberto, subiu do mesmo fumaça e não água e depois demônios provando que o abismo é uma cadeia ou uma prisão de demônios onde existe fogo, e conforme ainda 2 Pedro.2.4; Judas 6, que será aberta na grande tribulação e subirão um exército de demônios para atormentar os ímpios na terra, por cinco meses, pois virão apenas com essa missão, conforme Apocalipse 11-1-11.
Assim sendo, essa seria uma das razões porque na nova eternidade conforme Apocalipse 21.1 não vai mais existir mares, ou prisões de demônios, onde pergunto: No “Abismo”, a passagem descreve o "abismo" ou profundezas do mar sendo contido ou "fechado" por um véu ou por uma barreira, ou como uma prisão, (Apocalipse 20.1-3), e ainda me pergunto porque as cidades da campina do jordão foram queimadas por Deus com fogo e enxofre e ali foi transformada em um vale de sal, onde não há mais vida e porque existem os mares de águas salgadas, e ainda debaixo deles o abismo como prisão de demônios que não vai mais existir na nova eternidade, conforme Apocalipse 21.1?
Portanto, o Versículo 38:30 de Jó, em algumas versões da Bíblia (como a Almeida Revista e Corrigida), diz:
"Como debaixo de pedra as águas se endurecem, e a superfície do abismo se aperta". A Nova Almeida Atualizada (NAA) traduz como: "As águas ficam duras como a pedra, e a superfície das profundezas se torna compacta".
Assim sendo, o contexto de Jó 38, faz parte do discurso de Deus a Jó, onde Ele descreve a criação e o controle sobre os elementos naturais, incluindo o congelamento das águas e o confinamento das "águas profundas".
Conforme Apocalipse 20.10,14,15 - confira ainda sobre a distância entre essas duas eternidades, Salmos 103.11, diz que quanto o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem, e isto ainda acontece nos dias de hoje, nos ensinando que as misericórdias do Senhor se estende do céu até a terra, mas em contrapartida, em Provérbios 15.24 diz:
"Para o sábio, o caminho da vida leva para cima, para desviar do inferno, embaixo."
E ainda provérbios 27.20 diz:
“O inferno e a perdição nunca se fartam, e os olhos dos homens nunca se satisfaz”.
Sendo assim, nos mostra dessa forma a imensurável distância entre essas duas eternidades, e desse jeito, Salomão contrasta o caminho da sabedoria (que leva a uma vida elevada, correta e no temor do Senhor) com o caminho que leva à destruição, sepultura ou ao "inferno embaixo ou nas partes mais baixas, ou no seio da terra".
Sendo assim, O "inferno" ou "Sheol" ou “Hades” ou “Geena” (lugar dos mortos perdidos) é frequentemente descrito no hebraico e no grego como um lugar no mais profundo ou embaixo da terra, contrastando com o alto (céu, lugar da presença eterna de Deus e dos que foram salvos aqui na terra por Jesus Cristo).
Portanto, a interpretação destes versículos, é aplicada tanto em uma perspectiva terrena (evitar uma vida de pecado que leva à morte prematura, espiritual, física e eterna ou a separação eterna do criador no lago eterno de fogo e enxofre) conforme (Salmos 9,17; Apocalipse 19.20; 20.10,14,15) que será a segunda morte não como extinção da existência, conforme ensina os testemunhas de Jeová e outros heréticos, mas como separação eterna de Deus, segundo o ensinamento Bíblico.
Dessa maneira, quando em Provérbios 27:20 diz:
"O inferno e o abismo nunca se fartam...". está se referindo sobre a condenação eterna, pois a escolha de alguém seguir qual caminho pertence a cada ser humano.
CONCLUSÃO: Assim sendo, poderíamos discorrer sobre muitas coisas mais, que a Bíblia Sagrada nos ensina acerca desse dois lugares que existem na eternidade, mas a grande questão reside, sobre onde queremos passar a eternidade, por se tratar de uma escolha exclusivamente de cada pessoa, pois Deus nos criou com livre arbítrio nos capacitando a fazer a nossa própria escolha exercitando nossa vontade própria.
Assim sendo, uma coisa você que vai ler esse “opúsculo” deve observar, que em momento algum eu afirmei ou discordei de determinada ideia, filosofia e de teorias humanas, mas apenas apliquei nos meus comentários o que a Bíblia Sagrada refuta como sendo falso, ou firma como sendo verdadeiro, digno de aceitação e consideração, ou refuta por ser uma argumentação contrária à verdade contida na Bíblia Sagrada. E meu objetivo nessas mensagens é esclarecer as verdades eternas, infalíveis da Bíblia Sagrada, a santa palavra de Deus.
Assim sendo, desejo profundamente e oro a Deus que a você venha se revelar toda a verdade absoluta e eterna da santa palavra de Deus, que liberta o ser humano das ideologias, filosofias, ideias de teorias mentirosas contrárias aos ensinos da Bíblia Sagrada, através de homens que tem a sua mente cauterizada das verdades Bíblicas!
Pastor João Augusto Viana Neto.


Entre em contato com o Pastor João Viana através do e-mail: vianapastorjoao@gmail.com
Estou diariamente lendo as mensagens deixadas por vocês e orando por cada um.