A SOBERANIA, A GRANDEZA DE DEUS E A NULIDADE DO SER HUMANO

Pr. João Viana
By - Pr. João Viana
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A SOBERANIA, A GRANDEZA DE DEUS E A NULIDADE DO SER HUMANO


Nenhum ser humano vai alcançar tudo o que o seu pensamento cogita, e a sua alma deseja, pois a nossa existência terrena, é insuficiente para alcançar o inalcançável, e entender o incompreensível, pois muitas coisas, que existem; é somente para crer, e outras  para entender, e finalmente existem aquelas  para fazer. (Pastor João Viana).


INÍCIO: A soberania de Deus, ou a sua superioridade única sobre toda a criação, e a nulidade” (ou a fragilidade/insignificância/limitações/humanas), não se restringe apenas aos seres humanos, mas toda a criação de Deus, que pode ser entendida sobre os limites de tudo o que o criador criou e estabeleceu.


Assim sendo, os limites estabelecidos por Deus em tudo o que Ele criou, têm como principal significado o cuidado, a ordem, a proteção e o propósito de todas as coisas, pois tudo o que Ele fez, fez com um propósito; mas também tudo o que acontece conosco, deve nos levar a refletir apenas nessas palavras:  “não no por quê, mas, no para quê”?


Portanto, enquanto o nosso Deus é infinito e não tem limitações, a criação é definida por fronteiras geográficas, naturais e relacionais entre os seres humanos que demonstram a sabedoria humana, onde se estabelece um equilíbrio para o bem-estar entre os seres criados, e também é definida pelo relacionamento dos seres humanos como o criador de toda a sua criação, e não com os ídolos inanimados, criados pelos seres humanos com aspecto de religiões criadas por eles mesmos, sem nenhuma relação com o criador, que conforme Deuteronômio 32.16,17 os supostos deuses, imagens de esculturas são na verdade, representações dos demônios, que os povos estão servindo.


Assim sendo, conforme a Bíblia Sagrada, a religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, (não os ídolos criados pelos homens- Grifo) é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo (Tiago 1.27), - (o que as religiões criadas pelos homens, não ensinam nada disso - Grifo).  


Dessa maneira, pensando nisso, o equilíbrio da vida é a harmonia entre espírito, alma e corpo, conforme 1 Tessalonicenses 5.23, que tem como primeiro objetivo alcançar uma  vida irrepreensível, tanto no âmbito profissional, familiar e social, mas também no âmbito físico e espiritual,  buscando viver uma vida de equilíbrio, cultivando sempre uma harmonia dentro de si mesmo, para depois produzir uma estabilidade social e emocional a partir de você mesmo. 


Levando isso em conta, Nenhum de nós podemos dar para outrem, o que primeiro não damos para nós mesmos, e isso envolve, auto-controle, ou domínio próprio, autoconhecimento para gerenciar primeiro nossa própria vida, para depois gerenciar a dos outros, com  responsabilidades, evitando extremos, mas buscando equilíbrio em nós mesmos em tudo o que vamos fazer, para depois exigir dos outros, não apenas com palavras e ordens, mas com exemplos que falam mais alto em todas as áreas da nossa vida, ou começando em nosso lar.


Finalmente, significa  cuidar do bem-estar geral, primeiro do nosso bem estar, e depois de todos quantos nos rodeiam, vivendo com equilíbrio, no pensar, no sentir, no falar e também no agir, para depois, ver brotando de nós mesmos, sua maneira correta e ética de ser, que nos prepara para os que nos rodeiam.


1º) - Aspectos Principais de Equilíbrio na Vida, que nos permite viver com equilíbrio e propósito.

Harmonia, dos pilares que sustentam nossa existência, como:

A - O pilar do  amor conjugal que sustenta o lar;

B - O pilar do amor filial entre os irmãos, a seus pais, para se cumprir em suas vidas (Efésios 6.1-3);

C - O pilar do amor fraternal, entre os irmãos;

E -  O pilar do amor paternal e maternal; E vós pais, não provoqueis a ira a vosso filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor (Efésios 6.4) - (não na televisão, e no Youtube ou na netflix, comendo o lixo de Satanás, desde o amanhecer ao anoitecer, vendo apenas bobagens e sendo doutrinados pelos demônios nos desenhos animados, como homossexualismo, lesbianismo, ocultismo, bruxaria, e toda sorte de doutrinas de demônios conforme somos alertados em 1 Timóteo  4.1,2 e 2 Timóteo 4.3,4, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios, através de homens e mulheres que apenas falam mentiras, através dos meios de comunicações visuais e auditivos, ainda segundo os seus próprios desejos pecaminosos da sua natureza carnal e rebeldes, pois seus ouvidos à muito tempo, foram desviados das verdades eternas da palavra de Deus contido na Bíblia Sagrada, ou nunca ouviram nada sobre a Bíblia, e agora vivem de fábulas e fantasias, e estão a serviço de Satanás , para também desviar seus filhos da verdade eterna da palavra de Deus, e  finalmente levá-los para o lago eterno de fogo e enxofre, juntamente com eles com todas essas mentiras do diabo - Grifo)

F -  O pilar do amor social, começando com os vizinhos,  colegas de trabalho e da escola etc… gerando uma integração social, e na igreja uma integração espiritual, abrangendo todos os aspectos do nosso ser, como saúde física, mental, emocional e espiritual, formando o ser humano completo.

Portanto, uma das qualidades mais importantes que todos devemos ter para vivermos em sociedade, é manter a temperança em nossa vida, como o fruto do Espírito Santo, a fim de que todas as nossas ações sejam feitas com racionalidade e equilíbrio, ou domínio próprio, controlando as nossas emoções, a fim de mantermos sempre a nossa cabeça erguida, inculpável diante de Deus e dos homens, e finalmente ter o coração em paz diante dos desafios da vida.

Em consequência de tudo que foi dito até esse momento, para todos nós alcançarmos este equilíbrio de vida, primeiro significa colocar Jesus Cristo como o Senhor da nossa vida em todos os aspectos, e ainda  em primeiro lugar, colocá-lo sobre todas as nossas decisões, pois ele disse: … Sem mim, nada podeis fazer (João 15.5c), e também para que a nossa rotina não seja de muita frustração, mas de muitos resultados, satisfação e qualidade de vida tanto social quanto espiritual, precisamos ter a humildade de consultar a sua santa e infalível palavra diariamente pois ele disse: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus, (Mateus 4,4). - (e, como precisamos alimentar nosso corpo todos o dias com comida e água, da mesma forma devemos alimentar nossa alma diariamente com o pão do céu, que é a santa e infalível palavra de Deus, e a água da vida para não morremos espiritualmente falando de fome e sede espiritual, e ainda orando sempre, pois a oração é a respiração da nossa alma - Grifo).


Assim sendo o efeito da palavra de Deus em nós é esta:


Disse-lhe: Aplicai o vosso coração a todas as palavras que hoje testifico entre vós, para que a recomendei aos vossos filhos, para que tenham cuidado de cumprir todas as palavras desta lei.


Porque esta palavra não vos é vã, antes, é a vossa vida; e por esta mesma palavra prolongareis os dias na terra, a que, passando o jordão, ides para possui-la (Deuteronômio 32. 46,47).



2º) - OS PRINCIPAIS SIGNIFICADOS DA PALAVRA DE DEUS NOS LIMITES DA CRIAÇÃO.


Conforme Jeremias 5.22 por exemplo, Deus colocou a areia como limite ao mar por ordem eterna, que ele não traspassará, e assim se estende a toda a sua criação, tanto nos céus como na terra, e debaixo da terra, pois conforme Apocalipse 5.13, assim está escrito:


E ouvi a toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e todas as coisas que neles há, dizer: 


Ao que está assentado sobre o trono e ao Cordeiro, sejam, dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.


Portanto, toda a criação de Deus nos céus, na terra, e debaixo da terra, estão limitadas a dar honra e glória, e poder para todo sempre ao criador.


Desse jeito, viver com sabedoria na terra é sujeitar tudo em nossa vida, ao que está escrito em 1 Coríntios 10.31 (leia com atenção).


3º) - A NULIDADE DAS CRIATURAS DE DEUS EM TODOS OS TEMPOS, E A SOBERANIA,  E A GRANDEZA DE DEUS.


Conforme Isaías 40.15,17,21-26 que diz:


Eis que as nações são consideradas por ele como a gota dum balde, e como o pó miúdo das balanças, eis que lança por aí as ilhas como a uma coisa pequenina (v.15);


Portanto, se as nações são consideradas por ele sobre o que está escrito nesse texto, e nós como indivíduos, somos realmente o que aos olhos do criador?


Assim sendo, aprendemos assim com a Bíblia Sagrada, sobre a insignificancia da nossa vida o seguinte:


Isto posto, a Bíblia usa a metáfora do sopro, neblina ou sombra passageira para destacar a fragilidade, brevidade e transitoriedade da vida humana, lembrando que os dias do homem são passageiros e dependentes de Deus.


Portanto, os principais versículos sobre a vida humana ser apenas um sopro, inclui:


(Salmos 144:4) _ (NAA):

 "O ser humano é como um sopro; os seus dias são como a sombra que passa."

(Salmos 39:5) - (NVT):

 "A vida que me deste não é mais longa que alguns palmos, e diante de ti toda a minha existência não passa de um momento; na verdade, o ser humano não passa de um sopro."

(Tiago 4:14) - (NVI): 

"Vocês nem sabem o que acontecerá amanhã! Qual é a sua vida? Vocês são como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa."

(Salmos 62:9) - (NVI):

 "Os homens de origem humilde não passam de um suspiro; os homens de origem importante não passam de uma mentira. Pesados na balança, juntos não chegam a um sopro."

(Jó 7:7) - (NAA): 

"Lembre-se de que a minha vida não passa de um sopro; os meus olhos não tornarão a ver o bem." 

Portanto, essas passagens nos convidam à refletir sobre a brevidade da nossa vida aqui na terra, incentivando a cada um de nós termos sabedoria no uso do tempo da nossa vida,  e principalmente a confiar sempre no Criador, e não apenas nas coisas terrenas, nos bens materiais, na nossa força, nas nossas  riquezas, mas se esforçar, e fazer a vontade de Deus, que disse:


Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força, não se glorie o rico nas suas riquezas.


Mas o que se gloriar, glorie-se nisto:


Em me conhecer, e saber que eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor (Jeremias 9.23,24)



Todas as nações são como nada perante ele; ele considera-as menos do que nada, é como uma coisa vã (.17)


Portanto: “coisas vás no hebraico” de acordo Isaías 40:17, o profeta utiliza termos hebraicos fortes para descrever a insignificância das nações (impérios humanos) diante da soberania e grandeza de Deus. 


Assim sendo, a frase "coisa vã" e outras expressões correlatas no versículo refletem uma visão de nulidade, caos e desolação, das nações.

 

Dessa maneira, as expressões principais no hebraico são:


1. Tohû  - "Coisa Vã" / Vazio.

Sendo assim, o termo: A expressão "coisa vã" em muitas versões (como Almeida) é traduzida do hebraico “tohu”.

Levando isso em conta, o significado desta  palavra traz o sentido de  “desolação, vazio, forma caótica ou um lugar deserto”, conforme Jeremias 4.22-28 que diz:

Deveras o meu povo está louco, já me não conhece; são filhos néscios e não inteligentes; sábios são para mal fazer, mas para bem fazer nada sabem.

Observei a terra, eis que estava assolada e vazia; e os céus, e não tinham a luz.

Observei os montes, e eis que estavam tremendo; e todos os outeiros estremeciam;

Observei, e vi que homem nenhum havia, e que todas as aves dos céus tinham fugido;

Vi também que a terra fértil era um deserto, e que que todas as suas cidades estavam derivadas diante do Senhor, diante do furor da sua ira;

Porque assim diz o Senhor: Toda esta terra será assolada; de todo, porém não a consumirei;

Por isso, lamenta a terra, e os céus em cima se enegrecerão; porquanto assim o disse, assim o propus e não me arrependi, nem me desviarei disso.



Portanto, esse é o mesmo termo usado em Gênesis 1:2 - ("a terra era sem forma - tohu")

Diante do exposto, no contexto de Isaías 40, denota que as nações são consideradas por Deus como um "grande vazio" ou algo sem substância real. 

2. Mê'ephec  - "Menos do que nada"


Dessa maneira, o termo traduzido como "menos do que nada" ou "o que não é nada", essa matemática somente pode ser compreendida pelo Deus criador.

Levando isso em conta, o significado da palavra “menos do que nada” para nossa mente humana vem da raiz “ephec no hebraico”, que denota cessação, fim, nada, que também pode ser entendida "que não é mais, ou que nunca passou de um vazio, sem substância eterna". Indicando que as nações não têm existência independente ou poder real comparado ao Criador. 

Portanto, de acordo com a física , na física moderna, um "vazio" (ou vácuo) sem substância material é radicalmente diferente do conceito filosófico do "nada", que contém uma explicação Bíblica, a qual falarei mais adiante.

Assim sendo, na filosofia o vazio é definido como ausência absoluta de existência;

Na física, o "nada" absoluto é definido como a ausência de espaço, tempo, energia e matéria, sendo que o “vazio” na física é, na verdade, um campo dinâmico e ativo. 

Assim sendo, aqui está como o vazio é entendido em relação ao nada na física:

1. Vazio Quântico: O "Nada" que Tem Tudo.

Assim sendo, a mecânica quântica demonstrou que o vácuo perfeito — um espaço totalmente sem partículas — não existe, ou seja: todo espaço possui uma partícula, mas a Bíblia Sagrada nos ensina sobre a existência do vácuo, antes de haver o fator existência de tudo quanto existe como o nada, o espaço, o vácuo, as partículas e a matéria,  que somente pode ser entendido pela fé, e não pela razão, teorias ou pela lógica humana, pois a fé ultrapassa todo o entendimento humano, e tudo que se vê, sendo o fundamento, não a teoria daquilo que esperamos, o único canal que foi dado pelo criador para compreender o incompreensível conforme Hebreus 11.1, dependendo apenas daquele que não vê, mas crê.

Portanto, a grande diferença em sermos um receptor e um transmissor, sempre vai existir uma fonte primária física e espiritual que trabalha vinte e quatro horas sem cessar na mente e na alma do ser humano, mesmo dormindo, transmitindo os seus pensamentos, e os seus sentimentos, como resultado daquilo que foi absorvido através do pensar, ver e sentir, pois ninguém pode pensar, ou sentir por si mesmo, sem primeiro contemplar com seus olhos algo físico, ou com a mente algo espiritual, que será projetado em sua mente (espírito) que gera discernimento e razão, e na alma, que gera sentimentos, desejos, vontades e emoções.

Desse jeito, conforme a Bíblia Sagrada, podemos entender isso lendo apenas um versículo que diz:

(Filipenses 2:13):

Porque Deus é o que opera em vós,  (nós cristãos que cremos) tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.

Portanto, para entendermos isso, primeiro precisamos também entender, que Deus criou o ser humano com livre arbítrio, capacitando ele a fazer também a sua vontade própria, ou não querendo que Deus através do seu Espírito Santo, opere a sua vontade em seu coração.

Assim sendo, isso significa que Deus age ativamente dentro do ser humano, através da sua soberana vontade, mas respeitando a vontade própria do ser humano.

Assim sendo, Deus capacita o ser humano tanto a ter o desejo (querer) quanto a sua própria força (efetuar) segundo a vontade de Deus, e não apenas segundo a sua própria vontade.

Dessa maneira, o ser humano passa a negar a si  mesmo, ou a sua própria vontade, daquilo que não agrada a Deus, rendendo por completo à vontade do criador, que passa a moldar dentro do ser humano os seus pensamentos e desejos do seu coração de realizar em sua vida os propósitos de Deus através da sua graça operada em nós, pois passa a não mais depender apenas do nosso esforço humano. 

Pontos-chave sobre este versículo:

A parceria Divina entre Deus e o ser humano: 

Assim sendo, esse versículo segue a ordem de "operar a salvação" em nós conforme o v. 12, indicando que, embora os cristãos tenham responsabilidade, é Deus quem fornece o poder para obedecer, ou para nós mesmos operar em nós a salvação de Deus com temor e tremor.

Dessa maneira, a questão do  "Querer" (Desejo), é Deus que transforma o coração e a vontade do ser humano, inclinando-o a desejar o que é santo e agradável a Ele.

Da mesma forma, se refere ao "Efetuar" (Realizar), por não ser  apenas a vontade própria do ser humano, mas é Deus através da sua graça, e da operação do Espírito Santo em nós que nos capacita, operando em nós a sua soberana vontade, nos capacitando a agir conforme o seu querer, e não mais como o nosso querer, conforme Tiago escreve dizendo:

Eia, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos a tal cidade,e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos.

Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã.

Porque, o que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois desvanece.

Em lugar do que devíais dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo.

Mas agora, vos gloriais em vossas presunções, toda Glória tal como esta é maligna (Tiago 4.13-16).

Portanto, acabei de aprender com esse texto, que dentro de todos nós opera a nossa própria vontade, a soberana vontade de Deus, conforme o Pai Nosso (Mateus 6.10), mas também a vontade do  maligno (v.16), pois somos um receptor, mas também um transmissor, e cabe a cada um de nós mesmos saber o que estamos recebendo, e o que estamos transmitindo.

Portanto, a boa vontade que opera dentro de nós mesmos vai depender de todo o processo que acontece dentro de nós mesmos, nos capacitando a cumprir os propósitos e os planos de Deus em nossa vida, moldando dentro de nós mesmos o caráter de um verdadeiro cristão, nos capacitando a viver conforme a vontade ou à semelhança de Cristo, ou a vontade e a semelhança de nós mesmos, ou a vontade e a semelhança do diabo, pois a escolha sempre vai depender de nós, da nossa própria vontade, do nosso próprio livre arbítrio.

Diante do exposto, a Bíblia Sagrada diz assim:

Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.

Chegai-vos a Deus (vontade própria), e Ele se chegará a vós (vontade de Deus).

Limpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai o coração.

Senti as vossas misérias (vontade própria), e lamentai e chorai; converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo ,em tristeza.

Humilhai-vos perante o Senhor, e Ele vos exaltará (Tiago 4.7-10).

Portanto, tudo o que até aqui aprendemos, é de nossa grande responsabilidade com nós mesmos, pois tira a carga da nossa autossuficiência, e coloca toda a transformação, e a obediência na dependência do nosso amoroso Pai celestial, que sabe tudo o que é melhor para nós, seus filhos, nos ensinando a depender dia após dia da sua graça e do seu cuidado.


Dessa maneira, as flutuações Quânticas conforme a física, mesmo que você remova todos os átomos, moléculas e radiação de uma caixa, ela continuará preenchida com energia, nos fazendo entender que o espaço nunca está vazio. 

Dado isso, partículas virtuais (pares de matéria e antimatéria) surgem e se aniquilam continuamente em curtos intervalos de tempo, ainda nos levando a compreender, que a relação dessas partículas, se desenvolvem apenas dentro do fator tempo aqui na terra, e não dentro do fator eternidade nos céus, conforme nos ensina a Bíblia Sagrada, pois quando morremos fisicamente, saímos da esfera do fator físico e tempo, e entramos na esfera do fator espiritual da eternidade que teve começo com um Pai que a gerou, conforme Isaías 9.6, mas não terá fim, pelo fato de lá não existir o fator tempo com princípio, meio e fim, onde tudo é um eterno presente onde nada é abalável.

Dessa maneira, no livro de Hebreus, especificamente no capítulo 12, versículos 26 a 29, o autor utiliza a metáfora de um grande abalo (trepidação/terremoto) para contrastar o que é temporal e terreno com o que é eterno e espiritual. 

Assim sendo, a ideia central é que Deus está removendo as "coisas abaláveis" para que as "inabaláveis" permaneçam. 

Aqui está o significado de cada um conforme o contexto bíblico, e não a ciência.

1. Coisas Abaláveis (Que podem ser sacudidas)

As coisas “abaláveis”

Representa tudo o que é criado, material, temporal e passageiro, Incluindo ainda a ordem natural, sistemas terrenos, instituições humanas e, no contexto Bíblico original, representa as estruturas do Antigo Pacto (a Velha Aliança), as quais as coisas eram temporárias, incluindo ainda os bens materiais, saúde física, estruturas políticas, instituições religiosas formais (igrejas físicas como estrutura), e até mesmo os "céus e a terra" na sua forma atual, pois conforme a Bíblia Sagrada, assim está escrito:

Mas os céus, e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até ao Dia do juízo e da perdição dos homens ímpios, (2 Pedro 3.7). 

Portanto, ao se referir às coisas ”abaláveis” e “inabaláveis”, Jesus Cristo disse:

Os céus e a terra passarão, mas minhas palavras não hão de passar (Mateus 24.35), falando em apenas um versículo das coisas “inabaláveis”, os céus e a terra não vão passar, se tratando da sua palavra que não passa, por ser uma coisa inabalável, eterna que de acordo Salmos 119.89, sua palavra permanece para sempre ou eternamente no céu, pois de lá veio, e lá permanece.

Diante do exposto, Jesus Cristo falou sobre as coisas que serão abaladas dizendo;

E haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e, na terra, angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e da ondas;

homens desmaiando de terror, na expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo, porquanto, os poderes do céu serão “abalados” - (Lucas 21.25,26).

E, havendo aberto o sexto selo, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra (abalo sísmico); e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a luz tornou-se como sangue,

e as estrelas do céu caíram (como hoje acontece com as estrelas cadentes) sobre a terra ,como quando a figueira lança de si os seus figos verdes abalada por um forte vento!

E o céu retirou-se como um livro que enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos do seu lugar - (Apocalipse 6.12-14)


 


Significado: Tudo o que pode ser abalado é criado por Deus, mas não foi feito para durar para sempre. 

Assim sendo, tudo o que foi criado estão sujeitos à mudança e à remoção para dar lugar ao que é eterno, e que não pode ser abalado. 

2. Coisas Inabaláveis (Que não podem ser sacudidas)

Definição: Representam a realidade eterna, ou as coisas que estão dentro do fator eternidade, como o Reino de Deus, o Novo Pacto, pois o sacrifício de Jesus Cristo na cruz do calvário, sendo um pacto eterno, conforme Hebreus 9.14,15 que diz:

Quanto mais, o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará a vossa consciência das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo!

E por isso, é Mediador (e não Maria, sua mãe como ensina os mentirosos idólatras da igreja católica romana que não tem nada dos ensinamentos corretos dos apóstolos - Grifo) de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento ,os chamados recebam a promessa da vida eterna ,(ou da vida inabalável - Grifo). 

Assim  sendo, as coisas que Deus estabeleceu como permanentes e imutáveis, estão incluídas:  O Reino de Deus (que recebemos), a salvação em Jesus Cristo, a verdade de Deus, o Seu governo justo e o caráter duradouro do Seu povo, pois significam coisas que não podem ser abaladas, pois são eternamente firmes, estáveis e imutáveis. 

Dessa maneira, as coisas que existem no céu, na eternidade não são "feitas" (no sentido de criaturas terrenas), mas são estabelecidas pelo Criador, sobrevivendo a qualquer crise ou julgamento final, pois permanecem para sempre.

Portanto, duas coisas devem sempre ficar claras para nós: Na terra dentro do fator tempo, tudo é transitório, mas dentro do fator eternidade nos céus, tudo é permanente.

O Contexto de Hebreus 12:26-28

Diante do exposto, a remoção que o autor nos fala, está se referindo que o abalo serve para "a remoção das coisas abaláveis... para que permaneçam as coisas inabaláveis" conforme o v. 27,  significando que as provações e os juízos de Deus servem para tirar o que não é essencial, para que a nossa fé seja firme apenas no que é eterno, e não no que é passageiro, como nos ensinou o apóstolo Paulo dizendo:

Porque sabemos que se a nossa casa terrestre (nosso corpo) deste tabernáculo, ou (do espírito e da alma) se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna nos céus.

E, por isso, também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu.

Se, todavia estando vestidos, não formos achados nús.

Porque também nós, os que estamos neste tabernáculo (corpo de carne) gememos carregados, não porque queremos ser despidos, mas revestidos para que a morte (nosso corpo) seja absorvida pela vida.

Ora, quem para isso mesmo nos preparou foi Deus, o qual também nos deu o penhor do Espírito.

Pelo que estamos sempre de bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos no corpo vivemos ausentes do Senhor.

Porque andamos (e servimos a Deus na terra) por fé, e não por vista (ou razão humana) - (2 Coríntios 5.1-7).

Portanto, ao se referir à um Reino inabalável, se refere a um Reino que recebemos pela fé que será inabalável, ou o governo eterno de Jesus Cristo, pois conforme o v.28, assim está dito:

pelo que tendo recebido (pela fé) um Reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus (não pelos nosso méritos) agradavelmente com reverência e piedade.



Portanto, como pela fé, recebemos um Reino inabalável (o governo de Cristo), somos chamados a viver com gratidão e servir a Deus com reverência e santo temor (v. 28). 

Em resumo: Abalável é o que construímos ou vemos neste mundo; inabalável é o que Jesus construiu e nos deu (o Reino de Deus). Quando as "coisas abaláveis" são sacudidas, é para que nossa esperança esteja firme apenas na "inabalável" presença e promessa de Deus, conforme se encontra escrito:

Porque convém que isto que é corruptível (nosso corpo) se revista da incorruptibilidade (que jamais poderá ser corrompido), e isto que é mortal (o nosso corpo) se revista da imortalidade,

então, cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória, - ( 1 Coríntios 15.53.54).

Portanto energia do Ponto Zero,  é a energia mínima possível em um sistema quântico, uma agitação inevitável que permanece mesmo no zero absoluto, sendo que o Vazio é um Campo, pois na “teoria”, apenas na “teoria” quântica de campos, o vácuo é o estado fundamental de todos os campos que permeiam o espaço, quando a Bíblia Sagrada nos ensina que tudo foi feito pelo verbo, o Deus criador antes da sua encarnação, e sem Ele nada que foi feito se fez, (João 1.3) como o ponto zero, a energia que provém do ponto zero, o vazio, o espaço, e tudo o que existe, que somente pode ser entendido a partir da fé, pois ainda depende do elemento crer, por isso que a Bíblia diz que sem fé, é impossível agradar a Deus, (Hebreus 11.6) nos levando a entender, também pela fé e não pela razão, que no mundo físico, existe duas maneiras de saber e entender, pela fé, e pela razão; pela fé, você apenas crê; pela razão, você precisa primeiro ver para depois crer, duas maneiras totalmente antagônicas de saber que nunca vão se coadunar.

Diferença Entre Vazio Físico e Nada Absoluto

Portanto, de acordo com a física, o Vazio Físico (Vácuo), é uma região de "espaço" mas também é uma estrutura, embora não contenha substância material, esse espaço possui propriedades físicas como energia, campos eletromagnéticos e, de acordo com a relatividade, o próprio espaço-tempo.

Dessa maneira, tudo o que a física descobriu não passa de uma cadeia de acontecimentos que começa no nada absoluto, pois o criador já existia antes do nada absoluto, pelo fato dele não ter princípio nem fim, que também criou o vazio, formando o espaço dentro do vazio, sendo essa uma estrutura sem substância material, mas dentro dele existem propriedades físicas, como energia vinda dos relâmpagos, formando campos eletromagnéticos, e de acordo com a teoria da relatividade, compõem o fator tempo, nos levando a entender, que o fator tempo que apenas existe aqui na terra, como começo, meio e fim, teve sua origem na eternidade, onde tudo o que existe, seja apenas no céu, teve um começo, mas nunca terá fim, enquanto na terra, dentro do fator tempo, tudo o que existe, teve um começo, mas tudo vai ter um fim.

Portanto, de acordo a Bíblia Sagrada, e não de acordo a ciência dos homens, que em sua maioria não creem na existência de um Deus criador de todas as coisas, mas acreditam na mentira da evolução onde nada se sustenta, passando apenas de teorias, 

sendo assim, no livro de Jó, falando a respeito da ação dos relâmpagos e trovões, e outros elementos que agem no espaço, diz o seguinte:

Portanto, o livro de Jó retrata o relâmpago como uma demonstração do poder, soberania e controle de Deus sobre a natureza, frequentemente associado a trovões e tempestades, descartando a mitologia da expansão do suposto universo que também não existe, pois Deus o criador não é “UNO” com o mal. 

Portanto, os versículos-chave, ou os principais versículos sobre a  grandeza de Deus, as quais os seres humanos não podem  compreender, pois foge da sua compreensão, onde os números da existência de Deus, ninguém pode calcular pelo fato de não existir, pois Ele como o Deus eterno existe antes da existência de todas as coisas existir, pois tudo passou a existir, pelo fato de Ele sempre existir, antes da própria existencia, pois foi Ele que fez tudo existir, e assim pelo seu poder inigualável, Ele reune a gotas das águas, que derrama em chuva, através de seu vapor, a qual as nuvens destilam e derramam sobre os homens abundantemente, onde nenhum ser humano, em tempo algum vai poder entender a extensão das nuvens, e o trovões da sua tenda, ou as tempestades que se formam a partir das nuvens, quando Deus estende sobre as nuvens a sua luz, que chega até a terra, e encobre os altos do mar, e através de todo esse processo Deus julga os povos, e lhes dá mantimento em abundância, e que as suas próprias mãos encobre novamente a luz, e ainda a proibe de alguém passar por entre elas, pois ele habita na luz inacessivel, a quem nenhum dos homens viu nem podem ver, conforme 1 Timóteo 6.16, o que nos dá a entender, lógicamente pela fé, e não pela razão humana, os pensamentos de Deus, na mesma medida que o gado também entende sobre a tempestade que está se aproximando, como aconteceu na Indonésia a respeito dos animais que perceberam o tusnami chegando, e subiram para os montes, enquanto os seres humanos não perceberam,  pois conforme ainda Jó 26.14, tudo que o ser humano entendeu até hoje acerca do criador, são apenas as orlas dos seus caminhos; e quão pouco o que temos ouvido dele! Quem, pois, entenderia o trovão do seu poder? Creio com certeza que os cientistas ateus, os quais firmaram seu conhecimento nas teorias da mentira da evolução, não entendem nada da obra da criação do criador.

Portanto, a mentira não pode produzir nenhuma verdade como a mentira da evolução, e as teorias, sem base científica e sem base Bíblica, pense nisso, pois o mundo, sendo regido por Satanás, o pai da mentira, conforme João 8.44, e sendo ele o deus deste século conforme 2 Coríntios 4.4, torna-se impossível crer neste sistema corrompido pelo engano, mentira e injustiça, nos deixando o escape das verdades eternas e absolutas das Escrituras Sagradas, somente para os que creem.

Portanto, os demais versículos Bíblicos  no livro de Jó, vai nos ensinar o seguinte:

(Jó 36:30-32), vai   descrever Deus espalhando relâmpagos, enchendo as mãos com eles e ordenando que atinjam alvos específicos em sua criação.

(Jó 37:3-5), Menciona que Deus solta relâmpagos por todo o céu, de uma ponta a outra da terra, com vozes estrondosas, e ainda conforme ensina a palavra de Deus, e eu creio, onde diz:

E, então, verão vir o Filho do Homem (Jesus Cristo), numa nuvem com poder e grande glória (Lucas 21,17).

Portanto, para aqueles que acreditam, os relatos que o evangelho de Mateus e Lucas falam da vinda de Jesus Cristo, como um relâmpago iluminando toda a terra, onde todo os povos o verão, se encontram nesses versículos, sobre seus discursos a respeito do fim dos tempos e da sua segunda vinda a esse mundo.

Assim sendo, os versículos são:

( Mateus 24:27): 

"Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do Filho do Homem" (Almeida Revista e Corrigida).

(Lucas 17:24)

"Porque, como o relâmpago, fuzilando em uma extremidade do céu, ilumina até à outra extremidade, assim será também o Filho do Homem no seu dia" (Almeida Revista e Corrigida)

Significado deste relato:

Repentina: Indica que a sua vinda será rápida e inesperada.

Visível/Universal: Assim como um relâmpago no céu é visto por todos, a sua vinda não será secreta, mas pública e visível a todos, pois Ele virá para reinar mil anos na terra

Sobre a sua Glória, a comparação que a Bíblia faz, enfatiza a glória e o poder da sua manifestação. 

Portanto, algo muito interessante vemos em Mateus 28:3, onde menciona que o anjo do Senhor tinha o aspecto de relâmpago, mas o versículo que se refere à vinda de Jesus é Mateus 24:27. 

(Jó 37:11-12), Indica que Deus carrega nuvens com umidade e, do meio delas, irradia o seu relâmpago para cumprir suas ordens, pois a criação inteira de Deus, obedece às suas ordens, e o louvam conforme o salmo 149.1-9, apenas o ser humano em sua rebeldia, unido a satanás e ao pecado não o obedece, nem o louva, muito menos o adora.

(Jó 38:25), aqui temos uma pergunta retórica de Deus a Jó sobre quem abre canais para as águas torrenciais ou o caminho para o relâmpago, pois creio que Jó nem sabia que existe um caminho para os relâmpagos.

Portanto, essas passagens Bíblicas no livro de Jó destacam o relâmpago como um símbolo da grandeza do nosso Deus, e da complexidade da criação, muitas vezes além da compreensão humana, conforme relatada no livro de Jó. 

Assim sendo, o nada Absoluto, nas leis da física seria a ausência de tudo, pois segundo o entendimento desses cientistas algo acontece, mesmo que seja uma flutuação, não é "nada", pois o "nada" não pode conter nem mesmo um "onde" ou um "quando", que somente pode apenas crer pela fé, pois a Bíblia nos ensina que as nações são consideradas por Deus, menos do que nada, como uma coisa vã, ou como um gota que cai dum balde (Isaías 40.15.17), e como está escrito no versículo 12 a seguinte pergunta:

Quem mediu com seu punho as águas, e tomou a medida dos céus a palmos, e recolheu numa medida o pó da terra, e pesou os montes e os outeiros em balanças?

Portanto, a únicas conclusões plausíveis que se chega, é que muitas coisas reveladas, são somente para crer, mas nunca para entender com a razão humana, e foi por isso que Jesus Cristo elogiou as que não veem, mas os que creem, leia Deuteronômio 29.29, pois ali encerra todo o argumento humano, visto que Deus criou apenas uma coisa sem limites para o ser humano, ou seja, a capacidade de pensar, e por essa razão não existe limites para fazer livros, conforme Eclesiastes 12.12, pois não existe limites para pensar.

Evidências de que o Vazio "É Alguma Coisa"

Conforme Jó 26.7 assim está escrito:

O “norte” estende sobre o “vazio”; suspende a terra sobre o nada.

Segundo Ezequiel 1.4, Deus tem a sua habitação na região “norte” dos céus.

Conforme Isaías 14. 13, um dos desejos de Satanás era subir ao céu, acima das estrelas de Deus, exaltar o seu trono, se assentar no monte da congregação, das bandas do lado do “norte”, pois conforme o v.14, ele queria ser semelhante a Deus, ou se igualar ao criador.

Portanto, a terra, como o trono de Deus, estão suspenso sobre o ”nada”, sem apoio nenhum, sobre o poder de Deus, e a terra também se encontra suspensa no espaço, fundada sobre os mares e firmada sobre os rios, conforme Salmos 24.2, nos mostrando a soberania, poder, exaltação, sabedoria que somente cabe ao criador, pois a Criação sustenta a si mesma, não por suportes míticos, mas pela vontade divina, como seu trono e a terra, apenas pelo poder da sua palavra conforme Hebreus 1.3.

Conforme o contexto Histórico e Científico temos:

Um contraste Bíblico com Mitos Antigos: 

Portanto, na época em que Jó viveu, muitas culturas acreditavam que a Terra era apoiada por pilares, tartarugas ou seres míticos (como Atlas).

Contudo, com a precisão Científica: Jó descreve o trono de Deus e a terra suspenso no espaço vazio (o "nada"), ou seja, que é cientificamente coerente com a gravidade, onde a Terra paira no espaço sem suporte físico visível, exceto rios e mares que apenas a BÍblia menciona, desconhecido pela ciência.

Assim sendo, nós como seres humanos, sustentamos todas as coisas pelas nossas mãos, mas Deus, conforme Hebreus 1.3, sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder, mostrando uma compreensão avançada, vinda de uma revelação do próprio Deus sobre a natureza, que não pode ser entendida somente pela razão humana.

Diante do exposto, analisando a frase "Estende o norte sobre o vazio": Refere-se à abóbada celeste ou ao céu do norte, indicando que o espaço aéreo acima não tem alicerces visíveis, como a frase:"Suspende a terra sobre o nada": Indicando que o mundo físico ("terra") foi colocado por Deus sem apoios sólidos, pairando no vazio. 

Assim sendo, a palavra "nada" (hebraico: belimah) significa literalmente "sem nada", ou seja, sem suporte, flutuando, por cima das águas conforme Salmos 24.2, que somente pode ser entendido pela revelação da palavra de Deus. 

Significado Bíblico (O que aprendemos sobre Deus)

Onipotência: A capacidade de manter o planeta flutuando no vazio demonstra o poder inigualável de Deus.

Soberania: Tudo o que foi criado está sob o controle direto do Senhor.

Fundamento Invisível: O versículo enfatiza que o fundamento não é visível (como colunas), mas sim o poder e a providência de Deus

Relação com Outras Passagens

Não se trata de contradição: Embora Jó 38:6, e outros textos poéticos falem de "bases da terra, ou quem assentou sua pedra de esquina” apontando  para Jesus Cristo, o fundamento espiritual e principal da sua igreja na terra conforme 1 Coríntios.3.11, que a ciência jamais vai conseguir entender essas coisas.

Sendo assim, Jó 26:7, deve ser entendido como uma descrição da soberania divina que sustenta o mundo (não como uma descrição técnica ou literal de pilares teológicos), que somente pode ser entendido pela fé, conforme Hebreus 11.1-3, por se tratar de coisas espirituais e não racionais do entendimento humano, pois conforme já foi dito, essa frase se alinha com Hebreus 1:3, que diz que Cristo sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder. 

Dessa maneira, quando vamos estudar o contexto de Jó 26:7, iremos descobrir que se trata de um louvor à criação, declarando que o Deus Todo-Poderoso não precisa de ajuda para sustentar a sua criação, mantendo a terra no espaço apenas pela sua Palavra, não como os seres humanos que precisam de suas mãos para sustentar alguma coisa.

Portanto, conforme os cientistas, o “vazio” foi entendido como um espaço sem substância, que exerce efeitos reais e mensuráveis através da energia como dos relâmpagos que habitam dentro dele, pois segundo o  Efeito Casimir, quando duas placas metálicas são colocadas extremamente próximas no vácuo, a diferença entre o número de flutuações quânticas dentro e fora delas gera uma força física que as empurra, também nos fazendo crer que dentro do “vazio” opera uma força física gerando uma energia escura, pois a expansão acelerada dos céus, que conforme a Bíblia relata três céus segundo 2 Coríntios 12.2, sugere que o próprio espaço vazio contém energia, frequentemente associada à energia escura ou constantes, que ainda segundo a Radiação Hawking, acredita-se que buracos negros emitam radiação a partir das flutuações de vácuo em seu horizonte de eventos, pois nada em tudo o que Deus criou nos céus e na terras permanece estático, mas em movimentos.

Levando tudo o que aqui foi falado em conta, na física, o "vazio" não significa a inexistência, mas é o cenário ativo, a estrutura "sem substância" que permite que a matéria e a energia existam, e o  "nada" é apenas um conceito teórico que a física sugere ser impossível ou não existente na nossa realidade, mas pela fé nós entendemos através da revelação da Bíblia Sagrada, que o próprio Deus já existia antes de existir o “nada” e foi Ele quem criou o “nada”, parecendo um contra senso, sem haver uma explicação racional, mas apenas se entende em crer pela fé. Crês nisso, ou não crê? eu creio.

Portanto, o termo hebrico Kə'ayin  - como   "Todas as nações são como nada (kə'ayin) perante ele", o criador nosso Deus, como podemos entender isso pela razão, senão somente pela fé? 


Dessa maneira o significado literal no hebraico “K” (como) + (AVIN) = (nada/inexistência) enfatizando a comparação de igualdade com a existência que não atinge o criador, pois Deus sempre existiu, sem ter um começo de existência, enquanto a inexistência faz parte das coisas criadas, e assim teve um começo, ou o “começo da inexistencia”, que na racionalidade humana não pode ser entendida, mas apenas pode ser crida através do incompreensível, pela fé, que não tem nenhuma relação com a razão humana.



Contexto Bíblico (Isaías 40:17)



Desse jeito,  contexto Bíblico reforça essa ideia:


"Todas as nações são como nada perante ele; ele as considera menos do que nada, é como uma coisa vã (tohu)." (Isaías 40:17, ARA/ARC),


trazendo dessa forma, um significado Bíblico, esse termo é usado para destacar a soberania de Deus e a fragilidade dos poderes humanos (como Assíria, Babilônia, Medo- Pérsia, Grécia, Roma e demais impérios que surgiram na história da humanidade) que se orgulhavam de sua força, mas desapareceram com o tempo, que regula tudo o que é móvel.

Portanto, o versículo anterior (15) Compara nações a uma "gota dum balde" e ao "pó da balança", indicando que elas não têm peso ou nenhuma relevância no plano do criador de todas as coisas, que quando medito na existência do ser humano como indivíduo, fico pensando em Jó 25.6 que diz:

E quanto menos o homem (menos do que o menos do nada) , que é um verme, e o filho do homem que é um bicho! Impossível de entender como o ser humano como indivíduo, é a maior insignificância que existe diante de seu criador, mas é uma realidade.



Em resumo, as "coisas vãs" em hebraico nesse texto (tohu e ephec) tratam as nações não apenas como pequenas, mas como sem forma, sem valor e sem utilidade (vazias) quando colocadas na balança com o poder absoluto de Deus.

 


Assim sendo, em Isaías 40:17, o profeta utiliza termos hebraicos fortes para descrever a insignificância das nações (impérios humanos como já foi dito) diante da soberania e grandeza de Deus. 


Portanto, a frase "coisa vã" e outras expressões correlatas no versículo refletem uma visão de nulidade, caos e desolação. 


Diante do exposto, as "coisas vãs" em hebraico nesse texto (tohu e ephec) tratam as nações não apenas como pequenas, mas como sem forma, sem valor e sem utilidade (vazias) quando colocadas na balança com o poder absoluto de Deus. 


3º) - AS IMPOSSIBILIDADES DOS FILHOS DE DEUS PRATICAREM TUDO O QUE JESUS CRISTO ORDENOU EM SUA PALAVRA.


Conforme Lucas 17.7-10, a parábola do "servo inútil" (ou do servo que fez somente o que devia fazer) - (v.10)) Jesus utiliza o exemplo de um senhor e seu empregado para mostrar que cumprir as ordens de Deus é uma obrigação relacionada à vontade própria do ser humano, não um favor que ele presta para Deus, gerando mérito, ou mérito próprio ou um agradecimento especial, como alguém que quer fazer alguma coisa para Deus, ou mesmo contribuir com a intenção de receber louvores, e aplausos dos homens, ou do próprio criador. 


Portanto, essa parábola, fala aos apóstolos sobre os pedidos que fizeram para Cristo aumentar a sua fé, levando Jesus a ilustrar que a verdadeira fé se expressa na obediência contínua, não apenas em crer conforme Tiago 2.19, pois os demônios também creem em Jesus Cristo, mas também não o obedecem em nada.

Assim sendo, essa passagem ilustra apenas o dever cumprido de um servo que não tem vontade própria.

Sendo assim, a essência da mensagem é que, mesmo que um servo realize todas as tarefas designadas pelo seu Senhor (no campo ou servindo à mesa), ele não deve esperar elogios ou recompensas especiais, pois apenas fez o que deveria fazer, ou apenas cumpriu a sua obrigação, e não a sua opção.


Desse jeito a "Inutilidade", ou a “insuficiência do Servo” em fazer tudo o que Jesus Cristo ordenou, leva o servo a expressar para si mesmo: “Sou um servo inútil, porque somente fiz o que devia fazer (v.10), e não acrescentei nenhum lucro".

Sendo assim, reconhecemos que por mais que nos esforçamos na obra de Deus, jamais vamos ter condições de gerar o “lucro” no Reino de Deus aqui na terra, como nós mesmos desejamos realizar, muito menos qualquer mérito para o nosso Deus nos elogiar, através das nossas ações, nos ensinando a servir apenas por amor, sem buscar qualquer reconhecimento humano, qualquer tipo de vaidades, e ainda qualquer tipo de segundas intenções, mas procurando nos enquadrar em tudo o que iremos fazer nessa vida, conforme nos ensina 1 Coríntios 10.31.

Diante do exposto, não é por nós mesmos, através da nossa própria força, coragem e méritos que realizamos a obra de Deus na terra, mas através da graça de Deus, na dependência do Espírito Santo, com o estudo da Bíblia, oração e uma vida de santidade, ou irrepreensível.

Portanto, a nossa relação com a graça de Deus, destaca que o serviço para o Reino de Deus aqui na terra, é uma resposta ao chamado diretamente do criador, e não uma forma de comprar favores divinos, como hoje sem nenhum temor querem comercializar as bênçãos de Deus, no toma lá, e no dá cá, como se o evangelho fosse um balcão de negócios, já que o nosso  trabalho no Reino de Deus aqui na terra, não remove nenhum de nossos pecados; apenas a graça o faz, através do precioso sangue de Jesus Cristo derramado pelos nossos pecados na cruz.

Dessa maneira, conforme Efésios 3.10,11, e Colossenses 1.26.27, a igreja de Jesus Cristo aqui na terra, tem a sublime missão de ensinar os mistérios de Deus a homens e anjos.

Portanto,  o "mistério de Deus" mencionado pelo apóstolo Paulo em Efésios 3:10-11, e Colossenses 1.26,27, que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, mas que, agora, foi manifestado aos seus santos, aos quais Deus quis fazer conhecer quais são às riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós esperança da glória, refere-se ao plano eterno de Deus que esteve oculto por séculos, mas foi revelado na plenitude dos tempos, quando a reunião de todas as coisas em Cristo, incluindo a união de judeus e gentios em um só corpo, através da Igreja se tornou possível conforme Efésios 1.9,10 que diz:

Descobrindo-nos (a nós os cristãos que cremos,e praticamos a sua palavra) o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em si mesmo

De tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus, como as que estão na terra.



 O Mistério Revelado (Efésios 3:10-11).

Dado isso, o Conteúdo do Mistério, explicado pelo apóstolo  Paulo, significa que o mistério não era totalmente desconhecido, mas estava "encoberto" (oculto) em gerações passadas, sendo revelado agora por meio da Igreja.

Portanto a igreja de Cristo aqui na terra “ na dispensação da plenitude dos tempos, ou na dispensação da graça” é detentora desse mistério revelado por Deus, onde os gentios são co-herdeiros e membros do mesmo corpo com os judeus, através do evangelho de Jesus Cristo.

Dessa maneira, conforme o Versículo 10 de Efésios 3, a sabedoria multiforme de Deus, ou as muitas formas da sabedoria de Deus, deve ser conhecida por meio da Igreja, aos principados e autoridades nas regiões celestiais, ou classes de anjos.

Assim sendo, a existência da igreja na terra, composta por diversos povos que estão unidos em Cristo, é a prova da sabedoria de Deus para os anjos e os homens, ou seja, “é o canal das revelações dos mistérios das muitas formas da sabedoria de Deus tanto para os anjos, como para nós, seres humanos” que você somente entende e crê pela fé. 

Sendo assim, conforme o v.11,12, nele em Jesus Cristo, nós os cristãos fomos feitos herança de Deus, quando fomos predestinados, ou destinados antes da fundação do mundo, conforme o v.4, e ainda conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade, com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que primeiro esperamos em Cristo.

Cristo em Colossenses: O Mistério

Portanto, a definição de mistério, em Colossenses 1:26-27, segundo o Apóstolo Paulo traz a explicação  de como "o mistério que esteve oculto durante séculos e gerações, mas agora foi revelado aos seus santos".

Diante do exposto, os cristãos desinformados ensinam que as  riquezas do Mistério de Deus em nossa vida, são bens materiais, como casa nova, chave de carro e apartamento novo, sítio, fazenda, casa na praia, empresas, muito dinheiro etc… quando o Apóstolo Paulo diz explicitamente que a riqueza da glória deste mistério é: "Cristo em vós, a esperança da glória", e não bens materiais perecíveis, e assim você pode ver quanto falso evangelho está sendo pregado, colocando a esperança dos cristãos apenas nas coisas desta terra, e assim cumpre-se na vida desses falsos ministros do evangelho 1 João 4.5, leia!.

Levando isso em conta, Jesus Cristo é a suficiência do verdadeiro cristão seja ele rico ou pobre, materialmente falando, e assim todos nós devemos firmar nossa fé somente no que nos ensina as escrituras sagradas contra as heresias que buscam novas revelações, através de um falso evangelho, pois o Apóstolo Paulo nos afirma que Jesus Cristo é o mistério que encerra todos os outros. 

Portanto,  Ele é, somente Ele, é a imagem do Deus invisível e a cabeça de todo principado e poder.

Sendo assim , fico maravilhado, pois no monte da transfiguração, Pedro, Tiago e João, viram Moisés e Elias que já passaram com seus ensinamentos, e no fim ficou apenas Jesus (Mateus 17.8) - “E ERGUENDO ELES OS OLHOS, NINGUÉM VIRAM, SENÃO A JESUS”

Desse jeito, quando você ergue seus olhos pela fé, quem você vê?

O Resumo do Mistério de Deus (Efésios + Colossenses)

Portanto, através da igreja, o mistério oculto de Deus desde a fundação do mundo foi revelado, e assim o plano de salvação universal através foi manifestado aos seres humanos pela igreja, revelado por Jesus Cristo, pois o mesmo foi mantido em segredo ao longo do Antigo Testamento, mas agora é conhecido no mundo através da igreja, e se o diabo e os demônios puderem distorcer a mensagem do evangelho através da igreja, introduzindo um evangelho falso, isso eles sempre irão fazer, e por isso devemos sempre examinar as escrituras para aprendermos corretamente acerca dos mistérios de Deus, revelado na pessoa de Jesus Cristo.

Portanto, através da  Igreja,  os Gentios Povos de todas as nações, e os Judeus, são revelados os mistérios em que a separação entre Deus e humanos de um modo geral foi removida, e a barreira entre judeus e gentios foi quebrada, formando um novo homem, através da sua igreja na terra, tendo Jesus Cristo como Centro, como o plano eterno de Deus com o ser humano, e está focado em reunir todas as coisas no céu e na terra na pessoa de Jesus Cristo. 

Dessa maneira conforme Efésios 3:10-11 e Colossenses 1 .26.27, e ainda Efésios 1.9-11, Jesus Cristo não é apenas o revelador, mas a essência do mistério — o Deus encarnado, que habita na vida dos cristãos (igreja, composta de gentios e judeus), unindo a criação a Deus, na pessoa de Jesus Cristo, trazendo para todos nós um ensinamento de Humildade, e nos exortando a ter um vida que se dedica integralmente à missão que a cada um de nós foi confiada, com humildade, entendendo que todo o mérito é de Deus, e não do servo que apenas tem o direito de obedecer, por não ter vontade própria. 

Portanto, com toda humildade de Jesus Cristo que habita em nós, devemos assumir a postura da exortação final de Lucas 17.10, que realmente não conseguimos alcançar, com toda nossa dedicação nem o grau de  “servos inúteis”, porque apenas cumprimos o nosso dever, mas nunca fazendo tudo o que nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, nos ordenou.


Assim sendo, se como servos de Deus, e não Senhor de nós mesmos temos essa postura, todo orgulho, soberba e altivez, vai afastar para sempre da nossa vida, nos fazendo entender que Deus, Jesus Cristo, o Espírito Santo é tudo em nós, e nós sem Ele não temos nenhuma qualificação, pois conforme a parábola do Semeador em Mateus 13.23, um produz cem por cento, por ser uma boa terra, outro sessenta por cento, e outro trinta por cento.


Entende-se portanto, que o cristão que perdoa sem por cento seus inimigos, ora por aqueles que o perseguem, e ama os que os maltratam, bendizendo sempre aqueles que somente os amaldiçoam, não buscam de volta o que lhe foi tirado, tem cem por cento uma vida de oração, consagração a Deus, leitura e estudo da Bíblia Sagrada, evangelização, visita e ajuda aos pobres, viúvas e necessitados, contribui com seus dízimos e ofertas cem por cento no Reino de Deus na terra, e faz tantas outras boas obras na terra, esse é um cristão de primeira classe que nunca existiu.


Assim sendo, quem aplica sessenta por cento do seu tempo e recursos, seria um cristão de segunda categoria, e o que investe apenas trinta por cento, seria um cristão de terceira categoria, e se tivesse os de vinte por cento estes seriam os desqualificados, dez por cento os inúteis, cinco por cento os que não existem, e a conclusão que chegamos, é que não seremos salvos por méritos humanos, mas tão somente pela graça de Deus ,”pois o que existe bastante dentro da igreja, são servos que nem chegam na posição de inúteis”, pois nem o dízimo que pertence a Deus eles o devolvem, e não pagam para quem já é dono de tudo, conforme Salmos 24.1.


Assim sendo, que Deus continue tendo misericórdia de todos nós, que de acordo às Lamentações de Jeremias, as misericórdias de Deus se renovem a cada manhã em nosso favor, pois grande é a sua fidelidade (Jeremias 3.21-23).


Pastor João Augusto Viana Neto.











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